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sexta-feira, dezembro 26, 2025
JORGE GUINLE filho - Verão 1980 RJ
quarta-feira, dezembro 24, 2025
JOSE MARIA DIAS DA CRUZ - O Mestre da Cor
JOSE MARIA DIAS DA CRUZ
JOSE MARIA DIAS DA CRUZ
Assemblage - 30 x 21 cm - sobre cartão.
Parte das correspondências do grande artista com o amigo marchand carioca
Ricardo V. Barradas.
Acervo Ricardo V. Barradas.
domingo, dezembro 21, 2025
quinta-feira, novembro 20, 2025
Joalheria escrava ou jóias de crioulas e ambiente da escravidão.
Joalheria escrava ou jóias de crioulas e ambiente da escravidão. Se referem ao conjunto de jóias e adereços confeccionadas entre os séculos XVIII, XIX e início de XX no Brasil, especialmente nos estados da Bahia, Minas Gerais e Pernambuco, e que eram utilizadas exclusivamente por mulheres negras na condição de escravizadas, alforriadas ou libertas. Nos últimos anos, muito se fala sobre as Jóias de Crioulas, mas com pouca conotação de parâmetros de valores sobre a escravidão propriamente dito. Eu particularmente, sempre achei que o termo escravidão para nominar o sistema escravocrata do comércio abusivo de seres humanos, um hiato esbranquiçado inventado para amenizar o grande erro, dos ciclos comercias da cana-de-açúcar e do café nos períodos colonial e imperial brasileiro. Muitos autores afirmam, que o comércio de negros, intensificou após a independência do Brasil em 1822, onde a nação brasileira para reconhecimento de liberdade estrangeira, deixando de ser colônia de Portugal, assumiu no papel “ para inglês vê ”, como se diz popularmente o fim da escravidão. A partir de então, desde 1822 ate 1888, em tese, tenha intensificado em muito o comércio de negros, por contrabando já que não era mais tão legal, quantitativamente e por valorização monetária enquanto mercadoria para tração animal negra. Curioso, a se pensar, quanto custava em valores de hoje, um escravo na época. Alguns autores narram, que no mercado escravagista no Brasil em 1800, o preço médio de um escravo variava consideravelmente, mas era comum que um homem nascido na África custasse cerca de $96.700 réis e uma mulher africana, $82.909 réis. Esses valores eram aproximados e podiam variar bastante dependendo de fatores como a idade, a saúde, habilidades e origem do escravo. Comparativamente, o valor monetário de um escravo em relação a um dos metais mais nobres na história das civilizações como o ouro, podemos dizer que entre 1854 e 1865 com o valor de 1 conto de réis (que era 1 milhão de réis) comprava se em media 1 escravo. E que 1860, no Brasil com 1 conto de réis (que era 1 milhão de réis) comprava 1 kg de Ouro. Por conta disto que alguns autores, descrevem que o valor de um escravo no Brasil do século XIX, ajustado pela inflação, poderia equivaler a valores que hoje variam de dezenas de milhares a centenas de milhares de reais, como estimações que chegam a R$ 500 mil em alguns casos.
Para saber mais acessem o link abaixo.
https://www.scribd.com/document/951778130/Joias-de-Crioulas-Ambiente-Escravidao
quarta-feira, novembro 12, 2025
jóias de crioulas - Estudos Permanentes da Cultura Negra no Brasil.
quinta-feira, novembro 06, 2025
sexta-feira, outubro 31, 2025
Jóias de Crioulas de Coco e Ouro de Diamantina Do Tijuco
https://www.scribd.com/document/941087222/Joias-de-Crioulas-de-Coco-e-Ouro-de-Diamantina-Do-Tijuco-por-Ricardo-V-Barradas
JOIAS DE CRIOULAS de Diamantina
quarta-feira, outubro 29, 2025
Segurança Publica
O grande erro da Segurança Publica no Estado Democrático de Direito, hoje é sempre a polarização e politização entre o governo estadual e federal, dispersando a união. Com isto inevitavelmente as vitimas fatais são sempre as forças policiais de enfrentamento do crime pela lei e toda sociedade civil que vive refém diuturnamente da criminalidade.
RICARDO V. BARRADAS
terça-feira, outubro 28, 2025
Falsificações nas artes
Em todo mundo das artes, no Brasil e no exterior, temos a mesma máxima. Só falsificam obras de artistas que tem um grande valor artístico, um grande valor financeiro e que se tornaram muito famosos em seus tempos. Os que viveram nas artes e não galgaram mérito e nem destaque, algum, dificilmente são falsificados.
RICARDO VIANNA BARRADAS
segunda-feira, outubro 27, 2025
Das bonecas Carajás ou Karajás, também chamadas de ritxoko ou licocós
Ricardo V. Barradas é um avaliador, curador e marchand de arte conhecido por sua coleção de peças indígenas, que inclui as bonecas carajas ou Karajás, também chamadas de ritxoko ou licocós. A associação de seu nome às bonecas Karajá se dá por meio de sua coleção particular como ativo pesquisador das culturas dos povos originários do Brasil.
Por tudo é uma rica coleção de valor inestimável para o estudo da historia das civilizações antigas das Américas.
domingo, outubro 19, 2025
JOIAS DE CRIOULAS por Ricardo Vianna Barradas
Ricardo Vianna Barradas é um avaliador de arte, curador e marchand que se dedica ao estudo, pesquisa e à promoção e divulgação das "jóias de crioulas". Ele aborda o tema em seus trabalhos e publicações, ressaltando o significado histórico, cultural e social, dessas peças durante o período escravocrata no colonial brasileiro.
segunda-feira, setembro 15, 2025
Moacir Couto de Andrade ou Moacir Andrade, o grande artista amazonense.
Moacir Couto de Andrade, Moacir Andrade nasceu em Manaus, 17 de Março de 1927 e faleceu na mesma cidade em 27 de Julho de 2016. Foi um pintor, museólogo, pesquisador, antropólogo, folclorista, desenhista manauara. Inicia-se na pintura como autodidata. Por volta de 1942, estuda desenho na Escola Técnica de Manaus. Gradua-se em Museologia pelo Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. A partir de 1954, integra o movimento artístico da Amazônia junto com outros artistas e intelectuais do norte denominado Clube da Madrugada na cidade de Manaus. Inclusive foi neste movimento, que conheci o Grande Mestre das cores da floresta, que me iniciou na pintura e a conhecer os grandes mistérios, mitos e lendas amazônicas. Na minha estada amazônica, fui seu amigo, aluno, discípulo atento e persistente, em alguns de seus livros sou citado com muito orgulho pelo Grande Mestre da Arte da Amazônia.
Moacir Andrade
" Festa na Floresta " óleo s tela 0,70 x 1,00 cm Ass e datado no cid
Coleção Ricardo V. Barradas
Moacir Andrade
"Dança dos Galos" óleo sobre tela, 1.22x1.68 cm, assinado e datado 1972 no cid.
Coleção Ricardo V. Barradas
Moacir Andrade
" Festa da Coroa do Divino " óleo sobre tela 0,60 x 0,80 cm ass e data no cid
Coleção Ricardo V. Barradas
Moacir Andrade
" Porto com motores ribeirinhos",, óleo sobre juta , a.c.i.d. 1,10 x 1, 50 cm
Coleção Ricardo V. Barradas
terça-feira, julho 01, 2025
Relógio do Café Brasileiro ou Relógio do Café do Brasil
Relógio do Café Brasileiro
domingo, junho 01, 2025
sábado, maio 24, 2025
ROSINA BECKER DO VALLE
ROSINA BECKER DO VALLE_0173 com IVAN SERPA 1957
Coleção Ricardo V. Barradas
Coleção Ricardo V. Barradas
Coleção Ricardo V. Barradas
Coleção Ricardo V. Barradas
Coleção Ricardo V. Barradas
da serie de 250 desenhos de óleo sobre papel e cartão da mesma coleção.
ROSINA BECKER DO VALLE
ost 38 x 46 cm A Floresta Brasileira assinado e datado 1997
ROSINA BECKER DO VALLE
Marinha - Óleo sobre tela, assinado e datado de 1986, medindo 10 cm por 10 cm
Coleção Ricardo V. Barradas
ROSINA BECKER DO VALLE
"O Velório"
óleo sobre cartão, 0,39 x 0,49 cm - acid e datado 1950.
Ex Coleção Mauricio F. do Valle, filho da artista.
Saudoso Amigo que me presenteou com a obra que mais gostava
Coleção Ricardo V. Barradas
ROSINA BECKER DO VALLE
" Morro da Feira e da Igreja "
óleo sobre tela
Coleção Ricardo V. Barradas
domingo, março 16, 2025
Reflexões do Agora
Na atmosfera virtual a palavra é bem mais ágil que a frase. Um pouco mais a frente, com a inteligência artificial, o ideograma substituirá a palavra sem interpretação. Velho e o Novo, os Hieróglifos do Antigo Egito é a forma mais moderna de escrita. Ledo engano, muita coisa que veio do passado, na verdade vem do futuro.
Ricardo Vianna Barradas



























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