
Monday, February 08, 2010
ELISEU VISCONTI por Valéria Ochoa Oliveira.

Tuesday, February 02, 2010
Artes pelo Mundo.Sugestões de Links de Arte.
Friday, January 22, 2010
Always in a Spiral by Maria Nepomuceno
Maria Nepomuceno"Always in a Spiral"
January 23 - June 6
Curator: Elisabeth Millqvist
Magasin 3 Stockholm Konsthall
Frihamnen, SE -115 56
Stockholm
Phone: +46 8 545 680 40
Thursday, January 21, 2010
Mostra em São Paulo exibirá trajetória do gravurista J. Borges
Será inaugurada em São Paulo no dia 30 de janeiro a mostra "A Arte de J. Borges: do Cordel à Xilogravura", do artista pernambucano José Francisco Borges. A exposição revela a trajetória do artista autodidata, focando o percurso de sua produção de cordéis e gravuras em cenários que ilustram o universo cultural nordestino. São exibidas xilogravuras, cordéis e matrizes originais. Durante a exibição da mostra, que estará aberta até o dia 28 de fevereiro, serão realizadas oficinas gratuitas de xilogravura aos sábados.
A mostra não apresenta apenas a obra de J. Borges, mas o percurso de sua vida e sua expressão artística. Assim, a montagem procura contextualizar a exposição, trazendo um pouco da casa do artista à mostra, que conta com fotos e gravuras de seus familiares e aprendizes, e um pouco de sua cidade-natal, Bezerros (PE), que é representada por barraquinhas de feira com gravuras penduradas. Será exibido, ainda, um documentário de Vincent Carelli, que mostra a vida e a obra de J. Borges e a sua relação com a pacata cidade.
Nascido em 1935, José Francisco Borges ou J. Borges, como prefere ser chamado, é um dos mais expressivos artistas populares do Brasil. Considerado por Ariano Suassuna o maior gravador popular do país, o artista foi um dos ilustradores do calendário da ONU do ano de 2002. Autodidata, J. Borges publicou seu primeiro cordel em 1964, intitulado "O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina", seguido de "O Verdadeiro Aviso de Frei Damião Sobre os Castigos que Vêm", cuja publicação deu início à sua profícua carreira de gravador.
A Arte de J. Borges: do Cordel à XilogravuraQuando: de 30 de janeiro a 28 de fevereiro; de terça-feira a domingo, das 9 às 21 horasOnde: Caixa Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo (SP)Quanto: Entrada franca - Recomendação Livre
Thursday, January 07, 2010
Caio Reisewitz: Parece Verdade

Monday, January 04, 2010
Matéria para a TV Futura - Centro Cultural A História Que Eu Conto.
Wednesday, December 30, 2009
A Special Message from the Director of MoMA,to avaliadordearte.
Glenn D. Lowry
ECONOMIA CRIATIVA - de John Howkins.
Nesse contexto, segundo o autor, existem diversas formas de propriedade intelectual, das quais as mais comuns são:
Patentes,
Marcas comerciais,
Design.
Com a globalização ainda num estágio recente, a Internet promete afetar as corporações muito mais nos próximos 20 anos do que foi possível fazê-lo nos últimos 5 anos. Nós não esperamos nada menos do que uma transformação radical dessas organizações num cenário em que a economia global privilegiará a criatividade, a inovação e a velocidade.”
Outra definição renovadora que se segue é quanto às:
Indústrias Criativas e as Industrias Culturais.A primeira é o termo utilizado para descrever a atividade na qual o valor econômico,está ligado ao conteúdo cultural,solidificada no tripé:
Novas mídias e as industrias dos espetáculos;
Design e da Criação Visual;
Patrimônio Histórico,Cultural e Simbólico.
Esta definição,é bem simples frente aos multiplos desdobramentos que ocorrem,dentro deste conceito,extremamente mutante a cada dia.
E as Industrias Culturais.São aquelas que objetivam e vivem da riqueza cultural e constituem uma específica geração de empregos,para melhor desenvolvimento da exploração,e comercialização de alguma propriedade intelectual,autoral e cultural.
Dentro deste novo quadro economico,deste novo século a Arte,alia se a Cultura,e se expande.De certa forma perde o carater exclusivista e passa a ter maior valor comunitário.Toda criação na Arte,passa a ter o valor de 50 % do artista,que cria e 5o % da comunidade que contemplará,e consumirá a criação.
Quanto ao conceito de Comunidades Socias Criativas,às Creative Social Communities, que venho desenvolvendo a alguns anos,baseiam se em algumas destas definições.A princípio observado,dentro do meu trabalho de campo,que vem fazendo na Zona Oeste da Cidade e do Estado do Rio de Janeiro,e posteriormente por uma série de Encontros de Direito Autoral,patrocinados pelo MinC,e algumas entidades nacionais e mesmo internacionais ligadas ao assunto,no aniversário da atual LDA.
Somando a isto,alguns mêses,do Curso de Pós-Graduação de Gestão Cultural,da FGV,no Rio de Janeiro,e a vivência diária profissional dentro do Mercado de Arte.
Outra fonte de elementos adquiridos frente aos trabalhos a serem desenvolvidos,por mim,são valiosas conversações com os Artistas, e algumas entidades ativas ao meio,tais como:
As Escolas de Belas Artes,as Academias de Arte,as Entidades Públicas e Privadas,que assumem o papel de Patrocinadoras,Divulgadoras,e Promotoras da Arte e da Cultura no Brasil,de fato e de direito,como a Academia Brasileira de Belas Artes,Academia Brasileira de Arte e Meio Ambiente,a Loja Maçônica Grande Oriente do RJ,a Pumart,a Liga de Defesa Nacional,algumas Ongs,entre outras escolas e entidades.
Dentro de minha visão,o Brasil,exerce cada vez mais seu papel,dentro da muito antiga profecia,que repetidamente aparecia nos slogan governamentais:
"Brasil, o país do futuro."
"O futuro chegou,e já estamos sendo."
FELIZ ,2010.



