Caminhem pela Arte e Cultura.

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sexta-feira, agosto 24, 2018

O MUSEU TEM QUE IR PARA AS RUAS









O GARIMPEIRO
de BOA VISTA - RORAIMA

Escultura de 

MÁRIO ORMEZZANO, 
Francisco Mário Ormezzano
 1915 - 1983 

VIDE
http://avaliadordearte.blogspot.com/2014/11/boa-vista-rr-o-garimpeiro.html





Existe uma ampla relação histórica entre as politicas publicas e a cultura. A exemplo disto está a obrigatoriedade institucional do fomento a produção artística local, regional e nacional para pavimentação, decoração interna e externa dos locais que são autorizados e licenciados para um serviço. Estes serviços podem ser sociais, culturais, educacionais, de transporte, de saúde, de recreação, de esportes entre tantos outros. O importante me parece ser a institucionalização e obrigatoriedade na lei ao fomento artístico na produção cultural nacional, não contando com a boa vontade das firmas construtoras, empreiteiras e de engenharia neste sentido e nem mesmo da consciência cívica cultural artística de seus arquitetos, como assim já foi no Brasil de Getulo Vargas e de JK e o é em outros diversos países amadurecidos culturalmente pelo mundo. A exemplo disto ilustrativamente, podemos citar a construção do Monumento aos Mortos na Segunda Guerra Mundial, Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo do RJ com obra de Alfredo Ceschiatti. O conhecido prédio Capanema, do MEC no centro do RJ, com Portinari, Burle Marx e Bruno Giorgi. O Cassino Quitandinha de Petrópolis onde todas as suítes eram decoradas com aquarelas de flores da grande artista paulista de Taubaté Georgina de Albuquerque. As gravuras de Portinari decorando o Hotel Copacabana Palace. No Uruguay o Casino Conrad em Punta del Este, com obras do artista plastico uruguayo Carlos Páez Vilaró, entre tantos outros artistas locais internacionais em obras publicas e obras permissionadas e autorizadas pelo poder publico. Não tenho a pretensão de fazer aqui um inventario artístico sobre o fomento a produção artística e cultural nacional pelas obras publicas mas sim evidenciar que seja necessário de forma urgente ratificar na lei de obras e politicas publicas e de interesse publico o fomento a produção artística e cultural nacional. Pode se dizer que é o amadurecimento da politica cultural brasileira para o seculo XXI, o museu indo para as ruas. Uma forma bem mais amadurecida de um dos projetos de arte publica que iniciei pela década de 1970 na Zona Oeste da cidade do RJ, com a RioArt de Gerardo Mello Mourão e a Arquidiocese do RJ com o Cardeal Dom Eugênio Salles. Existem palavras de ordem, o museu indo para as ruas, fomentar obrigatoriamente a produção artística nacional por força de lei, repaginar nossos ambientes e paisagens urbanas nacionais com elementos, alegorias e motivos históricos nacionais próprios de nossa verdadeira historia, tradição e cultura, erudita, popular, identitária, realçando nosso orgulho de viver aqui e ser brasileiro. Por Deus, pelo Brasil, pela Arte e pela nossa publica e rica cultura nacional patrimônio inalienável de todo o povo brasileiro.
RICARDO VIANNA BARRADAS

sexta-feira, agosto 17, 2018

GUIAS DE UMBANDA E DO CANDOMBLÉ





CULTURA AFRO BRASILEIRA

Cultura Negra

...as contas da fé... 













PROJETO CULTURAL DE REGISTRO E MEMORIA DA ARTE NEGRA

Curadoria e Pesquisa

RICARDO V. BARRADAS



domingo, julho 01, 2018

ENERGIAS E VIBRAÇÕES NO MERCADO DE ARTE.














Manoel Santiago - ost - 1929 - Coleção Particular.


Energias e vibrações criativas assim é a vida dos verdadeiros marchands e grandes artistas pela existência do sempre. Eu com Manoel Santiago foi em sua vida e continua sendo assim. A alguns dias um belo trabalho realizado na década de 1920 foi a venda novamente, alcançando cifras milionárias e ao mesmo tempo arrancando de um novo publico novas admirações e encantamentos por tamanha qualidade e beleza. Esta obra em si, foi adquirida na década de 1920 na cidade do Rio de Janeiro por um renomado intelectual e escritor brasileiro e a mesma, fez parte de seu rico acervo pessoal de obras de arte. Por ocasião  do inicio da década de 1980, o intelectual me procurou para que eu intermediasse a venda como marchand. Diante da obra prima aceitei e foi realizado um negocio sem precedente com um valor muito alem dos praticados pelo mercado de arte, na época. Agora depois de anos, a mesma obra posta a venda, me procuraram para eu intermediar a compra deste mesmo trabalho mas infelizmente o possível comprador, não entendeu sobre a magistralidade do trabalho, da obra prima do grande amigo e artista Manoel Colafante Caledônio de Assumpção Santiago, ou simplesmente Manoel Santiago que se tratava e diante do elevado valor, atual, desistiu. Infelizmente para este comprador e felizmente para outro comprador que por mérito e visão a adquiriu. Da mesma forma que felizmente para o conjunto da obra, da biografia e historia de Manoel Santiago como um dos expoentes das artes plasticas no Brasil. Assim também já ocorreu comigo diante tantos outros trabalhos de artistas que foram amigos meus e de outros que não conheci pessoalmente mas aprendi a amar, por estudos, pesquisas, conversas com filhos, familiares e mesmos outros artistas contemporâneos. A exemplo disto é a obra do grande mestre da pintura acadêmica brasileira Eliseo d'Angelo Visconti, ou simplesmente Eliseu Visconti, de quem fui muito amigo de seu filho, e que entre tantas conversas em sua casa, aprendi muito sobre o artista muito alem das nuances que estão em livros. Com o passar dos anos a cada novo trabalho que me deparava, levava ao meu amigo, filho do artista para comentários inclusivos a respeito da obra. Com isto, eu como antigo, avido e tradicional profissional do meio do Mercado de Arte e da verdadeira historia das artes plasticas e visuais do Brasil, só se completa. Foi em uma destas raras oportunidades de mercado que me deparei com um raro exemplar completo e intacto da famosa do Eliseu Visconti, designer ítalo-brasileiro ativo entre os séculos XIX e XX. A Moringa verde decorada com perfil e flores – Executada para a inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, decerto um exemplar raro e completo mas diante de meu individual desejo em compra la preferi indicar, incentivar e mesmo ensinar sobre a obra que ate então era desconhecida do neto do artista o Sr. Tobias Stourdze Visconti, que na época estava iniciando os trabalhos do Projeto Visconti, como hoje se encontra. A partir desta aquisição,desta citada obra o projeto hoje catalogou perto de 20 exemplares, expostos em varias exposições e até, mesmo fez reedição delas durante a grande exposição do artista no Museu Nacional de Belas Artes, que humildemente me posicionei contrariamente mas mesmo assim, comprei um exemplar sem qualquer deferência. Infelizmente, por mais que todos os dados acima sejam verídicos, sobre a moringa verde, nunca e nenhum dado ou credito a mim e ao meu conhecimento, intermediação para a compra da obra algum dia a minha pessoa foi dado. A obra de Eliseu Visconti, enquanto  pintor, desenhista e designer e minha caminhada profissional no Mercado de Arte, assim pelos tempos, permanece. Existiram outros artistas, uns amigos outros apenas amigo e admirador de suas obras, criatividades e engenhosidades. Tais como Oswaldo Goeldi, Sylvio Pinto, Farnese de Andrade, Bustamente Sa, Jose Maria Dias da Cruz, Antonio Bandeira, Emiliano Di Cavalcanti, Rosina Becker do Valle, Ivan Serpa, Bruno Giorgi, Ceschiatti, Menotti Del Pichia, Burle Marx, Mabe, Djanira, Caio Mourão, Adilson Santos, Adelson do Prado, Roberto de Souza, Angelo Cannone, Francesco Brunocilla, Sansão Pereira e tantos outros.  






Eliseu Visconti - moringa verde - Coleção Particular.







Oswaldo Goeldi - pescador - Coleção Ricardo Barradas.




Emanoel Araujo - Avenida Paulista p TV Globo - Coleção Ricardo Barradas.






Bruno Giorgi - Figura Sentada década de 1960 -  Coleção Ricardo Barradas.





Eliseu Visconti - ost - Copacabana - Coleção Ricardo Barradas.






Manoel Santiago - ost - dec. 1930 Coleção Ricardo Barradas.








segunda-feira, junho 04, 2018

quarta-feira, maio 23, 2018

II Congresso Internacional de Peritagem de Obras de Arte









II Congresso Internacional de Peritagem 
de Obras de Arte

ICAE International Conference Artwork Expertise, 
que acontecerá  na cidade do Rio de Janeiro o dia 29 de setembro de 2018 
tem como objetivo a confraternização e atualização dos profissionais 
de peritagem de obras de arte do Brasil, da América Latina e do mundo.


Declarado de Interesse Cultural pelo Ministério da Cultura da Nação Argentina,
 Ministério das Relações Exteriores e Consulado Argentino no Rio de Janeiro, 
UNESCO e IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus) 
este encontro acontecerá no Windsor Barra Hotel
 na capital fluminense.  



2 0 1 8

Rio de Janeiro - RJ - Brasil







sábado, maio 19, 2018

CPM - Creations Perpetuum Mobile,






Leonardo Da Vinci



O processo criativo inicial de uma obra na arte, começa de forma aleatória e abstrata, afinal o ambiente remoto e o recém estado mental, emocional do artista, do autor, do inventor o contamina. A cadencia mecânica e a gestualidade do fazer que aos poucos definem a complexidade e a singularidade muitas vezes aparentemente sem sentido, objetivo e soluções. Mas o inesperado existe e quando se menos espera, elas surgem em perguntas fluxos e respostas energéticas, luz e calor, ondas finas e precisas que se a razão busca se encontra las levaria anos a fio sem ter nada próximo desta exata situação e posição. A frequência criativa quando realmente sintonizada na arte pura é uma divina baixa blasfêmia da criação. Nenhum verdadeiro artista pode se achar sacro-santo por que busca reinventar o verbo longe do original, educacional e dos saberes previsíveis. Entre obras de varias plataformas de uma forma fechada ou de uma forma aberta, que é bem mais grave pois alem de inventar o que não existe ainda nega a limítrofe cativa equação das horas, do espaço e do tempo, os cânones da oficial temporalidade da evolução. São estas obras que alguns mestres em semiótica, como Umberto Eco, costumam chamar de obras abertas, pois são criações que transitam em um movimento perpetuo como moto-continuo. Obras criativas possíveis, mas hipotéticas como as leis da física interpretam ou melhor hipoteticamente irreal para um mecânico e gravitacional instrumento mas naturalmente real e possível enquanto fundamento e obra de criação. Obras que eu costumo chamar de CPM - Creations Perpetuum Mobile, ideias imagens de luz, cor, fluxo e frequência as quais reutilizariam indefinidamente a energia criativa gerada por ela mesma desde seu próprio movimento inicial criativo. Não são obras derivadas dos movimentos simbolistas quaisquer. São sim obras da criação artística inventiva que de tempos em tempos, ressurgem edificadas e atualizadas como um tipo especial de meta-linguagens continuas criativas, bem mais fortes e bem mais precisas para qualquer momento em questão rumo ao infinito. São obras ícones, na direção da nova linguagem contemporânea onde o ideograma não só exprime a ideia exata mas por forma criativa deriva múltiplas interpretações.O vermelho encarnado da dor, do mutilamento, escarnecimento, do ferimento, da violência perante a vida, do perigo é a mesma cor universal escolhida para significar a ternura mais humana, o amor, no coração vermelho.


RICARDO V. BARRADAS 

segunda-feira, abril 23, 2018

segunda-feira, abril 16, 2018

"NA VISÃO DO ARTISTA: ARTES VISUAIS - PROBLEMAS, SOLUÇÕES E ALTERNATIVAS."



 I Seminário de Artes Visuais do Fórum Faz Cultura.



Detalhes
"NA VISÃO DO ARTISTA:

ARTES VISUAIS - PROBLEMAS, SOLUÇÕES E ALTERNATIVAS."

Dia 3 de maio você tem um encontro marcado com a arte no I Seminário de Artes Visuais do Fórum Faz Cultura.

Serão 3 mesas que debaterão os rumos da produção artística, preservação, fomento, normas, políticas públicas, entre outros assuntos:

Mesa 1
Promoção e Circulação de Obras de Arte no Brasil e no Exterior: normas, dificuldades e soluções.

Com participação de:

Ana Helena Curti - Arte3 e Presidente da ABPIAV, Ewelyn Schots - Advogada Tributarista e Auditora, Claudio Valansi - fundador da Art Rio e Marchand, representantes da Polícia Federal, Receita Federal e da CQS Advogados.

Mediação: Gabriela Arraes Franco - Advogada especialista em Direito autoral, marcas e patentes.

Mesa 2
Incentivos e Programas de amparo e fomento das Artes Visuais no Brasil.

Com participação de:

Zeka Araújo - Artista plástico, Patrícia Castro - Coordenadora da Superintendência de Museus e da Superintendência de Leitura e do Conhecimento da Secretaria de Cultura do Estado do RJ , Lara Gurgel - Gestora do Projeto Setorial de Arte Contemporânea na Apex-Brasil, representantes da Sefic, Sesc Rj e Funarte.

Mediação: Flavia Faria Lima - Jornalista, internacionalista, gestora cultural especializada em leis de incentivo e auditorias culturais.

Mesa 3
O Valor da Arte: preservação, colecionismo, gestão de museus e instituições culturais, leilões.

Com participação de:

Marcus Monteiro - Inepac, José Marconi Marques de Andrade - restaurador, conselheiro municipal de cultura e co-fundador do Grupo SOS Patrimônio, Ricardo Barradas - curador, avaliador de arte e presidente da AFBA, Rita Wirtti - Gerente do Projeto Latitude na ABACT, André Angulo - Museu da República, e representantes de Museus e Instituições culturais.

Mediação: Professor Olinio Coelho - Arquiteto, chefiou o pioneiro Patrimônio do Estado da Guanabara, elaborou o decreto de tombamento do Parque Lage, criou o curso de restauro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Serviço:

Data: 3 de maio
Horário: 13h30 às 20h30
GRATUITO
Inscrições: até dia 02/05 às 17h no e-mail - secretaria.forumfazcultura@gmail.com
Local: Av. Almirante Barroso 14/16, Centro - Rio de Janeiro
Sala Mário Tavares - Anexo do Theatro Municipal.

Obs.: Fica atrás do Theatro Municipal, próximo à estação Carioca.

terça-feira, abril 10, 2018

EVANDRO CARNEIRO


EVANDRO CARNEIRO, marchand e escultor brasileiro.
No período de 1962-1963: participou de cursos no Museu de Arte Moderna com os professores Ione Saldanha e Ivan Serpa. Em 1964: Ingressa na Escola Nacional de Belas Artes.Ganhou o concurso instituído pelo Diário de Notícias para o troféu da Campanha Nacional da Criança, júri composto por G. P. Pinheiro, Raymundo Castro Maya e Hélio Oiticica.Teve aulas particulares com a escultora Celita Vaccani. Ingressa no Mercado de arte como funcionário da Galeria Relevo, Rio de Janeiro. Criou com José Carvalho a Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, ficando ativo na organização de leilões de arte. Organizou diversas exposições para a Bolsa de Arte, a sede do Jockey Club e o Museu Nacional de Belas Artes: Castagneto, Di Cavalcanti, Ceschiatti, Goeldi/ Grassmann / Messias, Kaminagay, Ismael Nery, Wanda Pimentel, Ivan Freitas, Pancetti, Rubem Valentim, Cerâmicas pré-colombianas, Antônio Dias, Modesto Brocos, Rubens Gerchman, Manuel Kantor, Bruno Giorgi, Sergio Telles, Cícero Dias, Eugênio Sigaud, Geza Heller, Portinari, Campofiorito, Aluisio Valle, entre outros.1987 faz Exposição individual na GB Arte, Rio de Janeiro.Em 1988: Participa da mostra “Ousadia da Forma”, na Galeria Matias Marcier, Rio de Janeiro. Em 1989: Exposição individual na Skultura Galeria de Arte, São Paulo. Participa da mostra “Nossos anos 80” no Centro Cultural Laura Alvim, organizada pela Galeria GB Arte, Rio de Janeiro. Em1990: Realiza Exposição individual na Galeria Ipanema, Rio de Janeiro. Realização da escultura Cristo Crucificado, em grandes dimensões, para a Catedral de Petrópolis, Rio de Janeiro. Em 1991: Exposição individual na Galeria Arte Actual, Santiago do Chile. Execução da escultura Dédalo, em grandes dimensões, para o Palácio dos Leilões, Rio de Janeiro. Em 1992: Exposição individual na Galeria Saramenha, Rio de Janeiro. Atividades no Laboratori Artici di Scultura in Marmo Carlo Nicoli, em Carrara, Itália. Exposição coletiva ‘O feminino e o eterno bronze’, juntamente com Agostinelli, Bruno Giorgi, Ceschiatti e Sonia Ebling, no Palácio dos Leilões, Rio de Janeiro. Em 1993: Instala a escultura Enigma, em grandes dimensões, no Parque de Esculturas do Shopping Center Recife, Pernambuco. Exposição individual em sala especial juntamente com individuais de Antônio Bandeira e Roberto Burle Marx no Salão de Antiquários e Galerias de Arte no Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro. Em1994: Exposição individual no Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro. Realização da escultura Cristo Crucificado, em grandes dimensões, para a igreja São Sebastião de Petrópolis, Rio de Janeiro.1995: Exposição individual no Palácio do Itamaraty, Brasília. Em 1998: Membro do júri da 1a Bienal Internacional de Escultura, em Resistência, Argentina, juntamente com Roel Teeuwen (Holanda) e Rafael Canogar (Espanha). Em 1999: Exposição ‘Escultura Brasileira’, juntamente com José Pedrosa, Vasco Prado, Bruno Giorgi, Sonia Ebling e Heloisa Trenagno, na Galeria Marcus Vieira, Belo Horizonte. Realiza em 2000: Exposição individual na Galeria Marcus Vieira, Belo Horizonte. Instala cinco esculturas, em grandes dimensões, no Centro Empresarial Barra Shopping, Rio de Janeiro. Exposição ‘A Pedra’, com Alfi Viverni, Bruno Giorgi, Sonia Ebling e Victor Brecheret. Em 2001: Exposição individual no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Instala a escultura Sirena, em grandes dimensões, no Condomínio La Reserve, Rio de Janeiro. Recebe o prêmio São Sebastião de Cultura – Artes Plásticas, outorgado pela Associação Cultural da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Integra no biênio 2001 / 2003 o Conselho Empresarial de Cultura da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Em 2003: Cria a Evandro Carneiro Leilões, Rio de Janeiro. Eleito e convidado para a Cadeira n. 8 da Academia Brasileira de Arte, sucedendo sua antiga professora de escultura, Celita Vaccani, vindo a tomar posse em 2012. 2005: Instala três esculturas em grandes dimensões no condomínio Península, e outras cinco no Windsor Hotel – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Faz em 2006: Exposição individual na Galeria Márcia Barrozo do Amaral, Rio de Janeiro. Realiza em 2011: Exposição A Arte em Bronze, Espaço Cultural Engenho Central, Piracicaba, SP. Instala em Ouro Preto, por encomenda do prefeito Angelo Oswaldo, duas esculturas: Acqua-via, no Parque Horto dos Contos e Marília de Dirceu na casa de Tomás Antônio Gonzaga. Em 2013: Inaugura a escultura Dom Quixote, no Instituto Mário Mendonça em Tiradentes, MG. Em 2015: Instala duas esculturas em granito em grandes dimensões no Hotel Hilton Barra, Rio de Janeiro. Sua obra integra diversos acervos no Brasil e no Exterior, assim como: Museu Nacional de Belas Artes, no RJ, Museu de Esculturas do Parque da Catacumba e Museu de Belas Artes em Santiago do Chile e diversas coleções privadas.

Evandro Carneiro

EVANDRO CANEIRO
TORSO
Escultura em bronze polido sob base de granito.
circa de 0,60 cm
COLEÇÃO RICARDO BARRADAS - RJ

terça-feira, março 27, 2018

PRECE DE CARITAS




“Deus nosso Pai,
que Sois todo poder e bondade,
dai força àqueles que passam pela provação,
dai luz àqueles que procuram a verdade,
e ponde no coração do homem a compaixão e a caridade.
Deus,
dai ao viajante a estrela Guia,
ao aflito a consolação,
ao doente o repouso.
Pai,
dai ao culpado o arrependimento,
ao espírito, a verdade,
à criança o guia,
ao órfão, o pai.
Que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste.
Piedade, Senhor, para aqueles que não Vos conhecem, e
esperança para aqueles que sofrem.
Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores,
derramarem por toda à parte a paz, a esperança e a fé.
Deus,
um raio, uma faísca do Vosso divino amor pode abrasar a Terra,
deixai-nos beber na fonte dessa bondade fecunda e infinita, e
todas as lagrimas secarão,
todas as dores acalmar-se-ão.
Um só coração, um só pensamento subirá até Vós,
como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha,
nós Vos esperamos com os braços abertos.
Oh! bondade, Oh! Poder, Oh! beleza, Oh! perfeição,
queremos de alguma sorte merecer Vossa misericórdia.
Deus,
Dai-nos a força no progresso de subir até Vós,
Dai-nos a caridade pura,
Dai-nos a fé e a razão,
Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas
O espelho onde refletirá um dia a Vossa Santíssima imagem.”



Augusto José Marques Júnior (Rio de Janeiro RJ 1887 - 1960 RJ Rio de Janeiro)





MARQUES JUNIOR

Augusto José Marques Júnior ( 1887 - 1960 )

óleo sobre tela 

56 x 48 cm

São Paulo Apóstolo

PARIS  1918 

Considerado um dos mais importantes trabalhos do artista. 
Obra de raro valor adquirido da família do artista.

Coleção Particular RJ 






sábado, março 17, 2018

MARIELLE FRANCO, PRESENTE.





Vereadora Marielle Franco 



Para Vereadora Marielle Franco, in memorian.

Os maus e os perversos deste mundo não sabem que não se consegue verdadeiramente ceifar o brilho de uma estrela.Pelo contrario, na tentativa amarga de apaga la, ela como luz se fortalece, espalha se e se encandece.

                                                                                            RICARDO V. BARRADAS