Caminhem pela Arte e Cultura.

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quarta-feira, outubro 07, 2020

MARIO AGOSTINELLI - "A Virgem com Menino Deus"

 


MARIO AGOSTINELLI 

(Arequipa, Peru 1915 - Rio de Janeiro RJ 2000) 



Rara e Preciosa Escultura em bronze polido representando

Peça Única 


 "A Virgem com Menino Deus"

Medida: 13 cm de altura; C/ base: 16 cm


 

Ex- Coleção Dr. Ruy Canedo  - RJ

Atual Coleção Dr. Ricardo V. Barradas - RJ



Mario Agostinelli 



Mario Agostinelli 







segunda-feira, outubro 05, 2020

MACONARIA ESOTERICA









Enquanto Stonehenge no sul da Inglaterra tem cerca de 4.500 anos, 
o campo arqueológico de Calçoene, interior do Amapá,
 deve ter sido construído há aproximadamente 1.100 anos.



 Maçonaria Esotérica.

A Maçonaria nunca foi uma religião mas desde os primórdios de sua historia, na organização nas guildas romanas como maçonaria operativa se codificou em princípios religiosos alegóricos e simbólicos, para de fato acobertar conceitos e saberes astronômicos e astrológicos e seu largo uso, tanto como uma ferramenta e instrumento de conhecimento quanto de poder. Desde os tempos antigos, os homens pesquisaram e aprenderam uma grande quantidade de dados sobre o universo simplesmente observando o céu. Estes estudos legou uma antiga compreensão da mecânica celeste, que contribuiu para a criação de um calendário ligada às estações do ano, o movimento do sol, da lua e de algumas estrelas e constelações trazendo conseqüências positivas para a agricultura, para as edificações, para as viagens, as guerras e toda capacidade de sobrevivência nas diferentes regiões do planeta. Por isso, que a investigação do céu sempre constituiu ao longo dos tempos um importante elo hermético de compreensão entre o céu e a terra, entre o homem e Deus. No entanto com o advento da passagem da maçonaria operativa para a maçonaria especulativa, sobretudo pelos primeiros cânones e códices organizados por religiosos protestantes, muito deste antigo conhecimento mais uma vez se codificou principalmente por conceitos alegóricos e saberes fantasiosos judaico-cristão, como a própria Lenda de Hiram Abiff, o artífice que o Rei de Tiro, enviara ao Rei Salomão para o embelezamento na construção do Grande Templo. Já hoje em todos os Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria Universal, contém uma parcela bem expressiva da Lenda de Hiram Abiff e alguns dos Landmarks determinam que seja observada de forma obrigatória essa Lenda. Pois na realidade ela possui uma doutrina e simbologia astronômica, astrológica e esotérica assim como toda a liturgia iniciática maçônica que envolve o transitar pelo estudo filosófico e espiritual desta antiga doutrina.
Ricardo V. Barradas 33



Parte de um artigo do autor....sobre Maçonaria Esotérica, Astronomia e Astrologia.
de 2016.

domingo, outubro 04, 2020

MOACIR ANDRADE ou MOACIR DE ANDRADE - O MESTRE DA ARTE DA AMAZONIA.

 https://www.webartigos.com/artigos/moacir-de-andrade-manaus-am-1927-2016-am-manaus/164061


O artista plástico amazonense Moacir de Andrade desponta como um dos principais artistas amazonenses por sua temática artística, histórica, cultural e folclórica ligada a Amazônia brasileira. Moacir Andrade, como também é conhecido se consagrou internacionalmente pelas obras que retravam a região Amazônica e a vida ribeirinha. O reconhecido artista plástico, poeta, desenhista, antropólogo e escritor, possui cerca de 50 mil telas pintadas, escreveu 20 livros e expôs as próprias produções em mais de 70 países. nasceu na cidade de Manaus no dia 17 de março de 1927 e chegou a morar no interior do estado com os pais Severino Galdino de Andrade e Jovina Couto de Andrade. O artista iniciou a vida artística profissional, em 1948, como desenhista em uma empresa de construção. Sua primeira mostra individual ocorreu no dia 9 de abril de 1952 na Escola Técnica Federal do Amazonas. Ele é um dos fundadores Clube da Madrugada, em 1954 que mantem suas atividades durante muito anos na capital amazonense fortalecendo o estudo e as novas pesquisas sobre a gigantesca diversidade amazônica. Vários intelectuais, artistas e pesquisadores fizeram parte do Clube da Madrugada, entre eles esta o artista plástico, advogado, escritor marchand carioca Ricardo Vianna Barradas que despontou com um de seus mais notáveis alunos de pintura e pesquisador do folclore amazônico.
O artista também lecionou aulas de Educação Artística na antiga Universidade do Amazonas (UA), Escola Técnica Federal do Amazonas, Colégio Estadual e no Colégio Militar em Manaus.

Entre suas principais obras literárias, se destacam: Moacir Andrade, Catálogos; Moacir Andrade, Desenhos; Manaus, Monumentos, Hábitos e Costumes; Amazonas, a Esfinge do Terceiro Milênio; Alguns aspectos da Antropologia Cultural do Amazonas; Tipos e Utilidades dos Veículos de Transportes Fluviais do Amazonas; Nheengaré ou Narrativas Amazônicas; Manaus, Ruas, Fachadas e Varandas; Tesouro de Icambiaba.

Criticas Publicadas sobre o artista.

"As bandeiras de defesa ecológica ainda não se haviam desfraldado e já o artista amazonense, dotado de uma visão perpetuadora dos maiores paisagistas de todos os tempos, declarava e defendia e defendia em sua telas, pela voz das cores, os perfis mais amados da vida e do homem amazônico. Toda a natureza da Planície, castigada até o sacrifício das espécies, pôde antes providencialmente mostrar-se nas criações de Moacir. Dir-se-ia que ele foi um meio eficaz que a Amazônia encontrou para defender-se e perenizar-se nas suas feições mais belas e essenciais de potestade verde, de vida infinitamente derramada. Esse fenômeno afetivo de a natureza encontrar nos artistas a sua via sacramental, a sua transposição para o futuro, dá-se com insistência, e com ardor é estudado, e continua misterioso. O certo, porém, é que a arte dos iluminados é puro e ancestral movimento de preservação dos valores decisivos na evolução dos povos, um esforço pela perpetuidade dos caracteres biossociais e humanas mais eminentes. A arte que exercita a eternidade é uma conjunção complexa, em que as trocas do homem com a natureza aparecem sinergicamente se completando e redentoramente atuando, sempre a exorcizar a treva aproximada e a mostrar as pontes para o alvorecer. Assim o conjunto da obra de Moacir Andrade, visto na sua grandeza fecunda de meio século, mais parece uma convulsão da natureza, um poderoso despertar das forças naturais amazônicas buscando espaço para multiplicar seus dons, estender seus abraços, prodigalizar suas luzes. Emocionalmente considerado e criticamente medido, o trabalho de Moacir Andrade não pode ser só arte, só amor da terra, é uma verdadeira descida ao fogo sagrado, uma unção sobre a selva, o trasbordamento de uma personalidade que as eras reclamam de milênio em milênio (...)"
Max Carphentier
ANDRADE, Moacir. 50 anos de exposições pelo Brasil e pelo mundo. Apresentação de Thiago de Mello. Textos de Max Carphentier, Menotti del Picchia, Camara Cascudo, Jorge Amado, Gilberto Freyre, Gabriel Garcia Marques. Manaus: Editora Umberto Calderaro Ltda. , s.d., 54p. ilust.

"É fato que sua tendência à estilização - tanto nos retratos quanto nas paisagens, figuras e cenas típicas - o tem levado muitas vezes a produzir obras que não dispõem de atmosfera diretamente equatorial e específica, mesclando técnicas e interesses tão diversos com os de um certo expressionismo de função compositiva, um gestualíssimo derivado do prazer de cobrir amplamente a superfície do papel ou da tela, e um desejo construtivo organizar as múltiplas áreas de cor em estruturas de propensão "geometrizante". No entanto, a origem e a vivência amazônicas terminaram ultimamente por assumir importância direta na sua pintura, modificando de modo muito amplo os esquemas anteriores. O que hoje o estimula é a tentativa de recontar, em telas de grandes dimensões, cobertas por inteiro de incontáveis detalhes, as lendas da região, popularmente disseminadas. Se antes a pintura de Moacir Andrade pretendia fundamentar-se em padrões mais clássicos, agora ela se apresenta liberada para o exercício da imaginação, abolindo o convencionalismo da perspectiva e se infantilizando na alegria de amealhar pontos-relevos de cor, elementos fantásticos da fábula e simbologia atavicamente armazenada pelo homem".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Arte/Brasil/hoje: 50 anos depois. São Paulo: Collection, 1973.

EXPOSICOES INDIVIDUAIS.

1941 - Manaus AM - Primeira exposição, no Liceu Industrial
1955 - Manaus AM - Individual, na Biblioteca Pública/Clube da Madrugada
1956 - Manaus AM - Individual, na Biblioteca Pública/Clube da Madrugada
1957 - Manaus AM - Individual, no Ideal Clube
1958 - Brasília DF - Individual, no Hotel Nacional de Brasília
1958 - Manaus AM - Individual, na Biblioteca Pública/Clube da Madrugada
1958 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1959 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montmartre-Jorge
1960 - Manaus AM - Individual, Biblioteca Pública/Clube da Madrugada
1960 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP - Concurso Probel de Pinturas
1961 - Manaus AM - Individual, na Escola Técnica Federal
1962 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Casa das Molduras
1963 - Brasília DF - Individual, na Galeria do Hotel Nacional
1963 - Manaus AM - Individual, no Jornal do Comércio
1964 - Salvador BA - Individual, no Belvedere da Sá
1966 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Secretaria de Turismo do antigo Estado da Guanabara
1967 - Salvador BA - Individual, no MAM/BA
1967 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1968 - Jackson (Estados Unidos) - Individual
1968 - Knoxville (Estados Unidos) - Individual
1968 - Memphis (Estados Unidos) - Individual
1968 - Nashville (Estados Unidos) - Individual
1968 - Union City (Estados Unidos) - Individual
1968 - Washington D. C. (Estados Unidos) - Individual, no Congresso Nacional
1968 - Paris (França) - 35 quadros sobre lendas amazônicas
1969 - Lisboa (Portugal) - Individual, sob o patrocínio do Ministério das Relações Exteriores e da Secretaria de Educação e Cultura do Amazonas
1969 - Londres (Inglaterra) - Individual, na Casa do Brasil
1969 - Washington D. C. (Estados Unidos) - Individual, na Galeria do BID
1970 - Madri (Espanha) - Individual, patrocinada pelo Ministério das Relações Exteriores
1971 - Bruxelas (Bélgica) - Individual, patrocinada pela Embaixada Brasileira
1971 - Quito (Equador) - Individual, patrocinada pelo Ministério das Relações Exteriores
1972 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Mini Galeria
1974 - Cidade do México (México) - Individual, na Galeria Orosco
1974 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Espade
1974 - Tóquio (Japão) - Individual, patrocinada pela Fundação Japonesa de Cultura
1974 - Osaka (Japão) - Individual, patrocinada pela Fundação Japonesa de Cultura
1974 - Nara (Japão) - Individual, patrocinada pela Fundação Japonesa de Cultura
1974 - Hiroshima (Japão) - Individual, patrocinada pela Fundação Japonesa de Cultura
1975 - Chattanooga (Estados Unidos) - Individual, no Learning Disabilities Center
1975 - Nashville (Estados Unidos) - Individual, na Latin Américan Center of Vanderbilt University
1975 - Martin (Estados Unidos) - Individual, no Fine Arts Center - The University of Tennessee
1975 - Cookville (Estados Unidos) - Individual, na Tennessee Technological University
1975 - Memphis (Estados Unidos) - Individual, no Holiday Inn
1975 - Osceola (Estados Unidos) - Individual, no Carriage Trade Inn
1975 - Washington D. C. (Estados Unidos) - Individual, no Instituto Cultural Brasileiro
1976 - Manaus AM - Individual, na Galeria do Bradesco
1976 - São Luís MA - Individual, na Galeria de Arte Eney Santana
1977 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Galeria do Cassino Estoril
1977 - Manaus AM - Mostra retrospectiva, no Salão Nobre da ETFAM
1977 - Paris (França) - Individual, na Galeria Debret
1977 - São João da Madeira (Portugal)- Individual, na Câmara Municipal
1978 - Manaus AM - Ecologia, no Teatro Amazonas
1978 - Manaus AM - Mostra em defesa da natureza amazônica - Instituto Brasileiro de Antropologia, no Hotel Amazonas
1978 - Paramaribo (Suriname) - Individual, patrocinada pela Embaixada Brasileira
1979 - Caiena (Guiana Francesa) - Individual
1979 - Chattanooga (Estados Unidos) - Individual, no Hunter Museum
1979 - Atlanta (Estados Unidos) - Individual, no High Museum of Art
1980 - Adelaide (Austrália) - Individual
1980 - Basbane (Austrália) - Individual
1980 - Melbourne (Austrália) - Individual
1980 - Sydney (Austrália) - Individual
1980 - Berna (Suíça) - Individual
1980 - Graz (Áustria) - Individual
1980 - Lunz (Áustria) - Individual
1980 - Salz Busj (Áustria) - Individual
1980 - Viena (Áustria) - Individual
1981 - Dublin (Irlanda) - Individual
1981 - Glasgow (Escócia) - Individual
1982 - Oslo (Noruega) - Individual
1983 - Manaus AM - Individual, na Galeria Afrânio de Castro
1983 - Manaus AM - Individual, no Novotel
1983 - Manaus AM - Individual, no Teatro Amazonas
1984 - Manaus AM - Individual, no Teatro Amazonas
1984 - Neshville (Estados Unidos) - Individual, no Museu da Universidade de Venderbilt
1986 - Manaus AM - Individual, na ETFAM
1987 - Londres (Inglaterra) - Individual, na Casa do Brasil
1988 - Brasília DF - Individual, na Galeria da Embaixada da França
1990 - Manaus AM - Individual, na Pinacoteca Pública do Estado
1991 - Brasília DF - Individual comemorativa dos 50 Anos de Vida Artística
1991 - Copenhague (Dinamarca) - Individual - premiado
1991 - Helsinque (Finlândia) - Individual, na Universidade Industrial de Helsinque
1991 - Letícia (Colômbia) - Individual, no Centro de Artes
1991 - Lisboa (Portugal) - 50 Anos de Vida Artística, na Galeria do Hotel Meridien
1991 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Câmara Municipal
1991 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Centro de Estudos Judiciários
1991 - Oslo (Noruega) - Individual, na Fundação Cultural
1991 - São João do Madeira (Portugal) - Individual
1991 - Wiesbaden (Alemanha) - Individual
1992 - Manaus AM - Exposição de inauguração da Galeria Moacir Andrade-Sesc
1992 - Natal RN - Individual, patrocinada pela Aliança Francesa 



Uma das obras celebres de Moacir Andrade
pertencente ao acervo

Ricardo V. Barradas Coleção de Arte RJ
                                                                 




sábado, outubro 03, 2020

RICARDO VIANNA BARRADAS - GRANDE INSPETOR GERAL GRAU 33 do R.E.A.A.

 



RICARDO VIANNA BARRADAS

GRANDE INSPETOR GERAL

GRAU 33

RITO ESCOCES ANTIGO E ACEITO




GRANDE ORIENTE DO BRASIL

MACONARIA UNIVERSAL