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domingo, julho 28, 2019

ELISEU VISCONTI e outras obras na Coleção de Arte Ricardo V. Barradas - RJ - Brasil - Algumas Obras Selecionadas.



COLEÇÃO DE ARTE  Dr. RICARDO V. BARRADAS

Rio de Janeiro  -  Brasil


Algumas obras selecionadas








ELISEU VISCONTI - o.s.t.  81x65  de 1926 "Meu Irmão Affonso"
Meu Irmão Affonso, obra emblemática que
participou de todas as exposições do pintor.
Fotografada em diversos livros, e foi muito comentada
pela critica quando apresentada no salão de belas artes.
Registrado no Projeto sob numero P120.








ELISEU VISCONTI -  o.s.t.  26X33 -  "Copacabana".

Um dos celebres trabalhos sobre o bairro de 
Copacabana, onde o artista morou na Ladeira dos 
Tabajaras, em uma casa que hoje tem um edifício
que leva seu nome. Onde mora a sua família.
Esta obra participou de varias exposições do artista.
Registrada no Projeto sob numero P509









BRUNO GIORGI  - " Asa"  década de 70
Esta escultura em bronze, se originou do protótipo
da famosa serie de " asas", como a da Coleção Roberto Marinho,
da Coleção da TV Manchete e da Coleção do Banco Delfim.
Um ícone dentro da obra do artista. 

Coleção Ricardo V. Barradas do RJ .











MENDONCA FILHO - Mestre da Escola Baiana
Um dos seus primeiros trabalhos do pintor mas já 
expressava muito talento o que lhe consagraria.
Obra digna de museu e coleções exigentes.
Uma verdadeira obra-prima da escola baiana.









LEVINO FANZERES - o.s.m. -  " Crepúsculo "
Obra da melhor cepa do artista capixaba.








TOBIAS MARCIER 

o.s.t. - 70x90  "Casarios nos arredores de Ouro Preto".








 Rodolpho Bernardelli 

Homenagem a EMILIANO DI CAVALCANTI ,
busto "cabinet" super moderno deste grande
artista escultor acadêmico brasileiro.
Uma obra icônica, singular um dos maiores mestres da escultura acadêmica
brasileira se rendendo em homenagem ao Modernismo Brasileiro. 
Obra super conhecida e única.
 
Não existem múltiplos.

Registrado na pagina oficial do artista
no link da BOLSA DE ARTE do RJ.

Coleção de Arte Ricardo V. Barradas do RJ.









Abelardo Zaluar - Guache - 30X50   "Formas "
Um excelente trabalho deste artista concreto
brasileiro que tem uma obra exuberante neste sentido.

Coleção Ricardo V. Barradas









 Emanoel Araújo

AVENIDA PAULISTA - da serie da REDE GLOBO.
Obra pioneira feita pelo artista para a famosa serie da TV,
ela abria o seriado em uma animação de Hans Donner.
A partir desta obra, que o artista executou outras obras
semelhantes para conjuntos de escritórios da Avenida em São Paulo.

Ex Coleção Valter Clark
Ex Coleção Renato Pacotte
Ex Coleção Ricardo V. Barradas
 






BRUNO GIORGI - Escultura em bronze patinado - década de 1960.
                                                obra em grandes dimensões e de época
Obra fotografada em gesso no primeiro livro do
artista editado pelo MEC. Obra gigantesca quase que em tamanho natural.
Executada pela Fundição Zani do RJ.

Coleção Ricardo V. Barradas do RJ. 









ROBERTO BURLE MARX 

Planta alegórica dos desenhos para o Calçadão de Copacabana,
executada a mão por nanquim sobre papel, pelo famoso
artista paisagista brasileiro mundialmente reconhecido. 
Este exemplar foi dado pelo R. Burle Marx ao amigo Bruno Giorgi,
e decorava o atelier do Bruno em Petrópolis.
Obra adquirida do filho da primeira esposa do escultor.
Um documento histórico 
de valor inestimável para a cultura carioca e brasileira. 

Projeto Original do Calçadão de Copacabana,
existe uma copia deste projeto nos arquivos do escritório de arquitetura
BURLE MARX, em Laranjeiras mas esta obra é o original. 


Coleção Ricardo V. Barradas do RJ.







ABELARDO ZALUAR - o.s.t. - 70 x 90  "Atmosfera Serrana"
Obra medalha de ouro do Salão Nacional de Belas Artes.
A obra mais premiada e participante de todas principais
exposições do artista, obra que lhe concedeu a medalha de ouro
no Salão do MNBA.

Coleção Ricardo V. Barradas RJ.




  


MANOEL SANTIAGO - o.s.t. - Paisagem Francesa.
Esta obra encontra se reproduzida no Livro do Artista.
Ex coleção Ricardo V. Barradas.










RUBEM GERCHMAN

" O beijo "
Nanquim e Guache sobre papel artesanal.
Assinado duas vezes, R G e R. Gerchman


Coleção Ricardo V. Barradas
 



CARLO DE SERVI 

Óleo sobre Madeira
Igrejinha de Jurujuba em Niterói século XIX
Icônica obra iconográfica deste renomado artista ítalo brasileiro.

Coleção Ricardo V. Barradas








JOSE MARIA DE SOUZA 

Óleo sobre Tela em grandes proporções. 
95 x 70 cm
"O menino e o Circo"
Coleção Ricardo V. Barradas do RJ.









Jose Maria Dias da Cruz 

O.S.M. - Natureza Morta - Década de 1950.
Um dos famosos trabalhos acadêmicos deste grande artista.
Autenticado e reconhecido por ele, obra importante de coleção.

Coleção Ricardo V. Barradas do RJ.










THEOPHILO DE JESUS 
1758  -  1847
Jose Teófilo de Jesus 

Escola Barroca Baiana

"São Francisco Mulato" 44 x 34 cm  
com moldura de época

Rara obra oval em pequena dimensão 
do artista negro baiano, que realizou painéis gigantescos
para varias igrejas e conventos em Salvador.
Sendo considerado o maior pintor ativo na Bahia da
primeira metade do século XIX.

Obra analisada e reconhecida pelo MNBA.
Adquirida no LEONE Leiloes de Arte do RJ.
este trabalho consta na lista dos trabalhos reconhecidos do artista.

Coleção de Arte Ricardo V. Barradas RJ.









HISTORIA DA REPUBLICA BRASILEIRA
HISTORIA DA MACONARIA
HISTORIA DA PERSIA

Postal do Importante e Raro tapete Kirman Imperial
oferecido pelo ultimo Xá da Pérsia, 

Sua Alteza Ahmad Shah Qajar 

particularmente ao amigo

Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca

Presidente da Republica do Brasil 
pertencente a nossa coleção.


Tapete Kirman Laver Imperial 

"Republica Brasileira"

confeccionado em fios de seda e pigmentos naturais
pelos melhores artesãos imperiais palacianos
do ultimo Xá da Pérsia, da linhagem real. 

Sua Alteza Imperial Ahmad Shah Qajar  

inicio do século XX
1,54 por 0,95 cm

Coleção de Arte Ricardo V. Barradas do RJ.



ROBERTO BURLE MARX 
Litogravura sobre cartão - acid e justificada
edição de época







PEDRO AMÉRICO 

Estudo para o famoso quadro pertencente ao MNBA
" Voltaire abençoando o filho de Benjamin Franklin em nome da Liberdade. "
Crayon sobre papel assinado.
Obra adquirida no Leilão de Arte EVANDRO CARNEIRO do RJ.
O quadro original é considerado o mais importante trabalho
do grande artista brasileiro homenageando a Maçonaria no Brasil
e a Maçonaria Internacional.

Coleção de Arte Ricardo V. Barradas do RJ.





MANOEL SANTIAGO

" Paisagem de Cantarets " France - 1930
óleo sobre tela colada em madeira
24 x 28 cm
obra adquirida no Leilão de Arte de Soraia Cals e Evandro Carneiro.
Em 2017

Coleção Ricardo V. Barradas.








VICTOR FROND 

" Campos dos Goytacazes "
Gravura original aquarelada a mão do famoso álbum 
Brazil Pitoresco 

Exemplar da Coleção Ricardo Barradas.



Entre outras raras e importantes obras

com possibilidade de serem cedidas para exposições.

Se for de seu interesse,

contacte nos pelo e-mail abaixo


ricbarradas@gmail.com



segunda-feira, novembro 09, 2015

terça-feira, abril 03, 2012

ELISEU VISCONTI - A Modernidade Antecipada



ELISEU VISCONTI

2012






ELISEU VISCONTI
A Modernidade Antecipada




04 de Abril a 17 Junho de 2012

MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES




Avenida Rio Branco,199-Centro-RJ-Rio de Janeiro

BRASIL










quinta-feira, setembro 29, 2011

O Universo da Arte e da Cultura no Brasil

O universo da Arte e da Cultura no Brasil, passa por um momento de grave incerteza e grandes dificuldades.A própria crise existe no país por que a muito tempo os vários seguimento da Arte e da Cultura não conseguem ser "vasos comunicantes" em qualquer dialogo comum em uma mesma direção, cada setor comercial e profissional da comunidade civil e mesmo das entidades públicas e governamentais , da mesma forma que o próprio mercado cada vez mais falam um idioma próprio alienado das outras necessidades e verdades constitucionais dos demais.
Infelizmente enquanto não for construída uma unidade entre os diversos participantes deste mesmo universo por meio de ações direcionadas resultados edificantes e continuos não serão realizados.
As próprias políticas públicas culturais devem ser de Estado e não de pensamentos menores de interesses eleitoreiros de alguns partidos políticos e/ou ivenções atômicas de certos artistas visionários contemplados com cargos comissionados por força de compromissos de campanha.Esta é uma outra questão grave que ocorre na Arte e na Cultura no país, quando são escolhidos a quem vai se contemplar com uma nova direção.
Arte e Cultura não é e não pode ser encarada como um meio de privilegiar uma determinada elite intelectual nacional e muito menos ambiente para contemplar favores recebidos.
Assim ocorre e é percebido por que na maioria das vezes os nomes que aparecem empossados e convidados em uma próxima gestão do meio são os mesmos que estavam à frente de outros lugares no governo passado.
Acontece também uma questinável perpetuação de capacidade inovadora.
Em poucas palavras uma dança das cadeiras na Arte e na Cultura no país com o mesmo número de participantes.
A Arte e a Cultura não é luxo.
É sim o nosso maior patrimônio de identidade, soberania e liberdade.
Enquanto o povo brasileiro não entender desta forma, jamais seremos verdadeiramente livres.
Como em outros setores das administrações nacionais, é na Arte e na Cultura de hoje que precisamos levantar uma bandeira civil para impulsionarmos as verdadeiras mudançase que tanto se precisa.
Devemos sim estabelecermos algum ponto inicial de luta pela arte e pela cultura.
Da mesma forma que simbólicamente em outros movimento de defesa da amazônia e de tantas ooutras grandes florestas brasileira, ou a favor de alguma outra manifestação ecológica abraçamos uma árvore em nossa cidade,neste mesmo sentido acredito que os vários setores da arte e da cultura de nosso Estado do Rio de Janeiro deveriamos abraçar o MNBA, o nosso Museu Nacional de Belas Artes, nosso templo maior da Arte e da Cultura tradicional carica, fluminense e brasileira.
O que proponho é mesmo uma adoção civil da importante entidade pelos vários seguimentos da Arte e da Cultura em nosso Estado.
Um movimento pacífico e organizado de união de todos os pares e semelhantes que transitam nesta mesma atmosfera, assim como :

-os acadêmicos de Belas Artes;
-os artistas;
-os gestores de arte e de cultura;
- as entidade civis;
- as academias de arte, história, letras;
-as escolas de arte;
-os moldureiros;
-as galerias de arte;
-as publicações;
-os leiloeiros;
-os antiquários;
-os professores de arte e de cultura;
-os comerciantes conscientes;
-os museus privados;
-os centros culturais;
-as seguradoras de arte;
-os animadores culturais;
-os jornalistas;
-os críticos de arte;
-os restauradores;
- os curadores;
-os conservadores;
-os músicos;
-os conservatórios;
-os dramaturgos;
- os artístas teatrais;
-os bailarinos;
- os secretários de educação e de cultura;
-os colecionadores;
-os amantes da arte e da cultura;
e por aí vai infinitamente os vários personagens da area aliados a própria sociedade civil e o povo carioca, fluminense e brasileiro que é o verdadeiro proprietário desta entidade e de tudo que tem dentro dela.

Afinal muitas vêzes as crises acontecem por que a sociedade brasileira não assume a responsabilidade e a propriedade da maioria dos institutos, patrimônios e instituíções nacionais brasileiras.
Cada qual deve assumir a propriedade do bem maior que é a nossa rica diversidade cultural, em suma nossa arte e cultura em nosso país.
Enquanto pensarmos que todo este rico patrimônio seja do governo,
ficaremos aguardando por providências milagrosas que nunca virão, e se por alguma alma caridosa chegar algum dia,serão bem menos eficiêntes que às ações necessárias para correção.

A sociedade artística e cultural brasileira deve inicialmente abraçar algum bem , direcionar seus esforços para uma determinada direção.
Unir forças em torno de um determinado movimento que contemple um grande valor de nossa identidade cultural.
Enquanto não for iniciada uma tentativa de unidade neste universo muito pouco o setor da arte e da cultura no país efetivamente poderá fazer.

Os problemas são graves por todos os campos mas precisamos começar por alguma batalha, e quem sabe esta sugestão de ação de adoção civil do MNBA - Museu Nacional de Belas Artes, o nosso templo maior da Arte e da Cultura tradicional no país, seja um bom começo.

Afinal temos que deixar de ser o país do futuro, o lugar do amanhã, o país da esperança dos grandes projetos que irão ocorrer, da mesma forma que devemos diminuir em si o foco de atenção quase exclusiva para o imaterial, popular e lúdico e ter alguma atenção com o formal e o tradicional que ficou para traz, agoniza e sobrevive na maioria das vêzes a própria sorte.
Devemos sim estabelecer prioridades para o que existe, pelo que já foi feito, e está aí antes de avançarmos para as inovações de outros projetos gigantescos Precisamos sim de gestões inovadoras para antigos patrimônios abadonados que ficaram esquecidos, sucateados, largados, abandonados.

Por sua vez os seguimentos governamentais devem ter sim cada vez mais personagens do próprio ambiente e do próprio universo que sejam experientes, conhecedores e capacitados na matéria para promoverem as mudanças necessárias que o setor.
Precisa se que o próprio governo, por leis e normativas legislativas e institutos garantam a continuidade efetivas das ações iniciadas em gestões passadas sem correr o risco de serem abandonadas pelo meio dos caminhos.

Nem sei se isto que escrevo aqui é um esboço de protesto, um rascunho de manifesto ou um mero desbafo.

Sei sim que algo precisa ser feito, algo precisamos fazer em carater urgente para reverter este quadro caótico que passa as Belas Artes, as Artes, a Educação e a Cultura no Brasil, os nossos maiores valores artísticos, culturais e "identitários" que é responabilidade constitucional do nosso governo mas também no mesmo conceito é de todos os seguimentos da nossa sociedade civil que cada vez mais está bem longe e surda para o que grita a nossa Hora do Brasil.