Caminhem pela Arte e Cultura.

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sábado, maio 19, 2018

CPM - Creations Perpetuum Mobile,






Leonardo Da Vinci



O processo criativo inicial de uma obra na arte, começa de forma aleatória e abstrata, afinal o ambiente remoto e o recém estado mental, emocional do artista, do autor, do inventor o contamina. A cadencia mecânica e a gestualidade do fazer que aos poucos definem a complexidade e a singularidade muitas vezes aparentemente sem sentido, objetivo e soluções. Mas o inesperado existe e quando se menos espera, elas surgem em perguntas fluxos e respostas energéticas, luz e calor, ondas finas e precisas que se a razão busca se encontra las levaria anos a fio sem ter nada próximo desta exata situação e posição. A frequência criativa quando realmente sintonizada na arte pura é uma divina baixa blasfêmia da criação. Nenhum verdadeiro artista pode se achar sacro-santo por que busca reinventar o verbo longe do original, educacional e dos saberes previsíveis. Entre obras de varias plataformas de uma forma fechada ou de uma forma aberta, que é bem mais grave pois alem de inventar o que não existe ainda nega a limítrofe cativa equação das horas, do espaço e do tempo, os cânones da oficial temporalidade da evolução. São estas obras que alguns mestres em semiótica, como Umberto Eco, costumam chamar de obras abertas, pois são criações que transitam em um movimento perpetuo como moto-continuo. Obras criativas possíveis, mas hipotéticas como as leis da física interpretam ou melhor hipoteticamente irreal para um mecânico e gravitacional instrumento mas naturalmente real e possível enquanto fundamento e obra de criação. Obras que eu costumo chamar de CPM - Creations Perpetuum Mobile, ideias imagens de luz, cor, fluxo e frequência as quais reutilizariam indefinidamente a energia criativa gerada por ela mesma desde seu próprio movimento inicial criativo. Não são obras derivadas dos movimentos simbolistas quaisquer. São sim obras da criação artística inventiva que de tempos em tempos, ressurgem edificadas e atualizadas como um tipo especial de meta-linguagens continuas criativas, bem mais fortes e bem mais precisas para qualquer momento em questão rumo ao infinito. São obras ícones, na direção da nova linguagem contemporânea onde o ideograma não só exprime a ideia exata mas por forma criativa deriva múltiplas interpretações.O vermelho encarnado da dor, do mutilamento, escarnecimento, do ferimento, da violência perante a vida, do perigo é a mesma cor universal escolhida para significar a ternura mais humana, o amor, no coração vermelho.


RICARDO V. BARRADAS 

segunda-feira, abril 23, 2018

segunda-feira, abril 16, 2018

"NA VISÃO DO ARTISTA: ARTES VISUAIS - PROBLEMAS, SOLUÇÕES E ALTERNATIVAS."



 I Seminário de Artes Visuais do Fórum Faz Cultura.



Detalhes
"NA VISÃO DO ARTISTA:

ARTES VISUAIS - PROBLEMAS, SOLUÇÕES E ALTERNATIVAS."

Dia 3 de maio você tem um encontro marcado com a arte no I Seminário de Artes Visuais do Fórum Faz Cultura.

Serão 3 mesas que debaterão os rumos da produção artística, preservação, fomento, normas, políticas públicas, entre outros assuntos:

Mesa 1
Promoção e Circulação de Obras de Arte no Brasil e no Exterior: normas, dificuldades e soluções.

Com participação de:

Ana Helena Curti - Arte3 e Presidente da ABPIAV, Ewelyn Schots - Advogada Tributarista e Auditora, Claudio Valansi - fundador da Art Rio e Marchand, representantes da Polícia Federal, Receita Federal e da CQS Advogados.

Mediação: Gabriela Arraes Franco - Advogada especialista em Direito autoral, marcas e patentes.

Mesa 2
Incentivos e Programas de amparo e fomento das Artes Visuais no Brasil.

Com participação de:

Zeka Araújo - Artista plástico, Patrícia Castro - Coordenadora da Superintendência de Museus e da Superintendência de Leitura e do Conhecimento da Secretaria de Cultura do Estado do RJ , Lara Gurgel - Gestora do Projeto Setorial de Arte Contemporânea na Apex-Brasil, representantes da Sefic, Sesc Rj e Funarte.

Mediação: Flavia Faria Lima - Jornalista, internacionalista, gestora cultural especializada em leis de incentivo e auditorias culturais.

Mesa 3
O Valor da Arte: preservação, colecionismo, gestão de museus e instituições culturais, leilões.

Com participação de:

Marcus Monteiro - Inepac, José Marconi Marques de Andrade - restaurador, conselheiro municipal de cultura e co-fundador do Grupo SOS Patrimônio, Ricardo Barradas - curador, avaliador de arte e presidente da AFBA, Rita Wirtti - Gerente do Projeto Latitude na ABACT, André Angulo - Museu da República, e representantes de Museus e Instituições culturais.

Mediação: Professor Olinio Coelho - Arquiteto, chefiou o pioneiro Patrimônio do Estado da Guanabara, elaborou o decreto de tombamento do Parque Lage, criou o curso de restauro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Serviço:

Data: 3 de maio
Horário: 13h30 às 20h30
GRATUITO
Inscrições: até dia 02/05 às 17h no e-mail - secretaria.forumfazcultura@gmail.com
Local: Av. Almirante Barroso 14/16, Centro - Rio de Janeiro
Sala Mário Tavares - Anexo do Theatro Municipal.

Obs.: Fica atrás do Theatro Municipal, próximo à estação Carioca.

terça-feira, abril 10, 2018

EVANDRO CARNEIRO


EVANDRO CARNEIRO, marchand e escultor brasileiro.
No período de 1962-1963: participou de cursos no Museu de Arte Moderna com os professores Ione Saldanha e Ivan Serpa. Em 1964: Ingressa na Escola Nacional de Belas Artes.Ganhou o concurso instituído pelo Diário de Notícias para o troféu da Campanha Nacional da Criança, júri composto por G. P. Pinheiro, Raymundo Castro Maya e Hélio Oiticica.Teve aulas particulares com a escultora Celita Vaccani. Ingressa no Mercado de arte como funcionário da Galeria Relevo, Rio de Janeiro. Criou com José Carvalho a Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, ficando ativo na organização de leilões de arte. Organizou diversas exposições para a Bolsa de Arte, a sede do Jockey Club e o Museu Nacional de Belas Artes: Castagneto, Di Cavalcanti, Ceschiatti, Goeldi/ Grassmann / Messias, Kaminagay, Ismael Nery, Wanda Pimentel, Ivan Freitas, Pancetti, Rubem Valentim, Cerâmicas pré-colombianas, Antônio Dias, Modesto Brocos, Rubens Gerchman, Manuel Kantor, Bruno Giorgi, Sergio Telles, Cícero Dias, Eugênio Sigaud, Geza Heller, Portinari, Campofiorito, Aluisio Valle, entre outros.1987 faz Exposição individual na GB Arte, Rio de Janeiro.Em 1988: Participa da mostra “Ousadia da Forma”, na Galeria Matias Marcier, Rio de Janeiro. Em 1989: Exposição individual na Skultura Galeria de Arte, São Paulo. Participa da mostra “Nossos anos 80” no Centro Cultural Laura Alvim, organizada pela Galeria GB Arte, Rio de Janeiro. Em1990: Realiza Exposição individual na Galeria Ipanema, Rio de Janeiro. Realização da escultura Cristo Crucificado, em grandes dimensões, para a Catedral de Petrópolis, Rio de Janeiro. Em 1991: Exposição individual na Galeria Arte Actual, Santiago do Chile. Execução da escultura Dédalo, em grandes dimensões, para o Palácio dos Leilões, Rio de Janeiro. Em 1992: Exposição individual na Galeria Saramenha, Rio de Janeiro. Atividades no Laboratori Artici di Scultura in Marmo Carlo Nicoli, em Carrara, Itália. Exposição coletiva ‘O feminino e o eterno bronze’, juntamente com Agostinelli, Bruno Giorgi, Ceschiatti e Sonia Ebling, no Palácio dos Leilões, Rio de Janeiro. Em 1993: Instala a escultura Enigma, em grandes dimensões, no Parque de Esculturas do Shopping Center Recife, Pernambuco. Exposição individual em sala especial juntamente com individuais de Antônio Bandeira e Roberto Burle Marx no Salão de Antiquários e Galerias de Arte no Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro. Em1994: Exposição individual no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro. Realização da escultura Cristo Crucificado, em grandes dimensões, para a igreja São Sebastião de Petrópolis, Rio de Janeiro.1995: Exposição individual no Palácio do Itamaraty, Brasília. Em 1998: Membro do júri da 1a Bienal Internacional de Escultura, em Resistência, Argentina, juntamente com Roel Teeuwen (Holanda) e Rafael Canogar (Espanha). Em 1999: Exposição ‘Escultura Brasileira’, juntamente com José Pedrosa, Vasco Prado, Bruno Giorgi, Sonia Ebling e Heloisa Trenagno, na Galeria Marcus Vieira, Belo Horizonte. Realiza em 2000: Exposição individual na Galeria Marcus Vieira, Belo Horizonte. Instala cinco esculturas, em grandes dimensões, no Centro Empresarial Barra Shopping, Rio de Janeiro. Exposição ‘A Pedra’, com Alfi Viverni, Bruno Giorgi, Sonia Ebling e Victor Brecheret. Em 2001: Exposição individual no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Instala a escultura Sirena, em grandes dimensões, no Condomínio La Reserve, Rio de Janeiro. Recebe o prêmio São Sebastião de Cultura – Artes Plásticas, outorgado pela Associação Cultural da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Integra no biênio 2001 / 2003 o Conselho Empresarial de Cultura da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Em 2003: Cria a Evandro Carneiro Leilões, Rio de Janeiro. Eleito e convidado para a Cadeira n. 8 da Academia Brasileira de Arte, sucedendo sua antiga professora de escultura, Celita Vaccani, vindo a tomar posse em 2012. 2005: Instala três esculturas em grandes dimensões no condomínio Península, e outras cinco no Windsor Hotel – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Faz em 2006: Exposição individual na Galeria Márcia Barrozo do Amaral, Rio de Janeiro. Realiza em 2011: Exposição A Arte em Bronze, Espaço Cultural Engenho Central, Piracicaba, SP. Instala em Ouro Preto, por encomenda do prefeito Angelo Oswaldo, duas esculturas: Acqua-via, no Parque Horto dos Contos e Marília de Dirceu na casa de Tomás Antônio Gonzaga. Em 2013: Inaugura a escultura Dom Quixote, no Instituto Mário Mendonça em Tiradentes, MG. Em 2015: Instala duas esculturas em granito em grandes dimensões no Hotel Hilton Barra, Rio de Janeiro. Sua obra integra diversos acervos no Brasil e no Exterior, assim como: Museu Nacional de Belas Artes, no RJ, Museu de Esculturas do Parque da Catacumba e Museu de Belas Artes em Santiago do Chile e diversas coleções privadas.

Evandro Carneiro

EVANDRO CANEIRO
TORSO
Escultura em bronze polido sob base de granito.
circa de 0,60 cm
COLEÇÃO RICARDO BARRADAS - RJ

terça-feira, março 27, 2018

PRECE DE CARITAS




“Deus nosso Pai,
que Sois todo poder e bondade,
dai força àqueles que passam pela provação,
dai luz àqueles que procuram a verdade,
e ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.
Deus,
dai ao viajante a estrela Guia,
ao aflito a consolação,
ao doente o repouso.
Pai,
dai ao culpado o arrependimento,
ao espírito, a verdade,
à criança o guia,
ao órfão, o pai.
Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste.
Piedade, Senhor, para aqueles que não Vos conhecem, e
esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores,
derramarem por toda à parte a paz, a esperança e a fé.
Deus,
um raio, uma faísca do Vosso divino amor pode abrasar a Terra,
deixai-nos beber na fonte dessa bondade fecunda e infinita, e
todas as lagrimas secarão,
todas as dores acalmar-se-ão.
Um só coração, um só pensamento subirá até Vós,
como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha,
nós Vos esperamos com os braços abertos.
Oh! bondade, Oh! Poder, Oh! beleza, Oh! perfeição,
queremos de alguma sorte merecer Vossa misericórdia.
Deus,
Dai-nos a força no progresso de subir até Vós,
Dai-nos a caridade pura,
Dai-nos a fé e a razão,
Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas
O espelho onde refletirá um dia a Vossa Santíssima imagem.”



Augusto José Marques Júnior (Rio de Janeiro RJ 1887 - 1960 RJ Rio de Janeiro)





MARQUES JUNIOR

Augusto José Marques Júnior ( 1887 - 1960 )

óleo sobre tela 

56 x 48 cm

São Paulo Apóstolo

PARIS  1918 

Considerado um dos mais importantes trabalhos do artista. 
Obra de raro valor adquirido da família do artista.

Coleção Particular RJ 






sábado, março 17, 2018

MARIELLE FRANCO, PRESENTE.





Vereadora Marielle Franco 



Para Vereadora Marielle Franco, in memorian.

Os maus e os perversos deste mundo não sabem que não se consegue verdadeiramente ceifar o brilho de uma estrela.Pelo contrario, na tentativa amarga de apaga la, ela como luz se fortalece, espalha se e se encandece.

                                                                                            RICARDO V. BARRADAS