Monday, February 08, 2010

ELISEU VISCONTI por Valéria Ochoa Oliveira.

Lançamento do livro
"A arte na belle époque - o simbolismo de Eliseu Visconti e as musas",
de autoria de Valéria Ochoa Oliveira.
Mestre em História pela Universidade Federal de Uberlândia e professora da mesma Universidade, Valéria desenvolve em seu livro tema que tem como foco o significado cultural da pintura central do teto do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, painel pintado por
Eliseu Visconti em Paris, entre 1913 e 1915.



Tuesday, February 02, 2010

Artes pelo Mundo.Sugestões de Links de Arte.

Relação de alguns significativos Sites de Arte,obtidos pelos meus "surfs" pela Grande Rede Mundial de Computadores.
Veja o que acontece nas Artes pelo Mundo,
visitem:
Sugestões de sites:
RICARDO BARRADAS
avaliadordearte
Art and Culture.
Rio de Janeiro - Brasil.

Friday, January 22, 2010

Always in a Spiral by Maria Nepomuceno‏

Magasin 3 Stockholm Konsthall



Untitled, 2009-2010
Installation view at Magasin 3
Untitled, 2009-2010, detail
Photo: Jesper Nordström
Courtesy the artist

Maria Nepomuceno"Always in a Spiral"

January 23 - June 6

Curator: Elisabeth Millqvist

Magasin 3 Stockholm Konsthall

Frihamnen, SE -115 56

Stockholm

Phone: +46 8 545 680 40

art@magasin3.com

http://www.magasin3.com


e-flux
41 Essex street
New York, NY 10002,
USA.

Thursday, January 21, 2010

Mostra em São Paulo exibirá trajetória do gravurista J. Borges

Mostra em São Paulo exibirá trajetória do
Gravurista José Francisco Borges,"J.Borges".
da Livraria da Folha
Será inaugurada em São Paulo no dia 30 de janeiro a mostra "A Arte de J. Borges: do Cordel à Xilogravura", do artista pernambucano José Francisco Borges. A exposição revela a trajetória do artista autodidata, focando o percurso de sua produção de cordéis e gravuras em cenários que ilustram o universo cultural nordestino. São exibidas xilogravuras, cordéis e matrizes originais. Durante a exibição da mostra, que estará aberta até o dia 28 de fevereiro, serão realizadas oficinas gratuitas de xilogravura aos sábados.
A mostra não apresenta apenas a obra de J. Borges, mas o percurso de sua vida e sua expressão artística. Assim, a montagem procura contextualizar a exposição, trazendo um pouco da casa do artista à mostra, que conta com fotos e gravuras de seus familiares e aprendizes, e um pouco de sua cidade-natal, Bezerros (PE), que é representada por barraquinhas de feira com gravuras penduradas. Será exibido, ainda, um documentário de Vincent Carelli, que mostra a vida e a obra de J. Borges e a sua relação com a pacata cidade.
Nascido em 1935, José Francisco Borges ou J. Borges, como prefere ser chamado, é um dos mais expressivos artistas populares do Brasil. Considerado por Ariano Suassuna o maior gravador popular do país, o artista foi um dos ilustradores do calendário da ONU do ano de 2002. Autodidata, J. Borges publicou seu primeiro cordel em 1964, intitulado "O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina", seguido de "O Verdadeiro Aviso de Frei Damião Sobre os Castigos que Vêm", cuja publicação deu início à sua profícua carreira de gravador.
A Arte de J. Borges: do Cordel à XilogravuraQuando: de 30 de janeiro a 28 de fevereiro; de terça-feira a domingo, das 9 às 21 horasOnde: Caixa Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo (SP)Quanto: Entrada franca - Recomendação Livre
Informações: (11) 3321-4400.
Maria Regina Pinto Pereira - mrppereira@gmail.com

Thursday, January 07, 2010

Caio Reisewitz: Parece Verdade

Caio Reisewitz: Parece Verdade
Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro‏.
curadoria de Fernando Cocchiarale.





Monday, January 04, 2010

Matéria para a TV Futura‏ - Centro Cultural A História Que Eu Conto.

Centro Cultural A História Que Eu Conto.





Matéria para a TV Futura‏


matéria para a TV Futura do dia 4 de janeiro de 2010.

Esta matéria é sobre Redes Comunitárias,

sendo de grande contribuição para a formação de novas redes.

Assistam no link:






Wednesday, December 30, 2009

A Special Message from the Director of MoMA‏,to avaliadordearte.

Message received from last year, to Ricardo Barradas,avaliadordearte.
Rio de Janeiro - Brasil.



Please accept our very best wishes for a happy and healthy 2010, and our heartfelt thanks for your interest, encouragement, and support of
The Museum of Modern Art ,MOMA this year.

Glenn D. Lowry
Director

ECONOMIA CRIATIVA - de John Howkins.

Economia Criativa” é uma expressão de uso relativamente muito novo,assim como,a maior parte dos estudos e publicações sobre o tema, que muitas vezes aparece como a “Economia do Conhecimento”,
são dos últimos 8 anos.
O que é “Economia Criativa”???
Depende de várias interpretações diferentes em diferentes países e organizações. A primeira definição foi do autor inglês John Howkins no livro “The Creative Economy”, publicado em 2001, segundo a qual as diversas atividades que compõem essa economia têm uma coisa em comum: são os resultados de indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando (ou precavendo-se de que outros venham a explorar) seu valor econômico.
Nesse contexto, segundo o autor, existem diversas formas de propriedade intelectual, das quais as mais comuns são:
Direitos Autorais,
Patentes,
Marcas comerciais,
Design.
A Lei de Direitos do Autor,cobre a expressão criativa de indivíduos,configura a criatividade em patrimônio. Inicialmente, limitava-se à atividade literária, mas com o passar do tempo novas categorias foram incluídas, como, por exemplo, filmes,imagem,tradução,músicas gravadas e interpretadas. Igualmente algumas categorias também se desdobraram: a literatura hoje inclui programas de computador, porque, de certa forma, esses programas são peças de escrita que reúnem habilidades específicas e imaginação patrimonial criativa.
Segundo Stephen B. Shepard, Editor Chefe de Business Week, em 28 de agosto de 2000,a nova idéia,fica mais abrangente,como segue abaixo:
“Assim como a moeda de troca das empresas do Século XX eram os seus produtos físicos, a moeda das corporações do Século XXI serão as idéias. A Economia Industrial está rapidamente dando lugar à Economia da Criatividade. Vantagens competitivas desfrutadas por grandes empresas no passado são agora totalmente disponíveis para novas empresas em formação, graças à enorme disponibilidade de capital e ao poder da Internet.
Com a globalização ainda num estágio recente, a Internet promete afetar as corporações muito mais nos próximos 20 anos do que foi possível fazê-lo nos últimos 5 anos. Nós não esperamos nada menos do que uma transformação radical dessas organizações num cenário em que a economia global privilegiará a criatividade, a inovação e a velocidade.”

Outra definição renovadora que se segue é quanto às:

Indústrias Criativas e as Industrias Culturais.A primeira é o termo utilizado para descrever a atividade na qual o valor econômico,está ligado ao conteúdo cultural,solidificada no tripé:

Novas mídias e as industrias dos espetáculos;

Design e da Criação Visual;

Patrimônio Histórico,Cultural e Simbólico.

Esta definição,é bem simples frente aos multiplos desdobramentos que ocorrem,dentro deste conceito,extremamente mutante a cada dia.

E as Industrias Culturais.São aquelas que objetivam e vivem da riqueza cultural e constituem uma específica geração de empregos,para melhor desenvolvimento da exploração,e comercialização de alguma propriedade intelectual,autoral e cultural.

Dentro deste novo quadro economico,deste novo século a Arte,alia se a Cultura,e se expande.De certa forma perde o carater exclusivista e passa a ter maior valor comunitário.Toda criação na Arte,passa a ter o valor de 50 % do artista,que cria e 5o % da comunidade que contemplará,e consumirá a criação.

Quanto ao conceito de Comunidades Socias Criativas,às Creative Social Communities, que venho desenvolvendo a alguns anos,baseiam se em algumas destas definições.A princípio observado,dentro do meu trabalho de campo,que vem fazendo na Zona Oeste da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro,e posteriormente por uma série de Encontros de Direito Autoral,patrocinados pelo MinC,e algumas entidades nacionais e mesmo internacionais ligadas ao assunto,no aniversário da atual LDA.

Somando a isto,alguns mêses,do Curso de Pós-Graduação de Gestão Cultural,da FGV,no Rio de Janeiro,e a vivência diária profissional dentro do Mercado de Arte.

Outra fonte de elementos adquiridos frente aos trabalhos a serem desenvolvidos,por mim,são valiosas conversações com os Artistas, e algumas entidades ativas ao meio,tais como:

As Escolas de Belas Artes,as Academias de Arte,as Entidades Públicas e Privadas,que assumem o papel de Patrocinadoras,Divulgadoras,e Promotoras da Arte e da Cultura no Brasil,de fato e de direito,como a Academia Brasileira de Belas Artes,Academia Brasileira de Arte e Meio Ambiente,a Loja Maçônica Grande Oriente do RJ,a Pumart,a Liga de Defesa Nacional,algumas Ongs,entre outras escolas e entidades.

Dentro de minha visão,o Brasil,exerce cada vez mais seu papel,dentro da muito antiga profecia,que repetidamente aparecia nos slogan governamentais:

"Brasil, o país do futuro."

"O futuro chegou,e já estamos sendo."

FELIZ ,2010.