Caminhem pela Arte e Cultura.

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sexta-feira, maio 17, 2013

IV Seminário Internacional políticas culturais‏



Lia Calabre


Fundação Casa de Rui Barbosa

Setor de Pesquisa de Políticas Culturais

Rua São Clemente, 134 - Botafogo

Cep 22260-000

Tel. (21) 3289-8609





quarta-feira, maio 08, 2013

Bayard Boiteux em Foco - Fazendas do Vale do Cafe

http://youtu.be/IF3csDuZ2Rw


Enfim uma nova tentativa para revitalizar as Fazendas de Café do Periodo Imperial Brasileiro.

Existe sim um necessidade de politicas culturais publicas e privadas permanentes - por tempo e duração indeterminada ara s Fazendas de Cafe´da Planície Fluminese .Digo isto por que as diminutas tentativas que já ocorreram neste sentido estiveram diretamente ligadas a partidos politicos que maquearam por ações meramente eleitoreiras alguns pontos por algum tempo mas no conjunto muito pouco fizeram.Estas políticas devem ser de institutos, empresários e governos locais comprometidos verdadeiramente com a causa.

Alguns anos fiz projetos e propostas junto a prefeituras da região para a realização de uma publicação referência de todas as Fazendas....umas preservadas e outras nem tanto...mas mesmo antes de buscarmos subvenções municipais como agrado e/ou incentivos, ou mesmo recursos promocionais para que os proprietarios de antigas fazendas possam se interessar por uma recuperação visual da fachada de seus patrimonios....mesmo que no caso da intentona editorial fariamos uma restauração digital mais idiata bem próximo da imagem que eram no seculo XIX por meio de software de imagem.

Sei que existe uma publicação no estilo mas privilegia e contempla só algumas fazendas.
Eu pelo menos não conheço uma publicação referência neste sentido do conjunto das quase 100 Fazendas de Café da região....sendo assim até dificulta a visibilidade de outros perante tamanha potencialidade turística regional....Por isto que acho que o primeiro passo seria uma publicação das fazendas democraticamente estabecendo o marco zero de um novo tempo de uma única e efetiva politica cultural séria e madura neste sentido...

O primeiro passo seria um breve mapeamento, e a publicação das Fazendas da região com um breve histórico de cada uma.

A seguir seria um inventário profissional cultural de toda a região....que é um trabalho difícil e demorado.....no caso que propus acima a alguma secretárias ....e para uma prefeitura da região...tinha como meta fazer um inventário artístico e cultural local.....principalmente do que trata de patrimonio religioso....pois a grande maiorias das paróquias não tem este inventário e quando tem foi realizado de maneira pouco profissional razão pela qual não savalguarda nada e quando subtraidos fica quase que impossível recupera los....e quem perde sempre é o povo....a população local....Este inventário atual artístico e cultural local é importantíssimo....para esboço de qualquer ação, projeto, estudo, e politica cultural local....até por que sabemos que a maioria do acervo hoje existente em locais ditos mais ou menos preservados na maioria das vezes foram adicionados sem qualquer critério de estilo ou época....só por terem preços convidativos para preencherem antigas, velhas e vazias fazendas largadas a própria sorte.....os profissionais da area sabem que muito pouco dooriginal material ficou....

Não que não tenha restado nada.....restou sim....e algumas nem restaram por que ainda estão abandonadas....é preciso fazer um inventário profissional a altura da importância e significado artistico e histórico desta impar região.Da mema forma que deve ter critério com estes mapeamentos da cultura imaterial que tem sido feito por algumas instituíçoes ditas educacionais mas que trabalham indiretamente para multinacionais do espetáculo...
Isto é muito perigoso.....a sociedade civil local deve bloquear vertentes que odem desastrozamente tornar moimentos quilombolas....colonias agricolas locais....folias de reis...o próprio reisado fluminense....como um show espetacular sem a preocupação de indentificar, registrar, e preservar....o patrimônio imaterial desta tão rica região não deve ser produto de cobiça de grupos poderosos da comunicação nacional e internacionais.


Partindo das festas populares e das tradições do chamado patrimônio imaterial devem promover uma agenda cultural própria e edificadora local para a região....não as nocivas agropecuárias que viraram moda e só previlegiam as multinacionais do
agro-negócio....ou eventos que não agregam valor algum a região e levam para elas uma população flutuante e bárbara bem diferente do perfil do turista cultural...como são exemplos os circuitos e trilhas do ciclismo e do motociclismo....tão comum em diversos municipios da região mas pouco promissor para o todo....

Cada região deve promover e incentivar uma agenda própria, edificante e personalíssima.....Nada contra....até por que sou da cultura e não tenho preconceito algum....mas convenhamos que um Festival de Funk em Paraty ou um Festival Gastronomico Colonial no Complexo do Alemão....é ir longe de mais....vamos edificar junto as nossas verdadeiras vocações e cultura.....

Parece que estou aqui falando ações grandiosas de muitos milhares de dólares como sonho é viagens de qualquer mega gestor de cultura....mas não estou não ....estou sim falando de ações menores mas bem orientadas para que trabalhem e movimentem a região compreendida para uma determinada é lógica direção....deve se mesmo promover a re-integração e participação cidadá cultural local.....gradativamente e resgatando algumas potencialidades recém esquecidas.....A solução turística local deve ser desejo local e cultural de todos...mas só será possivel se conseguirem paulatinamente mudarem as cabeças e os comportamentos dos jovens, dos visitantes, da população trabalhadora e das classes economicamente ativas da região.....a verdadeira mudança para ser verdadeira tem que começar de dentro.....e para valer a pena e ser efetiva....

Estou escrevendo de coração puro....sem qualquer amarra institucional....e sem correção ortográfica e sem potuação alguma....risos...rsrsrsrs....Não sou ligado a partido politico algum....não sou funcionário público...sou sim um ativista cultural livre......Sou da Educação, das Artes e da Cultura....sou um homem livre ligado a outros homens livres e de bons costumes.....que exercemos nossas patentes de brasilidades.

Quero crer que pessoas como a Sra.Martha Maria Lopes Pontes, Prof. Bayard Boiteux, o  Preservale, e o  www.espiritodovale.com.br  ,

entre outros movimentos no mesmo sentido, consigamos levar a frente de forma efetiva esta necessidade turística fluminense.... e que o Estado do RJ....acorde e veja...e exerça sua faculdade e função da economia turística cultural por todo Estado de forma mais democratica e mais ampla.Mesmo assim o mais cêdo possível....enquanto ainda temos história e cultura para serem resgatadas e transformadas pela economia criativa local.




quinta-feira, maio 02, 2013

HISTÓRIA DO BRAZIL




É impossível separar a verdadeira história da independência com a própria história da maçonaria no Brasil.
´
Foi durante, no início e no meio dos primeiros movimentos brasileiros de liberdade e separatístas da metrópole portuguesa que aparecem às idéias e ideais franco maçônicos sustentados pelos pilares desta antiga e honrada fraternidade mundialmente reconheida como justa e perfeita.
Existem sim capítulos da história brasileira que devem ser reescritos a partir do momento que muitos dos documentos e registros históricos maçônicos passarem a ser disponibilizados pelos chamados orientes ao público estudantil, universitário  e pesquisador.

 Não precisa ser profético para reconhecer que isto ocorrerá brevemente afinal as conclusões novas aparecem toda vez que um novo pesquisador aborda um velho tema sobre uma ótica diferente e a própria associação de homens livres cada vez mais deixa de ser tão secreta quanto ao posicionamento público de suas idéias optando por ser discreta.

Confesso que já alguns anos adotei a necessidade de uma releitura histórica sobre esta fraternidade de homens livres, e principalmente o antigo palacete da rua do Lavradio, 97 localizado no corredor cultural no centro da cidade do Rio de Janeiro, dito Palácio Maçônico do Lavradio que durante muitos anos foi sede do Grande Oriente do Brasil desde 1843 não confundindo se com o ano de fundação do Grande Oriente do Basil que foi em 17 de Junho de 1822 a partir de três Lojas Maçônicas, a Comércio e Artes, a União e Tranquilidade e a Esperança de Nicteroy.

Dentro dos meus termos de adoção a cultura maçônica brasileira, do Palácio Maçônico do Lavradio ou Palácio do Lavradio, eu atribuo um novo nome e título :

Palácio Maçônico da Independência do Brazil.



E dentro do mesmo movimento que foi realizado com grande sucesso na Aldeia de Arcozelo - não como local de criação do saudoso Embaixador Paschoal Carlos Magno e defendida por tantos amigos da cultura abnegados tais como Martinho de Carvalho e mais a frente Carlos Miranda e tantos outros. Trajetória esta que eu como um dos participantes entre tantos outros gestores de cultura flminenses em uma das edições do Seminário Permanente de Políticas Públicas de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, promovido pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ e a Comissão Estadual dos Gestores de Cultura /COMCULTURA RJ, acompanhamos de perto.

E neste caso acima deixa de ser só a Aldeia de Arcozêlo para ser abraçado como Centro de Memória e Patrimônio da Dramaturgia Brasileira e cabendo então não mais um esforço isolado e sim uma administração única dentro de uma guarda compartilhada e savalguardada por vários poderes de cultura sjam eles municipais, estaduais e federal.

Da mesma forma o Palácio do Lavradio que chamo por mérito histórico de " Palácio Maçônico da Independência do Brazil ", deve ser savalguardado não por ser isoladamente maçônico e sim por ser um Centro de Memória e Patrimônio da Material da Indepndência Brasileira e neste mesmo movimento deverá ser criado um Museu Maçônico Público registrado junto as Secretarias de Cultura, ao Ministério da Cultura e o proprio IBRAM com objetivo de direcionar a visão de cada visitante turista cultural vertente do turismo em franca expaansão em todos os lugares do mundo para o foco da maçonaria na verdadeira história da independência do país por mais que a maçonaria tenha participado ativamente em tantos outros importantes movimentos tais como o da Abolição dos Escravos, da Proclamação da República e tantos outros.
Mas particularmente julgo que a participação na independência seria a princípio a melhor pública abordagem.

Dentro de meu humilde papel de eterno aprendiz da cultura e ativista cultural brasileiro tenho levado e proclamado esta idéia e vertente sempre que posso nos meios das artes eda cultura.
Eu prego esta vertente por que acredito piamente nela e não vejo prticularmente como gestor de cultura com alguns anos de experiência no mercado de arte e de cultura, outra solução para savalguardar este imensuravel patrimônio.
Acredito que este pensamento deva ser semeado e patrocinado sim pela Educação, pela Cultura, pelo Turísmo, pelos movimentos de cidadania e preservação do patrimônio histórico brasileiro e mundial.

Não tenho dúvida alguma que no sentido de patrimônio brasileiro e mundial a históia da maçonaria no brasil seria de interesse e participação de institutos de cultura da ONU e da UNESCO.

A história e a memória da mais antiga Potència Maçônica brasileira deve ser a qualquer preço preservada pois pertence a todo povo brasileiro, maçon  ou  não maçon.

As antigas mentiras e invenções difamadoras sobre esta institição brasileira que sempre foi a religiosa e sim promotora da liberdade, igualdade  fraternidade.Portanto é bom que fique bem claro a todos leitores de cultura que  a Maçonaria não é uma religiao e sim uma sociedade temente a um Deus Criador Universal que tem por objetivo unir os homens entre si e aprimorando cada vez mais os caminhos que objetivam esta fraternidade.

Já foi maléficamente denegrida por injúrias difamatórias associada a demônios, e muitas das vezes apontadas como pantheon do anti-cristo por radicais pentecostais e fundamenalistas religiosos.Felizmente não é nada disto por que maçonaria não é e nunca foi religião. 

É sim PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO e UNVERSAL, e é o Grande Oriente do Brasil a mais antiga e tradicional obediência maçônica do Brasil e por conseguinte a única reconhecida a muitos anos pela Grande Loja Mãe do Mundo - A Grande Loja Unida da Inglaterra.












segunda-feira, abril 22, 2013

Marta Suplicy fala sobre as diretrizes do Ministério






'É hora de alimentar a alma', diz Marta Suplicy no Senado.

Djalba Lima


A ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse em audiência no Senado, nesta quarta-feira (17), que existe demanda crescente dos brasileiros por produtos culturais. Segundo ela, depois de alcançar o direito de fazer três refeições graças aos programas sociais, a população mais carente percebeu que "é hora de alimentar a alma".




Questionada pela senador Lídice da Mata (PSB-BA) sobre dificuldades para manutenção dos Centros de Artes e Esportes Unificados (Ceus) – construídos pelo governo federal e custeados pelas prefeituras –, Marta Suplicy afirmou que os prefeitos precisam ter consciência de que a cultura tornou-se um bem de primeira necessidade para a população.



Uma alternativa para a manutenção, como afirmou na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), é a criação de consórcios entre municípios pequenos para gerir determinado centro com abrangência regional.



A ministra prometeu apoiar proposta da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) de produção de programas de rádio para disseminação da cultura e elogiou a iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizado Rural (Senar), presidido pela parlamentar, de exibir cinema em pequenas comunidades. Pesquisa do Ibope mostrou que 90% dos municípios não têm salas para exibição de filmes.



Novas experiências



Depois de citar dados do Ibope, segundo os quais 87% dos brasileiros não frequentam salas de cinema e 92% nunca foram a um museu, a senadora Ana Amélia (PP-RS) questionou a ministra sobre a eficácia de instrumentos como o vale-cultura para a mudança desse cenário.



Marta disse que, exatamente por isso, excluiu a TV por assinatura do vale-cultura, porque deseja que as pessoas possam "viver novas experiências". Ela garantiu que esse vale, criado pela Lei 12.761/2012, está dando certo, inclusive fortalecendo a cadeia de produção cultural.



Também em resposta a Ana Amélia, a ministra da Cultura anunciou parcerias com universidades e com o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) para mapeamento da chamada economia criativa, definida pelo autor inglês John Howkins como a exploração do valor econômico da imaginação.



Para "não ficar só no diagnóstico", que considerou importante para a adoção das medidas necessárias, Marta Suplicy informou que o ministério está elaborando alguns editais de fomento de áreas já identificadas.



Lei Rouanet



A ministra defendeu uma reforma na lei federal de incentivo à cultura (Lei 8.313/1991, conhecida como Lei Rouanet) e revelou ter feito apelos ao ex-presidente do Senado José Sarney para que seja relator da proposta – PL 6.722/2010 na Câmara – quando ela for enviada à Casa.



Marta Suplicy contou aos senadores que, quando chegou ao Ministério da Cultura, notou que praticamente não existiam projetos incentivados pela Lei Rouanet em benefício de negros. Os poucos que existiam, segundo ela, não conseguiam captar recursos. Por isso, a pasta lançou editais específicos para negros, "com sucesso retumbante" .



A ministra respaldou o pleito do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) de apoio à construção do aeroporto internacional de São Raimundo Nonato (PI), cidade do semiárido que abriga um tesouro arqueológico conhecido no mundo inteiro. Na opinião dela, o aeroporto poderá colocar o Brasil no centro de um rota cultural muita expressiva, com enorme impacto na cidade e na região. Marta acredita que a iniciativa fará uma "grande diferença" para o país.



A audiência pública foi coordenada pelo presidente da CE, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), um dos autores do requerimento que resultou no convite à ministra para falar sobre as diretrizes de sua pasta para este ano.



Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)





Marta Suplicy fala sobre as diretrizes do Ministério da Cultura

quinta-feira, abril 11, 2013

FREI BETTO 2013 RJ





Ricardo Barradas e Frei Betto fazendo
dedicatória do novo romace RJ



Frei Betto e Ricardo Barradas. 


" Entre o amarelo forte e o coral,
a luta de cada um pela liberdade.
Norteadas por fé e igualdade,
mas sempre com as armas do pensamento,
das palavras e da mansidão.
Sonhar e Acreditar na Paz.
Nunca ficar em silêncio perante
as vaidades, o errado e o injusto.
O Verbo é para ser mais que perfeito."

Ricardo V. Barradas.                 


               

terça-feira, abril 02, 2013

domingo, março 31, 2013

SELARON....ALELUIA.......A NOVA LAPA NO RJ.


ALELUIA  SELARÓN ...

 A Nova Lapa....com muita segurança por todos os lados, como à muito
tempo deveria ser....
desde que passou a ser o programa obrigatório das noites cariocas...
Um mar de jovens povoam a Velha Lapa no Rio de Janiro,
todas as noite...

A Arte mais uma vez venceu....
mais uma vez em sua pior forma.....
Que seja feito o tributo na direção certa.....
 
Jorge Selarón
(Limache, Chile, 1947 — Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2013).
 
SALVE SELARÓN
 
 


quarta-feira, março 27, 2013

MOACIR ANDRADE - AM ,1927. - ARTISTA AMAZONENSE


MOACIR ANDRADE (AM , 1927)
" Briga de Galos"
óleo s/ tela 
1,22 x 1,68 cm.
Ass. inf. esquerdo e datado.
Coleção Ricardo Barradas - RJ.





MOACIR ANDRADE (AM , 1927)
" Festa Popular da Coroa do Divino" 
 óleo s/ tela colado em madeira
0,55 x 0,70 cm.
Ass. inf. esquerdo e datado de 1973.
Coleção Ricardo Barradas - RJ.




Artistas de rua fazem intervenção em homenagem ao dia do grafite

27 de Março dia nacional do grafite