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quarta-feira, maio 06, 2026
Ancestralidades Indígenas
quinta-feira, abril 23, 2026
Salve dia 23 de Abril, Salve São Jorge da Capadócia toda honra, toda gloria para o santo guerreiro contra os dragões.
quarta-feira, dezembro 24, 2025
JOSE MARIA DIAS DA CRUZ - O Mestre da Cor
JOSE MARIA DIAS DA CRUZ
JOSE MARIA DIAS DA CRUZ
Assemblage - 30 x 21 cm - sobre cartão.
Parte das correspondências do grande artista com o amigo marchand carioca
Ricardo V. Barradas.
Acervo Ricardo V. Barradas.
terça-feira, janeiro 07, 2025
segunda-feira, outubro 21, 2024
quarta-feira, outubro 16, 2024
segunda-feira, outubro 14, 2024
ALEXANDRE RAPOPORT - artista brasileiro
Alexandre Rapoport nasceu no Rio de Janeiro em 1929, ele é pintor, arquiteto, desenhista e gravador. É considerado um artista surrealista, e sua obra tem grande fama e liquidez. Começou a pintar na Faculdade de Arquitetura, antes do final da década de 50. Estudou desenho com Ubi bava e, enquanto estudante, assistiu às aulas de gravura de Raymundo Cella, na Escola Nacional de Belas Artes; foi então que participou de suas primeiras exposições coletivas promovidas pelo Governo Federal. Teve contato com Cândido Portinari, cujas influências permeiam sua obra até hoje. Viajou pela América Latina inteira, onde tem grande fama. Foi também professor da disciplina de "Composição Decorativa" na faculdade em que se formou. Ainda na década de 50 ganhou a "Menção Honrosa" no Salão Nacional de Belas Artes. De 1956 até aproximadamente 1972, dedicou-se também ao desenho industrial, expondo no Brasil e exterior. Além do Brasil, possui trabalhos em diversas coleções particulares e instituições públicas, em Roma, Viena, Zurique, Nova Iorque, Tóquio, Paris, Buenos Aires, Antuérpia, Washington e Jerusalém.
quinta-feira, agosto 22, 2024
ROGER VAN ROGGER, 1914 -1983 Retrato da artista portuguesa Maria Helena Vieira da Silva
ROGER VAN ROGGER
ROGER VAN ROGGER,
1914 Antuérpia, Bélgica - 1983 Toulon, França
Retrato da artista Maria Helena Vieira da Silva
óleo s tela, assinado e datado, 1962. Med. 115 x 88 cm
Coleção Ricardo V. Barradas
VAN ROGGER, Roger (1914: Antuérpia, Bélgica 1983: Toulon, França.
Destacou-se principalmente como paisagista, pintor de retratos figuras e de naturezas mortas. Em 1927 Começou a pintar e nesse mesmo ano publicou um livro de poesias.1932 Estabeleceu-se, com a família, no norte da França. Chegou ao Rio de Janeiro e logo se integrou a um grupo de artistas europeus que residiam na cidade, entre outros, Kaminagai, Augusto Zamoisky, Wilhelm Woeller, Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes. Recebeu do Laboratório Roche a encomenda de fixar em pinturas os portos brasileiros, do Amazonas ao Rio Grande. As imagens seriam usadas para ilustrar folhetos de propaganda.1949 Retornou à Europa, e radicou-se na França, onde deu continuidade à sua carreira de escritor e pintor. Vários museus do mundo possuem obras suas, inclusive o Moma de NY.
sexta-feira, julho 19, 2024
JOSÉ PANCETTI , Giuseppe Gianinni Pancetti -
P A N C E T T I
JOSÉ PANCETTI
Mulher sentada - desenho colorido - 35 x 24 cm - assinado e datado 1943 no cie.
Selo da Cosme Velho Galeria de Arte
Coleção Ricardo V. Barradas
terça-feira, janeiro 09, 2024
MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA
Manoel de Oliveira Pastana
Manoel de Oliveira Pastana (26 de julho de 1888, Castanhal - 25 de abril de 1984, Rio de Janeiro)[1][2] foi um pintor, ceramista e artesão paraense que se destacou pela representação em aquarela de motivos das cerâmicas indígenas marajoaras, de seu estado natal.
Rio de Janeiro - Brasil
sexta-feira, agosto 25, 2023
quinta-feira, junho 29, 2023
Pequeno Jornaleiro - de autoria do Fritz
quarta-feira, junho 14, 2023
Marcello Grassmann - vieux chenne original década de1960
Marcello Grassmann
GRASSMANN, MARCELO
Figuras e animais,
técnica mista, vieux chene e nanquim s papel
ass dat 1962 cid com 50 x 65 cm
Coleção Ricardo V. Barradas
quinta-feira, maio 25, 2023
24 de Maio, salve todos os Calon, Rom e Sinti que constroem o Brasil. Santa Sarah Kali que nos abençoe sempre.
quinta-feira, março 30, 2023
JOIAS DE CRIOULA por Ricardo V. Barradas
JOIAS DE CRIOULA
As jóias de crioula, adornos confeccionados em ouro e prata, presentes na comunidade afro descendente escrava e liberta brasileira dos séculos XVIII e XIX, se subdividem em três ramos. O primeiro das jóias, confeccionadas pelos senhores escravocratas que adornavam as escravas que serviam como empregadas domesticas a residência colonial, como símbolo de opulência e poder. O segundo, das jóias de axé, confeccionadas por razoes devocionais as matriarcas das casas de santo, da cultura das religiosidades afro brasileiras. O terceiro, as jóias confeccionadas pelos escravos de ganho, auxiliares dos oficiais de ourives, para adorno das ex - escravas alforriadas como símbolo de afirmação de liberdade na sociedade, por prestigio e poder. Usadas abundantemente durante as festas dentro da comunidade da época.
Entre os círculos de confecção das famosas jóias de crioulas, muito romantizados existem alguns hiatos pouco abordados pelos historiadores. O primeiro é quanto ao material, pois a prata por não ter extração no Brasil Colonial era mais nobre que o ouro. Outro seria sobre a confecção delas pelos escravos de ganho pois não eram feitas pelos oficiais ourives portugueses, pois os mesmo produziam os utensílios religiosos católicos e estavam impedidos a confeccionar adornos para animais. Por mais dramático que pareça, era está a posição oficial religiosa católica da época, seres sem alma, inventariados e comercializados como tal. A humanização aparece por alguns autores com o estudo posterior deste período nefasto escravocrata brasileiro.
As jóias de crioula produzidas no período escravocrata brasileiro dos séculos XVIII e XIX, tem por confecção e acabamento quase formas de artesanato e de forjaria de ferreiros, já que eram produzidas pelos escravos de ganho. Isto explica a simplicidade das formas e a repetição dos elementos, que não resultavam das técnicas da joalheria européia da época, aprimoradas dos prateiros e oficiais ourives portugueses. Em sua grande parte são de pratas, algumas com vermeil combinadas a elementos naturais de adorno, como o coral baiano, a casca do coco, o jacarandá, o marfim de diversos tipos de animais e o casco de tartaruga. O ouro quando aparece costuma ser de baixo teor e sobretudo em pequena quantidade, como detalhe.
Ainda sobre o capitulo das " jóias de crioula" é importante ressaltar e esclarecer que a Igreja Católica no Brasil dos séculos XVIII e XIX, não era uma religião somente, ela se chamava de Clero e fazia parte do estado. A exemplo disto temos o artigo primeiro do Código Comercial Brasileiro, que proíbe a mercancia, o ato de praticar comercio entre outros os clérigos que fazem parte do estado e as mulheres casadas sem a permissão do marido. Isto bem recente, nos primeiros anos da republica no inicio do século XX. Sendo assim, mesmo que veladamente coube ao clero, imputar a idéia que o povo negro escravizado, não tinha alma e fortalecendo o poder produtivo das Fazendas Coloniais, a um custo baixo para que os Barões do Café, da Borracha e da Cana de Açúcar, pudessem ter muito lucro, afinal eram eles que bancavam literalmente o Império. Mesmo que o Estado Brasileiro, tenha assumido pelo fim da escravidão e o nefasto comercio de pessoas, após a independência em 1822, perante varias nações européias, foi a partir deste período até 1850, que foram feitos os maiores e perversos contrabandos de escravos no Brasil, a sua maior parte no Estado do Rio de Janeiro, inclusive realizados por negros libertos, também, que traiam e vendiam os melhores e mais fortes trabalhadores de seu próprio povo. A exemplo disto, temos a figura folclórica de Dom Obá, um negro que possuía diversos escravos e estava ligado ao comercio imoral de escravos junto aos coronéis.
Texto original de Ricardo Vianna Barradas.
quinta-feira, março 16, 2023
OSWALDO GOELDI
OSWALDO GOELDI
Oswaldo Goeldi
desenho original a nanquim sobre cartão para o
famoso livro "Cobra Norato" de Raul Bopp - amd -25 x 37 cm
Coleção Ricardo V. Barradas
quarta-feira, novembro 30, 2022
HAYDEA SANTIAGO. "O Fauno e a Ninfa" , da famosa serie Lendas Amazônicas
HAYDEA SANTIAGO
































