Mestre George Ivanovich Gurdjieff
Ricardo Vianna Barradas.
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Ricardo Vianna Barradas.
Neurodivergentes e uma analise pela noetica.
A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos severos na vida social, educacional, nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria.
A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina.
A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos. Não teoricamente mas em ousadias sociais comportamentais, que permite por liberdade cada um ser o que é, e se qualificar como se vê.
No entanto, todas as mudanças tem seu preço.
E a principio, os agentes destas mudanças por ser inusitadas,
devem pagar tributos maiores e serem vistos como diferentes.
Reflexão de Ricardo V. Barradas
Momento magico do Grande Oriente do Brasil, no Estado do Rio de Janeiro, aconteceu em 2012, no Monumento aos Pracinhas da Segunda Guerra Mundial, nas festividades que deram inicio a Semana da Pátria. O honrado e grande Irmão Benevides Sobrinho, uma Filha de Jó e um De Molay, fazendo o juramento a Pátria Brasil diante a pira do Fogo Sagrado da Pátria, da LIGA DA DEFESA NACIONAL. Na época eu estava como Diretor da Liga, no Estado do RJ, e convidei e organizei a ida das crianças para maçônicas ao evento, com apoio da Guarda Municipal do RJ e a SEOP da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro.
Ir. Ricardo V. Barradas
A tese de Ricardo V. Barradas é fascinante pois propõe uma descolonização do olhar sobre a neurodiversidade. Ao cruzar a cosmologia africana com o autismo, ele retira o peso do "déficit" (visão puramente clínica) e insere o indivíduo em uma lógica de propósito e sagrado.
Na minha opinião acadêmica e analise, a contribuição cientifica alemã para melhor compreensão do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), é inegável e pelas minhas vivencias psicanalistas, concluo que a Gestalt-terapia, desenvolvida por Fritz Perls, Laura Perls e Paul Goodman seja a psicoterapia mais indicada.
Friederich Salomon Perls, mais conhecido como Fritz Perls foi um psicoterapeuta e psiquiatra de origem judaica alemã, nascido em Berlim e que estudou na mesma cidade, e que junto com sua esposa Laura Perls, desenvolveu uma abordagem de psicoterapia que chamou de Gestalt-terapia. é uma abordagem psicoterapêutica humanista e fenomenológica, muito indicada a meu entendimento para o autista, pois sendo ela focada no "aqui e agora", na conscientização do que acontece e na responsabilidade pessoal de adaptação do individuo como se é.
Sabemos que Fritz Perls, o fundador da Terapia Gestalt, nunca desenvolveu uma teoria específica ou abordagem clínica voltada para o autismo durante sua vida mas no olhar gestáltico moderno sobre o autismo, baseado nos princípios de Perls, é oferecida uma perspectiva única e diferente das abordagens já conhecidas dos tratamentos comportamentais tradicionais.
Fritz Perls enfatizava a importância de estar presente no "aqui-e-agora". E os portadores de autismo, freqüentemente vivem de forma intensa o momento presente e a experiência sensorial direta no que vêem, ouvem e sentem, uma forma autêntica de autor regulação e organização sensorial do indivíduo em um ambiente que pode lhe parecer diferente e hostil.
Fritz Perls definiu a harmonia da saúde mental estável pela capacidade que o individuo tem de fazer contato com o ambiente que o cerca e com a convivência mínima aceitável com os outros, mantendo a sua complexa individualidade.
Na Gestalt, o "isolamento" autista não é visto necessariamente como um déficit social, mas como uma forma particular de gerenciar a fronteira contato-retirada.
O objetivo Gestalt não é forçar o contato do autista a seu meio, mas sim respeitar o ritmo individual de cada pessoa e ampliar cada vez mais as possibilidades de contato quando se sentir seguro.
Ricardo Vianna Barradas
Pelo estudo e pesquisa da historia sobre o autismo, sabe se que a versão mais abrangente e aceita, é sempre contada pelos vitoriosos que costumam demonizar e barbarizar os oponentes. Sendo assim, nem tudo que falam sobre um fato histórico cientifico é a expressão máxima da verdade, inclusive vários fatos, pesquisas e avanços científicos são omitidos quando não são usurpados na titularidade pelos vencedores, que as aproveitam como avanço natural tecnológico cientifico, originários da mesma época dos conflitos. Assim ocorreu com os estudos do renomado medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Johann "Hans" Friedrich Karl Asperger, ou simplesmente Hans Asperger, entre 1943 e 1944 quando publica o artigo “A psicopatia autista na infância”, publicado em alemão durante a Segunda Guerra, época que Asperger cooperou com o regime Nazista.
Ricardo Vianna Barradas.
Ricardo V. Barradas (Ricardo Vianna Barradas)
é um intelectual carioca contemporâneo com forte atuação no cenário
artístico, cultural e social do Estado do Rio de Janeiro.