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quarta-feira, fevereiro 11, 2026

Pesquisando a verdadeira historia do AUTISMO, medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Hans Asperger

 


Pelo estudo e pesquisa da historia sobre o autismo, sabe se que a versão mais abrangente e aceita, é sempre contada pelos vitoriosos que costumam demonizar e barbarizar os oponentes. Sendo assim, nem tudo que falam sobre um fato histórico cientifico é a expressão máxima da verdade, inclusive vários fatos, pesquisas e avanços científicos são omitidos quando não são usurpados na titularidade pelos vencedores, que as aproveitam como avanço natural tecnológico cientifico, originários da mesma época dos conflitos. Assim ocorreu com os estudos do renomado medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Johann "Hans" Friedrich Karl Asperger, ou simplesmente Hans Asperger, entre 1943 e 1944 quando publica o artigo “A psicopatia autista na infância”, publicado em alemão durante a Segunda Guerra, época que Asperger cooperou com o regime Nazista.

Ricardo Vianna Barradas.

quarta-feira, janeiro 07, 2026

RICARDO VIANNA BARRADAS - Arte, Cultura e Identidade.




 Ricardo V. Barradas (Ricardo Vianna Barradas)

é um intelectual carioca contemporâneo com forte atuação no cenário

artístico, cultural e social do Estado do Rio de Janeiro.



Embora sua carreira seja multifacetada, sua relação com a Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, vem de longa data, destaca-se por projetos de inclusão social e parcerias estratégicas, principalmente para numerosa população que vive, na base da pirâmide social brasileira.
Perfil e Atuação

Identidade Profissional:
Atua como advogado autoral, maçom, curador de arte, marchand, consultor de arte e cultura, avaliador, escritor, ensaísta e pensador.
Foco Cultural: É o curador permanente do Museu Maçônico Pelicano do Rio de Janeiro.
Projetos Sociais: Reconhecido como o primeiro marchand carioca a desenvolver projetos de arte pública no Rio de Janeiro voltados para a inclusão social e a redução de bolsões de miséria.
Conexões na Zona Oeste: Sua atuação na região, que abrange bairros como Barra da Tijuca, Sepetiba, Bangu, Campo Grande e Santa Cruz, é marcada por parcerias históricas com a Arquidiocese do Rio de Janeiro (sob a diocese do Cardeal Dom Eugênio Salles e Dom Eusébio), pastorais da juventude, penal e nômade e a RIOART de Gerardo Mello Mourão, pai do famoso arista plástico Tunga, visando o desenvolvimento humano e oportunidade de trabalho autônomo através da cultura.
Foi o desenvolvedor das Casas Brasis nos primeiros CVTs Centros de Vocações Tecnológicas, como na implementação de polos "metal-mecânico" de beneficiamentos de matérias primas que em curso para exportações, que passam pela Zona Oeste.
Foi consultor convidado de arte, cultura e historia durante muitos anos para o Clube da Medalha, da Casa da Moeda do Brasil.
Em 2026, ele continua sendo uma figura ativa muito conhecida na promoção do trabalho, da dignidade, moral e do bem-estar social, freqüentemente dando palestras, compartilhando reflexões sobre a gestão urbana e da identidade artística e cultural das periferias da "Cidade Maravilhosa" e em plataformas digitais nacionais e internacionais.

Ricardo Vianna Barradas, foi amigo de vários artistas brasileiros e marchand de muitos deles, tais como Adelson do Prado, Adilson Santos, Roberto de Souza, Farnese de Andrade, Sylvio Pinto, Bustamante Sá , Moacir de Andrade, Tobias Vsconti, Francesco Brunocilla, Ricardo Newton, Alexandre Rapopot, Jose Maria Dias da Cruz, Rafaelo Castelani, Carlos Martins, Antônio Grosso, Caio Mourão, Manoel Santiago entre tantos outros.

Sobre sua amizade com Manoel Santiago e Moacir de Andrade, e seu amor pela Amazônia, vale destacar que.
Essa observação é fundamental para compreender a autoridade de Ricardo V. Barradas como um dos maiores especialistas na obra de Manoel Santiago (1897-1987).
A relação entre os dois foi além da admiração artística, tornando-se um convívio pessoal e intelectual profundo que reflete nos seguintes pontos:
Legado e Autenticidade: Por ter freqüentado o atelier de Santiago no Parque Guinle (Laranjeiras, RJ) até o fim da vida do artista, Barradas acumulou não apenas um acervo físico de obras originais, mas um "acervo de memórias" sobre as técnicas, as cores e a filosofia de Santiago. Isso o torna um perito essencial para a autenticação e catalogação da produção do mestre amazonense.
O "Panteão" da Arte Amazonense: Barradas freqüentemente posiciona Manoel Santiago ao lado de Moacir Andrade como os pilares que elevaram a estética amazônica ao cenário nacional e internacional. Ele descreve a obra de Santiago como uma tradução da alma brasileira, onde a luz e a exuberância da floresta se encontram com a técnica refinada adquirida no período em que Santiago viveu na Europa.
Preservação Histórica: Esse convívio direto permitiu que Ricardo V. Barradas compreendesse as nuances da transição estilística de Santiago — desde suas obras premiadas na década de 1920 até sua fase mais madura. O acervo mantido por Ricardo V. Barradas é visto como um guardião da história visual da Amazônia e do Rio de Janeiro do século XX.
Em suma, Ricardo V. Barradas não é apenas um colecionador de Manoel Santiago; ele é o testemunha ocular de seu processo criativo, o que confere a ele um papel vital na manutenção da memória original desse artista que é considerado um dos maiores coloristas e impressionistas da arte brasileira.


sexta-feira, outubro 31, 2025

Jóias de Crioulas de Coco e Ouro de Diamantina Do Tijuco

 


https://www.scribd.com/document/941087222/Joias-de-Crioulas-de-Coco-e-Ouro-de-Diamantina-Do-Tijuco-por-Ricardo-V-Barradas

JOIAS DE CRIOULAS de Diamantina


















domingo, março 16, 2025

Reflexões do Agora



Na atmosfera virtual a palavra é bem mais ágil que a frase. Um pouco mais a frente, com a inteligência artificial, o ideograma substituirá a palavra sem interpretação. Velho e o Novo, os Hieróglifos do Antigo Egito é a forma mais moderna de escrita. Ledo engano, muita coisa que veio do passado, na verdade vem do futuro. 


Ricardo Vianna Barradas

terça-feira, dezembro 17, 2024

RAPHAEL FREDERICO - HISTORIA DAS ARTES PLASTICAS DOS PINTORES NEGROS NO BRASIL.





RAPHAEL FREDERICO







Raphael Frederico ou Rafael Frederico (1865-1934)
Foi um artista negro que nasceu no Rio de Janeiro e atuou como pintor e professor. Matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes (AIBA) em 1877 com apenas 12 anos de idade. Perdeu o pai ainda na infância, e sua avó ofereceu custear seus estudos como artista desde que freqüentasse a Escola Naval, porém, a oferta foi recusada. Morava com a mãe no morro de São Januário, no Rio de Janeiro. Devido à situação precária e de extrema pobreza em que vivia teve que interromper seus estudos diversas vezes.
Rafael Frederico foi aluno de Victor Meirelles e Agostinho Jose da Motta e esteve presente num período importante das reformas da academia, como a passagem da Academia Imperial para Escola Nacional de Belas Artes. Concluiu seu curso em 1890. No mesmo ano freqüentou e expôs no Atelier Livre juntamente com Eliseu Visconti, Fiúza Guimarães e França Júnior.
Em 1893, concorrendo com o pseudônimo “Brasil” no concurso anual da Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) conquista o prêmio viagem à Europa. Logo o primeiro artista negro a conquistar o maior premio da academia no século XIX.
Em 1894 vai para Paris e depois, em 1896, vai para Roma onde realiza estudos e cópias. Trabalha como assistente de Zeferino da Costa nos projetos da Igreja da Candelária do Rio de Janeiro. Em seu repertório estão incluídos a pintura religiosa, retratos, natureza morta, paisagens, além de estudos de nus. Suas obras são raríssimas, de valores inestimáveis e por isto quando aparecem alcançam altas cifras junto aos mais exigentes colecionadores de arte brasileira.
A obra aqui apresentada, é um óleo sobre tela, oval com 28 x 23 cm, assinado no meio direito R. Frederico, Roma 1896. Com titulo " il sogno della ragazza." ou
" O sonho da menina ". Acompanha uma bela moldura francesa século XIX, entalhada a mão com folhas de acanto burilada a ouro.

Texto e obra da Coleção Ricardo V. Barradas.




 

domingo, novembro 03, 2024

RELOGIO de Chão Imperial do Café Brasileiro - Relógio do Café D. Pedro II



RELÓGIO IMPERIAL DO CAFÉ BRASILEIRO

DOM PERDRO II





DETALHES
RELÓGIO IMPERIAL DO CAFÉ BRASILEIRO 

Caixa em madeira de Lei policromada , com pintura na técnica de "bolo armênio"

de folhas, ramos e frutos de Café.

Mostrador em Porcelana de Sévres, circundado com ramos de Café,

ao Centro às Armas do Império Brasileiro, à Ouro,

Apoiado por moldura em finíssimo bronze "ormolu", que apresenta Cena Galante,

de casal de fidalgos enamorando se,

em meio de uma Plantação de Café.

A porta do Relógio traz alegorias de bordados e florões à ouro

sobre o vidro executado à mão,

observando se ainda imperfeições nos vidros,

pois os mesmos foram executados artesanalmente,

em forma de madeira, como era próprio e comum na época.

Pendulo em Porcelana Francesa Imperial de Sévres,

com as Armas do Império Brasileiro, do Período Cafeeiro, escrito em baixo (Império)

circundado de folhas e frutos do Café e arcos dourados em Ouro Brunido.

Abaixo possui um grande ramalhete floral, pintado na técnica de "bolo armênio",

acima das Armas Imperiais Brasileiras em brasão de Bronze Dourado.

Par de Pesos, em Ferro Forget Francês de época, amarrados com
cordoalmento de fibra natural.
Nas laterais da Caixa do Relógio de Chão, apresentam se dois brasões em bronzes dourados,
com as Armas do Império Brasileiro.
Dom Pedro II.

Atendendo a pedidos de vários museólogos, interessados e pesquisadores do
IMPÉRIO BRASILEIRO, e do Período Cafeeiro do Brasil Imperial,
disponibiliza se estas fotos, com detalhes deste maravilhoso exemplar
da relojoaria francesa do século XIX,
 Relógio Imperial do Café Brasileiro.
O único Relógio de Chão Imperial Brasileiro Dom Pedro II

produzido exclusivamente para o 


Período Cafeeiro do Vale do Parahyba Fluminense no Brasil Imperial.


Existe um outro exemplar, em diferente versão, não semelhante,
de um relógio, também dito imperial, que na verdade é monárquico, pois é
Dom João VI ,executado no final do séc. XVIII.

Este aqui retratado, teria sido executado,
nos primeiros anos do início do século XIX.
Ambos possuem à mesma, máquina francesa,"Contoise",
comum aos importantes relógios da época.
São peças distintas,
de Coleções diferentes, que dignificam épocas históricas diferentes.

Tanto um, quanto o outro, são únicos, na representatividade,
da monarquia e do império brasileiro.

Ambos são peças de muita importância histórica e de rara beleza.
E são preservadas em suas coleções ,em extraordinário estado de conservação.
Tanto o relógio Pedro II como o D. João, são originários das Fazendas Cafeeiras Imperiais, do Valle do Parayba  Fluminense - Vassouras, RJ, no Brasil Imperial, Também conhecido como Vale do Café, onde ocorreu 
de forma determinante o Ciclo do Café Brasileiro.

E particularmente, ambos relógios encontram se atualmente
em Coleções Privadas,
no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.



 Relógio Imperial do Café Brasileiro,

No entanto a atual Coleção Imperial, proprietária,
sempre se dispõe, a estudar qualquer pedido para :
pesquisas, estudos, publicações e exposição temporária do

Relógio Imperial do Café Brasileiro Imperial Dom Pedro II,
 
em favor de instituições públicas e instituições particulares, que objetivam à promoção, comemoração, celebração, divulgação,
e mesmo estudos e pesquisas acadêmicas,
do período cafeeiro fluminense, da História do Café Brasileiro,
da Politica Cultural do Brasil, da França e de Portugal.














Coleção Particular no Rio de Janeiro

BRASIL



quinta-feira, agosto 22, 2024

ROGER VAN ROGGER, 1914 -1983 Retrato da artista portuguesa Maria Helena Vieira da Silva

 

ROGER VAN ROGGER



ROGER VAN ROGGER

 1914 Antuérpia, Bélgica - 1983  Toulon, França  

Retrato da artista Maria Helena Vieira da Silva 

óleo s tela, assinado e datado, 1962. Med. 115 x 88 cm 


Coleção Ricardo V. Barradas


VAN ROGGER, Roger (1914: Antuérpia, Bélgica 1983: Toulon, França.


Destacou-se principalmente como paisagista, pintor de retratos figuras e de naturezas mortas. Em 1927 Começou a pintar e nesse mesmo ano publicou um livro de poesias.1932 Estabeleceu-se, com a família, no norte da França. Chegou ao Rio de Janeiro e logo se integrou a um grupo de artistas europeus que residiam na cidade, entre outros, Kaminagai, Augusto Zamoisky, Wilhelm Woeller, Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes. Recebeu do Laboratório Roche a encomenda de fixar em pinturas os portos brasileiros, do Amazonas ao Rio Grande. As imagens seriam usadas para ilustrar folhetos de propaganda.1949 Retornou à Europa, e radicou-se na França, onde deu continuidade à sua carreira de escritor e pintor. Vários museus do mundo possuem obras suas, inclusive o Moma de NY.




domingo, julho 07, 2024

EMMANUEL ZAMOR

EMMANUEL ZAMOR

SALVADOR (BA), 1840 - CRÉTEIL, FRANÇA, 1917

Emmanuel Zamor teve vida conturbada. Adotado por Pierre Emmanuel Zamor e por sua esposa Rose Neveau, foi levado à França em data desconhecida, onde aprendeu música e desenho, tendo freqüentado, ao que parece, a Academia Julian em Paris, tornando-se pintor e cenógrafo. Pouco estudada, sua obra só passou a ser conhecida após a realização de uma exposição retrospectiva organizada pelo MASP em 1985. Seu trabalho é marcado por pinturas de naturezas-mortas e paisagens. Para o crítico José Teixeira Leite, trata-se de um artista em que “repercute a pálida influência dos pré-impressionistas da Escola de Barbizon, […] senhor de uma paleta tristonha a realçar um sofrido desenho, estilisticamente a meio caminho entre o Realismo e o Romantismo”, segundo o site do Museu Afro Brasil.








EMMANUEL  ZAMOR




                                                  EMANNUEL ZAMOR 

  "Duas crianças negras na calçada"

 óleo s tela colado em Eucatex  

assinado cid  39 x 25 cm


Coleção Ricardo V. Barradas





 

Museu Afro Brasil, São Paulo, SP, Brasil


Museu de Artes Brasileiras da Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, São Paulo, SP, Brasil 

Museu de arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP, São Paulo, SP, Brasil 

Coleção Ricardo V. Barradas - Rio de Janeiro, RJ, Brasil.




Emmanuel Zamor I textos P.M. Bardi, Lisetta Levi I Museu de Arte Assis Chateaubriand I 24 páginas I antigo catálogo editado em 1985










quinta-feira, junho 29, 2023

Pequeno Jornaleiro - de autoria do Fritz

 



O celebre Monumento ao Pequeno Jornaleiro,
um menino, com roupas velhas e jornais debaixo do braço, grita as últimas manchetes na tentativa de vender os exemplares. A cena comum no Rio do início do século XX foi eternizada na escultura "Pequeno Jornaleiro", do artista Fritz, inaugurada em 1933, em uma época que a primeira dama do Brasil, Dona Darcy Vargas, esposa do ex-presidente Getúlio Vargas, já desenvolvia o projeto social juvenil da Casa do Pequeno Jornaleiro, A Casa do Pequeno Jornaleiro era uma instituição que tinha como objetivo acolher, formar e orientar crianças e jovens das camadas sociais mais pobres. Foi criada em 1938, pela primeira dama brasileira da época Darcy Vargas. A Casa do Pequeno Jornaleiro, ainda existe e é administrada pela Fundação Darcy Vargas, e vem sofrendo uma serie de transformações devido as próprias novas legislações desde o Estatuto da Criança e Adolescente, que surgiu após a revisão de meu saudoso e amigo professor o Dr. Juiz de Menor carioca Alírio Cavalieri, desde 1979, época que eu estudava Direito, na Universidade Gama Filho, no RJ. Desde 2016, a Casa do Pequeno Jornaleiro, com a presidência da Sra. Alice Moreira Franco, e agora como segundo ciclo do ensino fundamental que atende a área portuária deficitária da cidade do RJ, onde se localiza. A celebre escultura tamanho grande, original em bronze patinado foi fundida pela Fundição Amadeo Zani, que posteriormente fez uma pequena edição de miniaturas, devido a popularização dela e todo arcabouço infantil social que ela celebra e representa. Já tive das pequenas, dois exemplares em minha coleção mas não podemos guardar tudo, logo vendi.

quinta-feira, março 16, 2023

OSWALDO GOELDI

 


OSWALDO  GOELDI 



Oswaldo Goeldi

 desenho original a nanquim sobre cartão para o 

famoso livro  "Cobra Norato" de Raul Bopp - amd -25 x 37 cm


Coleção Ricardo V. Barradas

terça-feira, janeiro 31, 2023

MANOEL SANTIAGO (1897 - 1987) "Assumpção brincando" de 1945, esta obra pertence a Coleção Ricardo V. Barradas no RJ.

 


MANOEL   SANTIAGO



Manoel Santiago
(1897 - 1987)
 
"Assumpção brincando", o.s.t. - 46 x 38 cm . Assinado e datado 1945.
Reproduzido no livro Manoel Santigo Vida, 
obra e crítica por Flavio de Aquino na P. 133.

Coleção Ricardo V. Barradas



quinta-feira, janeiro 26, 2023

HELIOS SEELINGER..."Eternas Sereias" na arte simbolista do artista HELIOS SEELINGER. obras primas da arte brasileira.

 



" S E R E I A S "




HELIOS SEELINGER 

1878 - 1965 

 Netuno Tritões e Sereias. OST 60 x 47 cm. Assinado e datado Rio 1940

Coleção Ricardo V. Barradas.

domingo, janeiro 22, 2023

José Ferraz De Almeida Júnior


Jose Ferraz de Almeida Junior 




"Jogos Olímpicos"  

Pierre de Frédy, em seu atelier de esgrima."




Pierre de Frédy, 

mais conhecido pelo seu título nobiliárquico de 
Barão de Coubertin, 

foi um pedagogo e historiador francês, 
 ficou para a história como o fundador dos Jogos Olímpicos da era moderna.
Eternizado por este maravilhoso trabalho de José Ferraz de Almeida Junior.

Pertencia a uma Coleção Privada Francesa.

Atualmente

Coleção Ricardo V. Barradas no RJ.