Caminhem pela Arte e Cultura.

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quinta-feira, junho 29, 2023

Pequeno Jornaleiro - de autoria do Fritz

 



O celebre Monumento ao Pequeno Jornaleiro,
um menino, com roupas velhas e jornais debaixo do braço, grita as últimas manchetes na tentativa de vender os exemplares. A cena comum no Rio do início do século XX foi eternizada na escultura "Pequeno Jornaleiro", do artista Fritz, inaugurada em 1933, em uma época que a primeira dama do Brasil, Dona Darcy Vargas, esposa do ex-presidente Getúlio Vargas, já desenvolvia o projeto social juvenil da Casa do Pequeno Jornaleiro, A Casa do Pequeno Jornaleiro era uma instituição que tinha como objetivo acolher, formar e orientar crianças e jovens das camadas sociais mais pobres. Foi criada em 1938, pela primeira dama brasileira da época Darcy Vargas. A Casa do Pequeno Jornaleiro, ainda existe e é administrada pela Fundação Darcy Vargas, e vem sofrendo uma serie de transformações devido as próprias novas legislações desde o Estatuto da Criança e Adolescente, que surgiu após a revisão de meu saudoso e amigo professor o Dr. Juiz de Menor carioca Alírio Cavalieri, desde 1979, época que eu estudava Direito, na Universidade Gama Filho, no RJ. Desde 2016, a Casa do Pequeno Jornaleiro, com a presidência da Sra. Alice Moreira Franco, e agora como segundo ciclo do ensino fundamental que atende a área portuária deficitária da cidade do RJ, onde se localiza. A celebre escultura tamanho grande, original em bronze patinado foi fundida pela Fundição Amadeo Zani, que posteriormente fez uma pequena edição de miniaturas, devido a popularização dela e todo arcabouço infantil social que ela celebra e representa. Já tive das pequenas, dois exemplares em minha coleção mas não podemos guardar tudo, logo vendi.

quinta-feira, maio 25, 2023

24 de Maio, salve todos os Calon, Rom e Sinti que constroem o Brasil. Santa Sarah Kali que nos abençoe sempre.

 




Dentro da rica diversidade que é tradicionalmente formadora da cultura brasileira temos ainda alguns grupos culturais esquecidos pelo governo cultural em suas sucessivas gestões. Entre ela encontra se uma que é milenar, a Cultura Romany - que popularmente se conhece como " cigana" que tem hoje no Brasil uma população media de pouco mais 1 milhão de cidadãos brasileiros e deveriam já terem mais que um dia, celebrados a eles que é 24 de Maio, dia de celebração de Santa Sarah Kali, que geralmente ainda fazem uma referência a data da Batalha do Tuiuti, realizada durante a Guerra do Paraguai, um fato histórico passado e não o fato mais que presente que é o Dia Nacional do Povo Cigano, que deveria ser o Dia Nacional dos Romany por que muitas das vezes o termo " cigano" por ignorância, maldade e distorção é atribuído a alguém de forma meramente pejorativa inclusive de forma errônea dentro de cultos religiosos. Mas não falo só de uma nomenclatura, celebração, falo sim e aclamo reivindico por politicas publicas de arte e cultura que reconhecessem todo um conjunto de valores de uma cultura milenar que historicamente contribuirão e contribuem constantemente para identidade cultural brasileira. Aproveito a oportunidade para aclamar, jubilar e agradecer a heróica, a maravilhosa e honrada atividade étnica-cultural e social neste sentido da minha saudosa querida amiga romany Dra. Mirian Stanescon, Embaixadora Perpetua e Primaz da Nação Romany no Brasil. No entanto distantes da pouca visão míope do governo, diversos setores da sociedade civil nacional brasileira, já reconhecem a importância da cultura romany, representativa dos Calon, dos Rom e dos Sinti na constitutiva brasilidade mas falta de forma urgente a contemplação devida e merecida destas culturas e etnias milenares via governo cultural brasileiro e seus múltiplos desdobramentos educacionais, artísticos e culturais promovendo a verdadeira realidade de um dos povos mais antigos da humanidade. Existe um projeto engavetado na ONU, sobre a formação de um estado Romany, das principais etnias, alguns falam em algum estreito local de terras entre a Índia e o sul do Egito. Locais prováveis do nascimento das primeiras culturas nômades. Um local concentrador de todas as tradições milenares de liberdade. O Brasil é um dos países com uma das maiores concentrações de Romanys do mundo. Afinal nosso saudoso e querido presidente JK tinha ancestralidade Rom. No mínimo, o que aqui digo, vale um minuto de reflexão antes de chamar alguém pejorativamente de " cigano".




Ricardo Vianna Barradas.





terça-feira, outubro 15, 2019

ELISEU VISCONTI - TOBIAS MENINO




Eliseu Visconti 





Eliseu d’Angelo Visconti 

Tobias Menino - cryon sobre papel

43 x 26  - assinado cid - c 1920 -  

catalogado no Projeto Visconti ref. D102





Ex - Coleção Tobias d’Ângelo Visconti

 Ex - Coleção Nagib Francisco

Atual Coleção de Arte Ricardo V. Barradas





segunda-feira, agosto 19, 2019

JOIA DE CRIOULA - ARTE E CULTURA NEGRA NO BRASIL.








Dentro da verdadeira historia da ourivesaria e joalheria na historia social escravocrata no Brasil, existe ainda uma interpretação equivocada quanto a fundamentação e motivação de toda uma serie de adornos confeccionados em metais preciosos, contas, miçangas, cocos, madeiras e de algumas gemas naturais em contas e canutilhos, comumente conhecidas hoje como " Joia de Crioula " entre os mais exigentes colecionadores. São na sua grande maioria joias femininas que eram exibidas pelas escravas domesticas que habitavam a pequena senzala, que não era a senzala da fazenda e sim uma pequena área demarcada com algum utilitário conforto quase ligada a Casa Grande, onde ficavam os espécimes que serviam as funções domesticas maiores e menores da família proprietária. Esta categoria ora equivocadamente vista como privilegiada de " escravos e escravas" domésticos, por mais que desfilassem com tais adornos pelo corpo, os mesmos não os pertenciam e tao pouco destacavam os usuários como preferidos ou especiais de alguma forma de status pela comunidade escrava ou escravocrata. Na verdade tais adornos, revigoravam e exaltavam o poderio econômico e financeiro dos proprietários dos escravos - que em muitas vezes alegavam que até os espécimes domesticados ostentavam claros sinais de seu vasto e imperativo poder. Por conta disto, todos os ourives, prateiros e oficiais que confeccionavam estes tipos de adornos seguiam um verdadeiro manual de possibilidades do que era permitido fazer e utilizar e o que não era admissível de forma alguma para a composição e confecção de tais elementos. Diante disto os verdadeiros exemplares originais de época conhecidos, são em si bem semelhantes e seguem toda uma linha entrelaçamentos, amarrações e acabamentos bem peculiares. Da mesma forma que podemos distinguir as múltiplas criações que são realizadas neste período e nesta função com o uso exagerado de bolas ocas confeitadas com círculos de aramados retorcidos, correntes com elos portugueses e ora por outra suportes e alcas adornadas com pássaros na representatividade do espirito santo, da fé católica, mesmo que exibidos alegoricamente por aqueles que eram desprovidos de alma. Neste caso especifico, vale lembrar que não por uma questão de valor financeiro do metal simplesmente mas sim por uma questão de abundancia, oferta e facilidade de compra. A prata era sem duvida extremamente rara em solo brasileiro em contraponto as jazidas de ouro que eram encontradas por abundancia em diversas regiões. Por conta disto as " Joias de Crioulas" originais de época confeccionadas em prata são mais raras e de certa forma entre os exigentes e eruditos colecionadores deste período. bem mais procuradas e cobiçadas para compor suas respectivas coleções. Nos últimos anos algumas coleções particulares foram expostas ao publico e para a comunidade artística e cultural brasileira, e com isto este tipo de colecionismo ganhou os olhos de uma grande população de novos colecionadores, amantes, pesquisadores, interessados e admiradores destes ricos exemplares da cultura negra deste período. No entanto este tipo de conhecimento era hermético até pouco tempo como os saberes e conhecimentos de só de pouquíssimos pesquisadores e estudiosos da área cultural e durante muito tempo com o total desconhecimento da ourivesaria e de todo mercado de compra e venda, de joia usada no meio joalheiro nacional brasileiro. Razão pela qual levou a uma serie incontável de desmanche, destruição, aniquilamento e fundição exageradas de raros e belíssimos exemplares deste período só pela questão de reaproveitamento do material dos metais preciosos utilizados para em reaproveitamento banal a atenderem a demanda das confecção de novas joias em encomenda pelas classes privilegiadas financeiramente sem qualquer distinção, valor artístico, histórico e originalmente criativos. Diante disto, infelizmente muita coisa de nossa verdadeira historia da cultura negra do Brasil se perdeu ou melhor derreteu.

quarta-feira, novembro 07, 2018

Ricardo V. Barradas pelo amigo SANSÃO CAMPOS PEREIRA




O marchand Ricardo V. Barradas 
por SANSÃO CAMPOS PEREIRA

Sansão Campos Pereira (Seringal Capatará, 11 de junho de 1919 – Rio de Janeiro11 de dezembro de 2014) foi um artista plástico, intelectual, engenheiro elétrico e PhD em física, Brasileiro.
Artista incansável, pintou milhares de telas, que estão distribuídas mundo afora em residencias, coleções particulares, Igrejas, Palácios e Museus.




sábado, janeiro 27, 2018

sábado, setembro 09, 2017

CIDADANIA ARTÍSTICA E CULTURAL ATIVA






CIDADANIA

ARTÍSTICA  E  CULTURAL 


ATIVA


A ARTE E O ESTUDO DA ARTE

COMO PLATAFORMAS

DE INCLUSÃO

SOCIAL  CULTURAL  EDUCACIONAL  CIDADÃ  POLITICA 

NOS LOCAIS

POBRES  

DE GRANDE MISÉRIA

VIOLENTOS

ISOLADOS

AFASTADOS

DIFÍCEIS

POLITICAS CULTURAIS PERMANENTES

PATRIOTISMO CULTURAL BRASILEIRO

ARTES PLASTICAS E VISUAIS CONTEMPORÂNEA  

ARTE DO SECULO XXI

INDUSTRIAS CRIATIVAS

CULTURA POPULAR

IDENTIDADE FRENTE A GLOBALIZAÇÃO

DIREITO DO AUTOR

PATRIMÔNIO CULTURAL NACIONAL





quarta-feira, agosto 02, 2017

segunda-feira, julho 10, 2017

A Arte Avaliada pelo AVALIADORDEARTE - Avaliação de Obras de Arte




 Avaliação de Obras de Arte

AVALIADORDEARTE

Ricardo V. Barradas

  Critérios de Avaliação de Obras de Arte


    Avaliações de Obras de Arte

   
    Avaliar uma obra de arte é uma tarefa complexa que exige conhecimentos técnicos e experiência junto ao Mercado de Arte Nacional e Internacional. Além de uma Cultura Geral, bem acima da média. Não basta ter curso superior, como o meu caso, que sou Advogado, um pesquisador nato da história da Humanidade. Mas precisa ter um grande conhecimento de História Universal, das diferentes culturas e dos hábitos de cada uma delas. Para tanto, se faz necessário considerar diversos fatores. O mais importante é a lei básica mercadológica da oferta e da procura.
Visando uma melhor orientação aos colecionadores, compradores, galeristas, e leiloeiros, principalmente os novos, indico as principais regras a serem consideradas por ocasião da aquisição ou venda de uma obra de arte:


  1 - Autoria. Os artistas atingem cotações diversas, mesmo sendo contemporâneos ou acadêmicos.

    2 - Técnica. A valorização de uma obra obedece uma escala formal:

    A - Óleo, acrílica sobre tela, madeira, metal e cartão;
    B - Guache e têmpera sobre cartão ou papel;
    C - Aquarela, pastel seco e oleoso, lápis de cor e ecoline sobre papel;
    D - Desenhos a nanquim, carvão, sanguínea, sépia e a lápis;
    E - Gravuras, (Litografia, xilogravura, gravura em metal, serigrafia);

    Parágrafo Único - No caso das esculturas, deve ser observado a tiragem e a fundição.

   3 - Fase. Somente com um olhar retrospectivo aprimorado é que se consegue determinar quais as fases mais valorizadas de um artista e que configuram o auge de sua criatividade, ou de maior sincronicidade com a importância dela perante seu tempo na história. Não obedecem uma ordem cronológica.

    4 - Dimensão. O tamanho pode influir ou não, no valor de uma obra de arte.
Aqueles que pensam que isto tem grande relevância, deveriam estar vendendo, ou avaliando tecidos, por metragem. No caso das Obras de Arte, este item, tem baixíssima relevância.

  5 - Conservação. O bom estado de conservação é um fator que contribui para a sua valorização. Este item, tem grande relevância.
Pois o estado atual da obra, o quanto esta obra já foi restaurada ou não, o quanto de original, que ainda possui, podem ser dados que estabeleceram um valor maior ou menos, da obra de arte, a ser avaliada.

    6 - Origem. A procedência conta no valor final de uma obra de arte. Quando ela fez parte de uma importante Coleção ou figurou em uma Exposição e Catalogo. A trajetória da própria obra, pode alterar para mais, seu valor final.

    7 - Assinatura. A falta de assinatura poderá diminuir o valor de uma obra de arte, como também a não tipicidade da mesma.

    Este conceito foi originariamente redigido por Dr.Ricardo V. Barradas - Advogado, Perito, Artista, Escritor, Pesquisador, Curador, Consultor, Avaliador e Agenciador de Obras de Arte.
       
       Apesar de ser largamente copiado e difundido a maioria dos ditos profissionais que usam, o fazem sem qualquer ética e legal autorização e atribuição do autor. Assim como o primeiro domínio internacional registrado  na internet mundial relativo ao oficio e ao tema. 

                                                    http://www.avaliadordearte.com    
    

       Rio de Janeiro - Brasil - 1980
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       Todos os © Direitos Reservados.

     

Avaliador de Arte

     Avaliar Obras de Arte, necessita de uma vasta experiência dentro do Mercado de Arte, assim como de uma grande compreensão, pelo menos, de história geral. Os indícios de qualquer processo, que objetivamos a dar um valor, a ser estipulado, a uma obra de arte ou objeto. vem da compreensão de sua importância histórica ou do seu papel artístico em sua época e seu meio.

Uma tarefa difícil.

    Por conta disto, que vemos tantos...achistas...Pessoas que na sua boa fé, acreditam que sabem, muitas vezes. Por conta de formações, em artes plásticas, restauros, pinturas em geral e mesmo por serem ou tiverem sido, comerciantes de antiquários, ou galerias. Mas na verdade, nada disto habilita profissionalmente, tal especialista.
    Habilita sim, uma cultura geral bem vasta, um bom habito de muita leitura diária, e a simplicidade de ter nascido curioso, para que com isto, esteja num aprendizado continuo...
    Sem falsa modéstia, sou o primeiro avaliador de arte, do Brasil, na internet. Não que isto me conceda alguma boa patente para o oficio.
    Mas por estar aqui a mais tempo. Venho observado um crescente numero de avaliadores... Não que eu me importe muito com isso.
   Mas seria prudente, antes de qualquer aventura grosseira de pseudo avaliar qualquer coisa, saber um pouco mais destes ditos profissionais, de competência muito relativa.


Portfólio  


     O portfólio do Avaliador de Arte é muito sigiloso e discreto tal como sugere as boas regras do oficio profissional. No entanto existem alguns casos que se tornam públicos por citações abertas da imprensa e por matérias jornalisticas relacionadas ao oficio e a profissão.




     



sábado, junho 03, 2017

Mentoring e Coaching em Criatividade, Arte e Cultura.





Dr. RICARDO V. BARRADAS

Mentoring e Coaching 

Criatividade Arte e Cultura.


avaliadordearte@hotmail.com