Caminhem pela Arte e Cultura.

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quarta-feira, maio 06, 2026

Ancestralidades Indígenas

 


https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/50593/1/SidenyPereiraDePaula_TESE.pdf?fbclid=IwY2xjawRomsFleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFnd25pTVNkbllxZndNQ1p4c3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHj8EMWXNTr2T2OsU53a2JgUK_e9wEJ1Z2oELyCZWHr475O92Q229rpd81kpA_aem_XAOO4RJLJcioEph-ZFbmRQ&brid=YWdncwHbvXxo0nf1kKPb7LwtzYmC


“Vem pelas artes a verdadeira cultura
resistente indígena brasileira. Vitoriosa e
ímpar, tão rica de uma mitologia nativa,
simples e sagrada, lembranças vivas e
educativas de quem são. Guerreiros fortes e
sobreviventes em comunidade, que hoje
ressurgem mais vivos do que nunca das
narrativas originais das ancestralidades”.

(Ricardo Vianna Barradas)

quinta-feira, abril 23, 2026

Salve dia 23 de Abril, Salve São Jorge da Capadócia toda honra, toda gloria para o santo guerreiro contra os dragões.






Salve São Jorge, que na verdade se hospeda na Igreja original de São Gonçalo Garcia, por que a própria Igreja de São Jorge, foi ao chão, e a Arquidiocese não reconstruiu, a original ficava no centro do Rio, também. Ate a rua que levava o nome do santo, mudou de nome. E por isto, fizeram um puxadinho e diziam ser a capela de São Jorge, o velho jeitinho brasileiro mas vergonhoso. A própria imagem de São Jorge, mudaram de lugar tiraram do puxadinho, e colocaram aos pés de São Gonçalo Garcia, no Brasil vale tudo. No entanto, um Santo ortodoxo, padroeiro de vários países , varias importantes cidades do mundo inteiro, de varias instituições civis e militares, um Santo com um legião de devotos, precisa ficar num puxadinho na igreja original de outro santo. A sociedade civil, cultural e religiosa carioca deveria fazer um movimento para reconstrução da Igreja de São Jorge... Por fé ao santo grande guerreiro, que é meu pai de luz Não é possível se contentar, com mais esta gambiarra carioca da antiga Igreja de São Gonçalo Garcia e São Jorge, localizada na Praça da República (Centro do Rio, próximo ao Campo de Santana), foi recém-instituída como Santuário Arquidiocesano de São Jorge e São Gonçalo Garcia, agora colocaram o São Gonçalo, para segundo plano dentro da sua própria igreja, e foi agora em abril de 2026. É e ainda afirma ser um dos principais pontos de devoção ao santo guerreiro no Rio de Janeiro, isto a Arquidiocese diz, que será se a sociedade civil, os cantores, interpretes, os artistas pintores e escultores brasileiros, os verdadeiros devotos, empresários, políticos, devotos, se a população carioca, se os filhos de umbanda, e das matrizes afro-brasileiras nada fizerem no sentido de verdadeiramente cobrar, unir se e dar honra digna ao Glorioso São Jorge, e só ficarem vestindo de vermelho nos dias 23 de Abril na festa a cada ano e participando ausente sem compromisso na intensa programação no dia 23 de abril. Espero, que a partir de mim, me incluindo nesta verdade, possamos render as devidas homenagens a São Jorge da Capadócia, não em um santuário apropriado mas na sua própria igreja edificada para honra e sua gloria com recursos de seus devotos comprometidos com Ele. .



Salve São Jorge



 

quarta-feira, dezembro 24, 2025

JOSE MARIA DIAS DA CRUZ - O Mestre da Cor



JOSE MARIA DIAS DA CRUZ 



 








JOSE MARIA DIAS DA CRUZ

Assemblage - 30 x 21 cm - sobre cartão.

Parte das correspondências do grande artista com o amigo marchand carioca

Ricardo V. Barradas.

Acervo Ricardo V. Barradas.

segunda-feira, outubro 14, 2024

ALEXANDRE RAPOPORT - artista brasileiro



Alexandre Rapoport nasceu no Rio de Janeiro em 1929, ele é pintor, arquiteto, desenhista e gravador. É considerado um artista surrealista, e sua obra tem grande fama e liquidez. Começou a pintar na Faculdade de Arquitetura, antes do final da década de 50. Estudou desenho com Ubi bava e, enquanto estudante, assistiu às aulas de gravura de Raymundo Cella, na Escola Nacional de Belas Artes; foi então que participou de suas primeiras exposições coletivas promovidas pelo Governo Federal. Teve contato com Cândido Portinari, cujas influências permeiam sua obra até hoje. Viajou pela América Latina inteira, onde tem grande fama. Foi também professor da disciplina de "Composição Decorativa" na faculdade em que se formou. Ainda na década de 50 ganhou a "Menção Honrosa" no Salão Nacional de Belas Artes. De 1956 até aproximadamente 1972, dedicou-se também ao desenho industrial, expondo no Brasil e exterior. Além do Brasil, possui trabalhos em diversas coleções particulares e instituições públicas, em Roma, Viena, Zurique, Nova Iorque, Tóquio, Paris, Buenos Aires, Antuérpia, Washington e Jerusalém. 




















quinta-feira, agosto 22, 2024

ROGER VAN ROGGER, 1914 -1983 Retrato da artista portuguesa Maria Helena Vieira da Silva

 

ROGER VAN ROGGER



ROGER VAN ROGGER

 1914 Antuérpia, Bélgica - 1983  Toulon, França  

Retrato da artista Maria Helena Vieira da Silva 

óleo s tela, assinado e datado, 1962. Med. 115 x 88 cm 


Coleção Ricardo V. Barradas


VAN ROGGER, Roger (1914: Antuérpia, Bélgica 1983: Toulon, França.


Destacou-se principalmente como paisagista, pintor de retratos figuras e de naturezas mortas. Em 1927 Começou a pintar e nesse mesmo ano publicou um livro de poesias.1932 Estabeleceu-se, com a família, no norte da França. Chegou ao Rio de Janeiro e logo se integrou a um grupo de artistas europeus que residiam na cidade, entre outros, Kaminagai, Augusto Zamoisky, Wilhelm Woeller, Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes. Recebeu do Laboratório Roche a encomenda de fixar em pinturas os portos brasileiros, do Amazonas ao Rio Grande. As imagens seriam usadas para ilustrar folhetos de propaganda.1949 Retornou à Europa, e radicou-se na França, onde deu continuidade à sua carreira de escritor e pintor. Vários museus do mundo possuem obras suas, inclusive o Moma de NY.




sexta-feira, julho 19, 2024

JOSÉ PANCETTI , Giuseppe Gianinni Pancetti -

 


P A N C E T T I





JOSÉ PANCETTI

Mulher sentada - desenho colorido - 35 x 24 cm - assinado e datado 1943 no cie. 

Selo da Cosme Velho Galeria de Arte

Coleção Ricardo V. Barradas


terça-feira, janeiro 09, 2024

MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA




Manoel de Oliveira Pastana




Manoel de Oliveira Pastana (26 de julho de 1888, Castanhal - 25 de abril de 1984, Rio de Janeiro)[1][2] foi um pintor, ceramista e artesão paraense que se destacou pela representação em aquarela de motivos das cerâmicas indígenas marajoaras, de seu estado natal. 


MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA 

MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA


MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA


MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA


MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA



MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA  
"As bodas de Canaã'
 59 x 48 ost 
Ex - coleção Ricardo V. Barradas
vendido na Galeria Alphaville RJ




Manoel de Oliveira Pastana 
Vaso marajoara com flores - 28 x 38 cm - ost 
Ex coleção Ricardo V. Barradas  RJ





MANOEL DE OLIVEIRA PASTANA


PASTANA, Manoel de Oliveira
 1888 - 1984 

Paisagem do Rio Antigo. 
Óleo sobre tela, assinado, localizado e datado 1959 no CIE. 
Medida da tela 60 x 73 cm
obra participante e premiada em vários Salões Oficiais
e inúmeras exposições com caches no verso.

Coleção Ricardo V. Barradas


Raros e Magníficos
trabalhos de
MANOEL PASTANA


na

Coleção de Arte Ricardo V. Barradas

Rio de Janeiro - Brasil




quinta-feira, junho 29, 2023

Pequeno Jornaleiro - de autoria do Fritz

 



O celebre Monumento ao Pequeno Jornaleiro,
um menino, com roupas velhas e jornais debaixo do braço, grita as últimas manchetes na tentativa de vender os exemplares. A cena comum no Rio do início do século XX foi eternizada na escultura "Pequeno Jornaleiro", do artista Fritz, inaugurada em 1933, em uma época que a primeira dama do Brasil, Dona Darcy Vargas, esposa do ex-presidente Getúlio Vargas, já desenvolvia o projeto social juvenil da Casa do Pequeno Jornaleiro, A Casa do Pequeno Jornaleiro era uma instituição que tinha como objetivo acolher, formar e orientar crianças e jovens das camadas sociais mais pobres. Foi criada em 1938, pela primeira dama brasileira da época Darcy Vargas. A Casa do Pequeno Jornaleiro, ainda existe e é administrada pela Fundação Darcy Vargas, e vem sofrendo uma serie de transformações devido as próprias novas legislações desde o Estatuto da Criança e Adolescente, que surgiu após a revisão de meu saudoso e amigo professor o Dr. Juiz de Menor carioca Alírio Cavalieri, desde 1979, época que eu estudava Direito, na Universidade Gama Filho, no RJ. Desde 2016, a Casa do Pequeno Jornaleiro, com a presidência da Sra. Alice Moreira Franco, e agora como segundo ciclo do ensino fundamental que atende a área portuária deficitária da cidade do RJ, onde se localiza. A celebre escultura tamanho grande, original em bronze patinado foi fundida pela Fundição Amadeo Zani, que posteriormente fez uma pequena edição de miniaturas, devido a popularização dela e todo arcabouço infantil social que ela celebra e representa. Já tive das pequenas, dois exemplares em minha coleção mas não podemos guardar tudo, logo vendi.

quarta-feira, junho 14, 2023

Marcello Grassmann - vieux chenne original década de1960

 


Marcello Grassmann




GRASSMANN, MARCELO 

Figuras e animais, 

técnica mista, vieux chene e nanquim s papel 

ass dat 1962 cid com 50 x 65 cm



Coleção Ricardo V. Barradas



quinta-feira, maio 25, 2023

24 de Maio, salve todos os Calon, Rom e Sinti que constroem o Brasil. Santa Sarah Kali que nos abençoe sempre.

 




Dentro da rica diversidade que é tradicionalmente formadora da cultura brasileira temos ainda alguns grupos culturais esquecidos pelo governo cultural em suas sucessivas gestões. Entre ela encontra se uma que é milenar, a Cultura Romany - que popularmente se conhece como " cigana" que tem hoje no Brasil uma população media de pouco mais 1 milhão de cidadãos brasileiros e deveriam já terem mais que um dia, celebrados a eles que é 24 de Maio, dia de celebração de Santa Sarah Kali, que geralmente ainda fazem uma referência a data da Batalha do Tuiuti, realizada durante a Guerra do Paraguai, um fato histórico passado e não o fato mais que presente que é o Dia Nacional do Povo Cigano, que deveria ser o Dia Nacional dos Romany por que muitas das vezes o termo " cigano" por ignorância, maldade e distorção é atribuído a alguém de forma meramente pejorativa inclusive de forma errônea dentro de cultos religiosos. Mas não falo só de uma nomenclatura, celebração, falo sim e aclamo reivindico por politicas publicas de arte e cultura que reconhecessem todo um conjunto de valores de uma cultura milenar que historicamente contribuirão e contribuem constantemente para identidade cultural brasileira. Aproveito a oportunidade para aclamar, jubilar e agradecer a heróica, a maravilhosa e honrada atividade étnica-cultural e social neste sentido da minha saudosa querida amiga romany Dra. Mirian Stanescon, Embaixadora Perpetua e Primaz da Nação Romany no Brasil. No entanto distantes da pouca visão míope do governo, diversos setores da sociedade civil nacional brasileira, já reconhecem a importância da cultura romany, representativa dos Calon, dos Rom e dos Sinti na constitutiva brasilidade mas falta de forma urgente a contemplação devida e merecida destas culturas e etnias milenares via governo cultural brasileiro e seus múltiplos desdobramentos educacionais, artísticos e culturais promovendo a verdadeira realidade de um dos povos mais antigos da humanidade. Existe um projeto engavetado na ONU, sobre a formação de um estado Romany, das principais etnias, alguns falam em algum estreito local de terras entre a Índia e o sul do Egito. Locais prováveis do nascimento das primeiras culturas nômades. Um local concentrador de todas as tradições milenares de liberdade. O Brasil é um dos países com uma das maiores concentrações de Romanys do mundo. Afinal nosso saudoso e querido presidente JK tinha ancestralidade Rom. No mínimo, o que aqui digo, vale um minuto de reflexão antes de chamar alguém pejorativamente de " cigano".




Ricardo Vianna Barradas.





quinta-feira, março 30, 2023

JOIAS DE CRIOULA por Ricardo V. Barradas






JOIAS DE CRIOULA


 As jóias de crioula, adornos confeccionados em ouro e prata, presentes na comunidade afro descendente escrava e liberta brasileira dos séculos XVIII e XIX, se subdividem em três ramos. O primeiro das jóias, confeccionadas pelos senhores escravocratas que adornavam as escravas que serviam como empregadas domesticas a residência colonial, como símbolo de opulência e poder. O segundo, das jóias de axé, confeccionadas por razoes devocionais as matriarcas das casas de santo, da cultura das religiosidades afro brasileiras. O terceiro, as jóias confeccionadas pelos escravos de ganho, auxiliares dos oficiais de ourives, para adorno das ex - escravas alforriadas como símbolo de afirmação de liberdade na sociedade, por prestigio e poder. Usadas abundantemente durante as festas dentro da comunidade da época.

Entre os círculos de confecção das famosas jóias de crioulas, muito romantizados existem alguns hiatos pouco abordados pelos historiadores. O primeiro é quanto ao material, pois a prata por não ter extração no Brasil Colonial era mais nobre que o ouro. Outro seria sobre a confecção delas pelos escravos de ganho pois não eram feitas pelos oficiais ourives portugueses, pois os mesmo produziam os utensílios religiosos católicos e estavam impedidos a confeccionar adornos para animais. Por mais dramático que pareça, era está a posição oficial religiosa católica da época, seres sem alma, inventariados e comercializados como tal. A humanização aparece por alguns autores com o estudo posterior deste período nefasto escravocrata brasileiro.

As jóias de crioula produzidas no período escravocrata brasileiro dos séculos XVIII e XIX, tem por confecção e acabamento quase formas de artesanato e de forjaria de ferreiros, já que eram produzidas pelos escravos de ganho. Isto explica a simplicidade das formas e a repetição dos elementos, que não resultavam das técnicas da joalheria européia da época, aprimoradas dos prateiros e oficiais ourives portugueses. Em sua grande parte são de pratas, algumas com vermeil combinadas a elementos naturais de adorno, como o coral baiano, a casca do coco, o jacarandá, o marfim de diversos tipos de animais e o casco de tartaruga. O ouro quando aparece costuma ser de baixo teor e sobretudo em pequena quantidade, como detalhe.

Ainda sobre o capitulo das " jóias de crioula" é importante ressaltar e esclarecer que a Igreja Católica no Brasil dos séculos XVIII e XIX, não era uma religião somente, ela se chamava de Clero e fazia parte do estado. A exemplo disto temos o artigo primeiro do Código Comercial Brasileiro, que proíbe a mercancia, o ato de praticar comercio entre outros os clérigos que fazem parte do estado e as mulheres casadas sem a permissão do marido. Isto bem recente, nos primeiros anos da republica no inicio do século XX. Sendo assim, mesmo que veladamente coube ao clero, imputar a idéia que o povo negro escravizado, não tinha alma e fortalecendo o poder produtivo das Fazendas Coloniais, a um custo baixo para que os Barões do Café, da Borracha e da Cana de Açúcar, pudessem ter muito lucro, afinal eram eles que bancavam literalmente o Império. Mesmo que o Estado Brasileiro, tenha assumido pelo fim da escravidão e o nefasto comercio de pessoas, após a independência em 1822, perante varias nações européias, foi a partir deste período até 1850, que foram feitos os maiores e perversos contrabandos de escravos no Brasil, a sua maior parte no Estado do Rio de Janeiro, inclusive realizados por negros libertos, também, que traiam e vendiam os melhores e mais fortes trabalhadores de seu próprio povo. A exemplo disto, temos a figura folclórica de Dom Obá, um negro que possuía diversos escravos e estava ligado ao comercio imoral de escravos junto aos coronéis.


Texto original de Ricardo Vianna Barradas.


quinta-feira, março 16, 2023

OSWALDO GOELDI

 


OSWALDO  GOELDI 



Oswaldo Goeldi

 desenho original a nanquim sobre cartão para o 

famoso livro  "Cobra Norato" de Raul Bopp - amd -25 x 37 cm


Coleção Ricardo V. Barradas

quarta-feira, novembro 30, 2022

HAYDEA SANTIAGO. "O Fauno e a Ninfa" , da famosa serie Lendas Amazônicas

 


HAYDEA  SANTIAGO





HAYDEA SANTIAGO.
"O Fauno e a Ninfa" , da famosa serie Lendas Amazônicas
óleo s tela, 33 x 46 cm. Assinado no CID, verso, assinado e intitulado


Coleção Ricardo V. Barradas