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terça-feira, abril 02, 2019

TRISTE REALIDADE CÍVICA BRASILEIRA




TRISTE REALIDADE CÍVICA.

Comenda no grau de comendador da Ordem do Mérito Cívico
da
LIGA DA DEFESA NACIONAL
concedida por
BRASILIA - DF - BRASIL



As forças armadas brasileiras por fata de entendimento e de uma secretária cultural correspondente especializada pelo saber vivem equivocadas em movimentos contraditórios. Em vez de celebrarem datas históricas passadas como a de 1964, que causou perdas e vitimas por erros de ambos os lados diante de uma nação unificada hoje, poderiam celebrar melhor OLAVO BILAC que é o grande Patrono do Serviço Militar no Brasil. Na Semana da Pátria todos os anos, no Rio de Janeiro, seu busto no Passeio Publico da Cidade do RJ, não recebe uma limpeza e nenhuma minima "corbeille" de flores. A tradicional instituição cívico-cultural a Liga da Defesa Nacional, fundada por Bilac em 1916, no intento cívico popular brasileiro encontra se esquecida, seu centenário de fundação em 2016, passou sem grandes comemorações. Hoje no RJ, funciona numa salinha cedida no prédio do IHGB. O próprio tumulo, a ultima morada do grande patrono militar Olavo Bilac no RJ, desde muitos até a pouco tempo, quando eu tentei por meus recursos melhorar um pouco para um estado de mais dignidade, estava abandonado, depredado e caindo aos pedaços, esquecidos pelos seus honrados militantes compatriotas. Sendo assim as forças armadas brasileiras diante deste incorreto comportamento dito patriótico territorial estão equivocadas. Sugiro que deveriam ser deixados no passado estes tipos de entendimentos, para os mesmo serem revisados e renovados para um patriotismo ou civismo cultural mais próprio da contemporaneidade, para o mundo das mídias, da era digital, dos tempos de democracias e para o Brasil de hoje diante a universalidade no mundo globalizado.


Dr.Ricardo Vianna Barradas.
ex-diretor de projetos cívicos e patrióticos da Liga da Defesa Nacional do RJ.
ex-diretor cultural da Liga da Defesa Nacional do RJ.
Comendador da Ordem do Mérito Cívico da LDN, concedida por Brasilia - DF.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Mostra em São Paulo exibirá trajetória do gravurista J. Borges

Mostra em São Paulo exibirá trajetória do
Gravurista José Francisco Borges,"J.Borges".
da Livraria da Folha
Será inaugurada em São Paulo no dia 30 de janeiro a mostra "A Arte de J. Borges: do Cordel à Xilogravura", do artista pernambucano José Francisco Borges. A exposição revela a trajetória do artista autodidata, focando o percurso de sua produção de cordéis e gravuras em cenários que ilustram o universo cultural nordestino. São exibidas xilogravuras, cordéis e matrizes originais. Durante a exibição da mostra, que estará aberta até o dia 28 de fevereiro, serão realizadas oficinas gratuitas de xilogravura aos sábados.
A mostra não apresenta apenas a obra de J. Borges, mas o percurso de sua vida e sua expressão artística. Assim, a montagem procura contextualizar a exposição, trazendo um pouco da casa do artista à mostra, que conta com fotos e gravuras de seus familiares e aprendizes, e um pouco de sua cidade-natal, Bezerros (PE), que é representada por barraquinhas de feira com gravuras penduradas. Será exibido, ainda, um documentário de Vincent Carelli, que mostra a vida e a obra de J. Borges e a sua relação com a pacata cidade.
Nascido em 1935, José Francisco Borges ou J. Borges, como prefere ser chamado, é um dos mais expressivos artistas populares do Brasil. Considerado por Ariano Suassuna o maior gravador popular do país, o artista foi um dos ilustradores do calendário da ONU do ano de 2002. Autodidata, J. Borges publicou seu primeiro cordel em 1964, intitulado "O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina", seguido de "O Verdadeiro Aviso de Frei Damião Sobre os Castigos que Vêm", cuja publicação deu início à sua profícua carreira de gravador.
A Arte de J. Borges: do Cordel à XilogravuraQuando: de 30 de janeiro a 28 de fevereiro; de terça-feira a domingo, das 9 às 21 horasOnde: Caixa Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 - Centro - São Paulo (SP)Quanto: Entrada franca - Recomendação Livre
Informações: (11) 3321-4400.
Maria Regina Pinto Pereira - mrppereira@gmail.com

segunda-feira, dezembro 21, 2009

CAIO MOURÃO,Saudades....das alquimias dos metais.

Meu Grande Amigo e Mestre Caio Mourão.
Nestes espaços de final de ano,ficamos mais saudosos.
Via movimentação das festas de fins de ano,tanto pela celebração do Natal,e pela virada de ano,ficamos sensibilizados perantes alguns queridos entes que viajaram para nunca mais voltar.Nesta semana particularmente,ao arrumar alguns papéis antigos,deparei me com alguns "croquis" de projetos dee peças de joalheria,
que realizamos,juntos.Com certeza pelo papel,que estão,por mais que não me
lembrava tão bem,foram executados em uma das mesas do também falecido,
Bar e Restaurante RIO NÁPOLIS,berço de tantos encontros de fim de noite,
do ambiente,intelectual,cultural e artístico na noite do Rio de Janeiro.
O RioNápolis,ficava na Praça General Osório,em Ipanema,nas imediações,
dos Bares Jangadeiros,e posteriormente o Varanda,lugares de tantas resoluções
rápidas e genias para tantos problemas banais,que etilicamente viviamos,
no dia a dia,de Arte e Cultura,no Rio de Janeiro,naquela época dos anos
70 a 90 do século passado.Nesta forma de falar,parece que foi longe demais.
Ainda me lembro,do começo de nossa amizade,em alguns instantes,percebemos que falavamos o mesmo "Idioma da Mágia dos Metais".Eu mais da pedra para o metal,e Caio Mourão mais do metal para a pedra,mas em total consonância.
Outra grande paixão,que logo se pronuciou entre nós,foi nosso amor pelas
Artes Plásticas,a tal ponto,que depois de tantas insistências,e persitências minha para que Ele,volta-se a produzir,após alguns anos,
meio que dificilmente,fosse,voltou a faze-lo,ainda guardo com carinho,
o primeiro óleo sobre tela,que realizou,nesta nova fase,que a mim,
me presenteou.Sinceramente,até acho que Ele,pensou que eu fosse,
parar de cobrar sua retomada de produção artística,quando estivesse de posse
de meu trabalho ofertado.Mas ainda bem,que não foi nada disto,que aconteceu,
em pouco tempo,o repousado Artista Plástico das telas,voltava em pleno vigor
produtivo,e logo após iniciou a nova fase das Esculturas em Aço,
derivadas deste mesmo momento.
Dentre todos os Artistas Brasileiros que Caio Mourão acompanhou,dois lhe
marcaram muito em sua formação e respectivamente me sua obra,
A.Bonadei e A.Bandeira.
Nós até brincavamos,entre nós,sem qualquer cerimônia,
e Caio Mourão,sempre bem certo disto,
dos e sobre os 3 "B" da sua Vida nas Artes Plásticas,
"B" de Bandeira,Bonadei e de Barradas,
assim
falava Caio Mourão,para mim,tantas vêzes que saiamos para
jantarmos,bebericar,arquitetar e filosofarmos,
nas noites quentes cariocas em pleno Bairro de Ipanema.
Todo ambiente da Arte Jóia no Brasil,não é muito fácil.
A própria notoriedade,
de quem foi Caio Mourão,e sua importância para a Arte Joalheira no Brasil,
ainda não ficou,bem fundamentada e tem muito ainda para ser conquistada.
Toda Escola e Graduação de Designer de Jóias no Brasil,
deveria dar o título "Honoris Causae",a CAIO MOURÃO,
in memorian,
para que a mesma,fosse completa,e tivesse capacitação plena,
dentro da Criação,do Desenho e da Produção de Jóia no Brasil.
Este é um dos braços,já idealizados e em desenvolvimento por mim,
no atual PROJETO da JOALHEIRIA BRASILEIRA,que venho
desenvolvendo a vários anos.
Todo ambiente é muito lento,lembro me bem quando tentamos,criar
uma Sociedade dos Artistas Plásticos Joalheiros Brasileiros,
Eu e Caio,
e outros colegas de ofício no RJ,
e um grupo dos irmãos Matar,da Escola Nova,
de São Paulo,
entre outros representantes daqui,como Alfredo Grosso,Cristina Cid,
e tantos outros bons profissionais,de outros estados brasileiros,tão ativos,e interessados na causa também.
Mas após algumas incansáveis reuniões,nada saiu,do papel.
Existe sim ainda uma grande barreira comercial,que "blinda"
o correto conceito da Arte-Jóia ou
Jóia de Arte,implementada no Brasil,pelo Caio e por tantas vêzes,
doutrináriamente ampliada por nós,e tantos outros filhos da mesma Escola,
que hoje é conhecido como Atelier Mourão.
O Atelier Mourão,
que hoje tem a sua frente a sua filha,a grande joalheira Paula Morão,
a herdeira legítima,criativa e competante da Obra do Grande Mestre,
Caio Mourão.
Uma tarefa difícil,mas Caio nunca teve a menor dúvida que a Paula,
fosse não conseguir,e seguir.
Sempre me falou,que Ela,a Paula iria mesmo,
fazer ainda mais,
"....ao completar o legado inciado por Ele e criar ainda mais,
para Arte Joalheira no Brasil."
E assim,está ocorrendo:
A Jóia Arte e a Art-Jóia,vive,corretamente entre nós,
em tempos difíceis de autoralidades.
A Jóia com autoria,com responsábilidade e assinatura,
sobrevive e caminha para frente.
O que nos parece cada vêz mais incorreto,é o que constumamos encontrar,infelizmente ainda em várias vitrines pelos Shoppings,
de grande transito turístico,pelo RJ e pelo Brasil,inteiro.
São mercadorias a preços caros,e constitutivamente incorretas.
Criações vergonhosamente cópiosas,
obras derivadas
sem consentimento algum,
derivações bem semelhantes,para não falar em iguais,
as de Grandes Jolheiros Internacionais,
sem assinaturas,criações e responsabilidades,alguma.
Não estou aqui,falando exatamente sobre ninguém.
Só exteriorizando,opiniões pessoais,sobre um assunto,
e dentro de um ambiente extremanete familiar,
interrelacionado com minha própria formação artística,e minha amizade,
de tantos anos com os "Mourão."
Um pouco mais sobre a vida e a obra do
Artista Plástico Joalheiro brasileiro Caio Mourão,
pode ser lido,em seu livro:
"PRATA DA CASA,estórias de um funileiro".
CAIO MOURÃO,RJ,2003.


sexta-feira, julho 31, 2009

34° SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo.





Abrindo a programação do 34° SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo,
visite a exposição SANTOS = DUMONT designer, do artista Guto Lacaz (São Paulo-SP),
na Casa da Cultura de Ribeirão Preto, a partir de 06/08/2009.


Visite o 34° SARP, de 14/08 a 27/09, no
MARP - Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi.
informações pelo e-mail : marp@cultura.pmrp.com.br