Caminhem pela Arte e Cultura.

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terça-feira, setembro 27, 2022

MANOEL SANTIAGO

 


MANOEL  SANTIAGO



Manoel Santiago, ost 1930 Canterets Franca 24x28 cm




Manoel Santiago - Vista de Teresópolis -  dec 1960 - ost - 48x60




Manoel Santiago - A passagem do Cargueiro - ost - dec 1960 - 38X61.





Manoel Santiago  - Frutas sobre a mesa, o.s.t. - dec 1960 - 62 x 50 cm 





Manoel Santiago - Alto de Teresópolis - osm  18 x 24 cm, ass. inferior direito, dat.1943.








Manoel Santiago - Paisagem de Petrópolis, - o.s.m. -  1937 - 14 x 17 cm.
Obra registrada no Livro do Artista - Vida, Obra e Critica, de Flavio de Aquino.
Na pagina 98.







                          Manoel Santiago  - Canto do Rio, Nictheroy - o.s.m. 30 x 29 cm, 

ass. inferior direito e verso, dat. 1927





Manoel Santiago - Saint Germain - o.s.t., 46 x 56 cm, ass. inf.  esq. e verso, 1970. 
Reproduzido no livro do artista Vida, Obra e Critica, de Flavio de Aquino,  pág. 282





Manoel Santiago  -  Paisagem do Alto de Teresópolis com vista 
panorâmica da Baia de Guanabara 
 Óleo sobre tela  - 49x59. Assinado, datado e localizado, 1932






Manoel Santiago -  "Floresta da Tijuca". óleo s tela colado na madeira.
 24 x 33 cm. Assinado, datado 1924 e localizado.








MANOEL SANTIAGO. Poços de Caldas. 1933 
Ost colada em madeira, 17 x 22 cm fotografado no livro do artista.








Manoel Santiago - Antiga Alfandega, óleo s madeira, 26x34cm. 
Assinado e datado, Rio 1944. 
Estudo para o quadro da Coleção Roberto Marinho RJ








Manoel Santiago 
"Assumpção brincando", o.s.t. - 46 x 38 cm . Assinado e datado 1945.
Reproduzido no livro Manoel Santigo Vida, obra e crítica por Flavio de Aquino na P. 133.




 

quarta-feira, março 02, 2022

Nem tudo que reluz é ouro. Jóias de HAROLDO BURLE MARX

 

HAROLDO BURLE MARX



Haroldo Burle Marx

Haroldo Burle Marx - Broche em ouro 750, escovado e com uma ametista e uma granada com lapidação cabochão, e uma turmalina com lapidação livre, contrastado. Med. 6,5x4cm. Peso 28.6g






Haroldo Burle Marx



Haroldo Burle Marx - Anel em ouro 750, escovado e água marinha, com lapidação cabochão. Contrastado. Aro 7. Peso 11.4g.




Haroldo Burle Marx


Haroldo Burle Marx - Par de brincos em ouro 750, escovado e com turmalinas lapidadas. Assinadas e contrastada. Peso 16.8g


Por total ignorância e desinformação 

as famosa jóias do joalheiro Haroldo Burle Marx são comercializadas,

no atual mercado de arte amador e emergente,

como exemplares de autoria do irmão o famoso paisagista 

Roberto Burle Marx.

No entanto são bem diferentes ao olhar de um especialista.

Como muitas galerias sem informações necessárias, passaram

a consumir, acabam comprando gato por lebre e repassando para seus clientes.

O famoso joalheiro brasileiro Haroldo Burle Marx que inventou

em terras brasileiras a lapidação livre com gemas de pedras

preciosas entupidas, de menor valor no mercado gemológico 

por não terem boas cristalização.

E o acabamento feito a buril pela influencia do artífice

italiano que dividia sua oficina no prédio do ODEON,

no bairro da Cinelândia no centro do RJ, local que por

muitas vezes visitei, expressam de forma singular

as jóias e criações  do joalheiro HAROLDO.

A maioria delas eram comercializadas na

loja da rua Rodolfo Dantas, em Copacabana.

E apresentam a embalagem e estojo da loja.


Embalagem da loja do Haroldo Burle Marx 

em Copacabana - RJ - Brasil..




Enfim para adquirirem jóias originais do artista e paisagista 

ROBERTO BURLE MARX

busquem um especialista. Para não estarem comprando,

Haroldo como Roberto.


" Em arte, nem tudo que reluz é ouro "

" O conhecimento não admite vaidades."


 



segunda-feira, dezembro 27, 2021

PANCETTI


PANCETTI, JOSÉ

 Mulher Sentada - Nanquim e guache s papel, 35 x 24 cm, ass. inferior esquerdo, dat. 1943. 
Com cachê da Galeria Canvas e da Cosme Velho Galeria de Arte.
Coleção Particular RJ





 

quarta-feira, julho 21, 2021

JOIAS BURLE MARX - A VERDADEIRA HISTORIA DO MITO DO MERCADO DE ARTE BRASILEIRO.

 


JOALHERIA BRASILEIRA


DAS JOIAS


BURLE MARX


HAROLDO e ROBERTO



A ignorância e a insensatez junto com o não conhecimento das técnicas no mercado de arte no Brasil, deve ser considerada, imensa. Como ocorre no caso do mundialmente famoso artista Roberto Burle Marx. Além dos renomados projetos de arquitetura, paisagismo e urbanismo, o artista se dedicou ao desenho em varias técnicas das quais não conhecia. Entre elas a cerâmica, a vidraria, a estamparia e a joalheria. Esta ultima por sinal tão valorizada, as famosas jóias Burle Marx, ele só desenhou e nunca fez. Quem fazia era o renomado joalheiro da família, Haroldo Burle Marx ou H. Burle Marx, que tinha o contraste Burle Marx, que teve uma loja comercial de jóias, na rua Rodolfo Dantas, numero 6, no bairro de Copacabana e mantinha uma oficina no centro da cidade, em um dos andares do edifício Odeon. Sim o Roberto nunca fez jóia alguma só o Haroldo e o Veneziano, com seus ajudantes que fizeram. Eu particularmente fui a esta oficina por diversas vezes pois tinham por habito adquirirem gemas brasileiras para lapidarem. Nada errado, assim como a serie das jóias do Roberto Burle Marx, desenhadas a giz em papel "canson" preto, confeccionadas por contrato pela famosa joalheria H. Stern, no Rio de Janeiro, O mercado, por ignorância sobrevive de mitos que ele fez, mas outros grandes nomes também não as fizeram como Picasso e Salvador Dali, 

e nem por isto as jóias valem menos. 


RICARDO V. BARRADAS       





ESTOJO DA LOJA DO H. BURLE MARX



JOIAS BURLE MARX


JOIAS BURLE MARX




JOIAS BURLE MARX




JOIAS BURLE MARX




JOIAS BURLE MARX


sexta-feira, abril 22, 2016

GRAVURAS




GRAVURA 


Trabalho com algumas gravuras na Coleção Ricardo V. Barradas 







OU

http://pt.slideshare.net/azeitonafilha/gravura-5969826






quinta-feira, dezembro 25, 2014

sexta-feira, fevereiro 21, 2014

Decreto restringe direito dos colecionadores de arte e causa polêmica

Eu quase que batizo pessoalmente esta nova aplicabilidade da normativa constitucional na defesa do patrimônio artístico e cultural brasileiro, da Lei do IBRAM e do novo decreto como o "decreto Abaporu" pois foi a partir desta obra clássica da pintura do modernismo brasileiro, da artista Tarsila do Amaral que hoje encontra se no exterior mais precisamente em Buenos Aires - Argentina no MALBA que o Ministério da Cultura percebeu que obas ícones estavam indo embora.
Um pouco antes de ir parar no mercado internacional para a venda em uma famosa Casa de Leilão o trabalho ícone "Aparoru" circulou no Mercado de Arte nacional sem despertar interesse dos investidores nacionais sejam institucionais públicos e privados.
Na verdade as politicas culturais publicas e privadas em sua maioria não se entendem sem falar nas academias e ainda mais na péssima qualidade e especificidade dos bens registrados e inventariados, o que dificulta em muito a salvaguarda dos bens tombados a exemplo disto está fortemente pouco detalhado na arte religiosa e sobretudo nas peças de prata e de ourivesaria. Mas enfim existe sim uma carência muito grande de profissionais específicos no registros, na conservação, catalogação e na vigilância da memoria do patrimônio que não é tido como contemporâneo ou enlatado "made in brazil" dentro da espetacularização da cultura em massa. A exemplo disto deveria ter um museólogo em cada aeroporto internacional do país, pois é pedir muito que a policia federal exerça sua função também como especialista de bens artísticos e culturais.
E por aí vai como o estado caótico de vários acervos e museus espalhados a própria sorte de norte a sul por nosso país. Espero mesmo que o "homem que come gente" em espirito e verdade possa comer quem não entende do assunto do lado do Estado Cultural e propor aos poucos uma nova aglomeração de verdadeiros especialistas capazes, cada um em sua área e com sorte também uma parceria lógica e generosa com o próprio mercado de arte, colecionadores, galerias, leiloeiros, universidades  e profissionais do mercado de antiguidades para revitalizarem sua função frente ao patrimônio nacional que ainda existe espalhado por aqui mesmo que em muitas das vezes agonizantes


Ricardo V. Barradas.
Rio de Janeiro - Brasil.

quinta-feira, janeiro 30, 2014

ZIRALDO e o contemporâneo.






 
 
 
" Quando a Arte é boa a plataforma não precisa de definição.
Ela por si só se insere na contemporaneidade.
Assim é a obra do ZIRALDO."
 
                                                                Ricardo V. Barradas
 
 
 
 


domingo, janeiro 12, 2014

COMO SERIA BOM ....SE FOSSE VERDADE.


 
 
 
 
 
Artigo Primeiro de uma
Lei Ética e Moral das Obras de Arte.
 
Todo artista vivo dito contemporâneo de qualquer nacionalidade ou cultura só poderá ter qualquer obra com cotação milionária se o montante de 5% de sua produção for doada ou convertida em valores para programas internacionais de combate a fome, a miséria, as doenças, as desigualdades sociais em qualquer parte do planeta e/ou sejam parte de fundos para programas internacionais da ONU contra a falta de liberdade, a falta de dignidade humana e de desobediência dos direitos democráticos da pessoa.
 
 


quarta-feira, maio 16, 2012

SOLUÇÃO NÃO É SER A SOLUÇÃO...



" A solução é não ser a solução. "

Em minha opinião as políticas de patrocínio do MinC para as instituições artísticas e culturais estabelecidas e para certos medalhões não são políticas culturais amadurecidas para arte a para a cultura no país e nem para os produtores culturais independentes e para os artistas autônomos e experimentais e tão pouco para os grupos menores da cultura popular.


O hermetismo na arte e na cultura no país deve cessar deve se fomentar a produção de arte e de cultura não ajustar a produção cultural a um balcão do mercado.

A cultura brasileira deve perceber que o que mais representa a arte e a cultura nacional legítima e verdadeira são as atividades de fato que ocorrem principalmente nas periferias dos grandes centros desenvolvidos e nem sempre é o hermético não pensamento criativo de direito de empoeiradas instituições que não se renovam em oportunidades dentro da realidade cultural nacional.

Incentivo à cultura é para mim ensinar à pescar a onde tem peixe no local em que quiser mas não aportar pequenos pescadores cadastrados e amarra- los a um grande navio direcionando os à uma exclusiva pesca econômicamente rentável em àguas internacionais.

A cultura na diversidade exige um pouco mais.





quinta-feira, maio 10, 2012

sexta-feira, julho 03, 2009

Ricardo Barradas é agraciado com a Medalha Major Portugal por Mérito Cultural nos 200 anos da PMERJ.

Ricardo Barradas é agraciado por Mérito Cultural

Medalha Major Portugal


DECRETO Nº 148 DE 04 DE MAIO DE 2009



1809/2009– 200 Anos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro



EDUARDO GOMES DE SOUZA, Grão-Mestre do

GRANDE ORIENTE DO BRASIL
NO RIO DE JANEIRO,

federado ao GRANDE ORIENTE DO BRASIL,

no uso de suas
atribuições legais e de acordo com parecer favorável da Comissão de Constituição e

Justiça do
Conselho Estadual da Ordem,

aprovado na Sessão realizada em 30 de abril de 2009 de E\V\, e
CONSIDERANDO que em 13 de maio de 1809, em substituição aos “quadrilheiros”, até
então responsáveis pelo patrulhamento das ruas da Cidade do Rio de Janeiro, D. João VI criou a
Divisão Militar da Guarda Real de Polícia da Corte,

logo

Polícia Militar

do Estado

do

Rio

de
Janeiro;
CONSIDERANDO que em 23 de dezembro de 1810, foi o então Capitão MANOEL DOS
SANTOS PORTUGAL, nomeado por D. João VI para custear a primeira Companhia de Cavalaria
da Divisão Militar da Guarda Real de Polícia, que foi instalada em 1811, no Quartel de “Mata
Porcos” situado na atual Rua de Santana;
CONSIDERANDO que o então Major MANOEL DOS SANTOS PORTUGAL teve
papel destacado no confronto com a Divisão Auxiliadora Portuguesa,

que em 11 de janeiro de
1822 havia ocupado o morro do Castelo, a fim de pressionar o Príncipe D. Pedro a retornar a
Portugal, obrigando as forças portuguesas a retirarem-se, retornando vencidas a Portugal;
CONSIDERANDO que o Major MANOEL DOS SANTOS PORTUGAL

foi um grande
expoente na luta pela Independência do Brasil, sendo-lhe concedido em 1821, pelo

Príncipe D.Pedro, o título nobiliárquico de “CONDE DE PARATI”;
CONSIDERANDO que em 17 de junho de 1822 quando da criação do “GRANDE
ORIENTE BRASILIANO”,

através da divisão da então única Loja Maçônica “COMMÉRCIO E
ARCTES” em três, assumindo as outras duas os títulos distintivos de “UNIÃO E
TRANQUILIDADE” e “ESPERANÇA DE NICTHEROY”,

o Major MANOEL DOS SANTOS
PORTUGAL, assumiu o cargo de Venerável Mestre da Loja Maçônica “COMMÉRCIO E
ARCTES”, com o nome histórico de “Irmão BRUTUS”;
CONSIDERANDO que pelos fatos militares e maçônicos históricamente registrados, o
MAJOR MANOEL DOS SANTOS PORTUGAL,

teve destacado papel na criação da POLÍCIA
MILITAR, na Independência do Brasil e na fundação do Grande Oriente Brasiliano;
DECRETA
Art\1º – Fica criada a

“MEDALHA DO MÉRITO MAJOR PM MANOEL DOS
SANTOS PORTUGAL”,

comemorativa dos 200 anos da fundação da

“POLÍCIA MILITAR DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO – PMERJ”, “a primeira Corporação Policial Militar do Brasil”.
Ricardo Barradas é agraciado com a Medalha Major Portugal,
por Mérito Cultural - no bicentenário da PMERJ.





quinta-feira, março 05, 2009

Atribuído a Josefa d'Óbidos,





Atribuído a Josefa d'Óbidos,

Josefa de Ayala e Cabrera (1630-1684)


'Agnus Dei'

Óleo sobre tela

Dim.: 42 x 52 cm.


Com inscrição: 'TANQVAM AGNVS INOCENCIE'.


€ 40.000 / € 60.000



Ao valor de martelo será adicionada a comissão de comprador de 15.12%


http://www.pcv.pt/home.do

domingo, fevereiro 01, 2009

Crise Econômica Internacional,finda ciclo de alta no mercado de arte

Arthur Timotheo da Costa - ost - Leme - RJ
assinado,datado e localizado,no cid.
Coleçao Particular do Rio de Janeiro





Nos último 5 anos, o Mercado de Arte Internacional viveu um período inrreal de valores sem precedentes. Obras de artistas vivos supervalorizadas, marchands,galerias que escolhiam para quem vender, pois o Mercado se torno bem mais comprador que vendedor,contratos que restringiam as revendas.De certa forma,muitas das vendas,estavam ocorrendo dentro da virtualidade,os compradores compravam e já pagavam por obras que seriam ainda produzidas.Mas com está Crise Econômica Mundial,que lança preocupações todos os dias nas grandes mídias do planeta,de norte a sul,de leste a oeste,o Mercado de Arte no Brasil,vai se ter que se adaptar,vai em suma se ajustar em pouco tempo.Não que as vendas vão despencar,não tenho uma visão tão pessimista assim,só que o próprio mercado de arte,vai ter que ajustar seus preços,para uma realidade globalizada da crise.



As obras de Arte brasileiras,que são "icones",obras produzidas na melhor fase de cada artista,não tem preço definido,nem mesmo em tempo de crise.Estas obras,quando aparecem no Mercado de Arte à venda,são oportunidades incomparáveis,felizes daqueles que podem compra- las,por que são as "prima dona",as "obras primas",cobiçadas por diversas das importantes coleções,tanto no Brasil como em alguns casos em todo mundo.Este trabalhos,quando ofertados,estão fora de qualquer indice de preços,e por isto são disputadíssimas em qualquer época,com queda ou com alta do dolar,qualquer bom comprador adquire,independentemente das políticas financeiras mundiais.



Existe também alguns dentro do mercado de arte no Brasil,que acreditam que por esta crise financeira global,o mercado tende a crescer.Pois diversos investidores,visam grandes lucros futuros,pela pratica de boas compras,em tempos difíceis de crise.Eu particularmente,acredito em parte,também,
nesta linha de pensamento.



É visível que no Mercado Internacional as obras pararam de valorizar,da mesma forma que estavam valorizando se.
Tanto em Nova York,como na Asia e Europa,os valores estacionaram.



Acho que o mercado de arte,vai olhar para traz um pouco,e isto é muito bom,a busca será objetivamente pela qualidade,não só cegamente como estava pela arte dita contemporãnea.Creio particularmente,que a arte contemporãnea,de artistas vivos,tendem a se ajustarem para baixo,creio que vários trabalhos super-valorizados vão cair vertiginosamente,e muitos trablhos de Alta Qualidade,tidos como Modernos e Acadêmicos,tendem a compensarem preços,desajustados pela histeria pré-crise economica mundial,afinal a boa obra que revela maestria na correta Anatomia,e na boa Perspectiva,deverá ser sempre celebrada,como qualidade,muito além de qualquer modismos de mercados.A boa obra,está sempre muito além de seu tempo,pela qualidade,longe das regras impostas,nestes jogos de esconde-esconde,está muito acima das leis de Procura e Oferta,do Mercado.










segunda-feira, dezembro 29, 2008

ARTES 2008 - MERCADO COMPLICADO E GRAVITACIONALIDADE ESPECIAL DE POUCOS.Um novo 2009.



O ano da reverência a Beatriz Milhazes e Cildo Meirelles,diz:

Clara Passi,no Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO - RJ - BRASIL .


"Foi o ano em que o mundo se curvou de joelhos diante da produção artística contemporânea brasileira. Pode soar ufanista. E é. Mas o abstracionismo geométrico – e milionário – da pintora Beatriz Milhazes e a consagração do escultor Cildo Meireles na Tate Modern, em Londres – braço de arte contemporânea da tradicional Tate Gallery – permitem, sim, arroubos de orgulho nacional. A dupla de ouro está na ponta da língua de especialistas provocados a enumerar as estrelas e astros das artes plásticas de 2008.
Beatriz, carioca integrante emérita da Geração 80, tornou-se a artista brasileira viva a alcançar o maior valor por uma obra num leilão de arte internacional, batendo seu próprio recorde num leilão de arte, quando O mágico (2001) foi arrematado pelo magnata argentino Eduardo Constantini (dono do Abaporu (1928), de Tarsila do Amaral) por US$ 1,049 milhão, em maio, na Sotheby's de Nova York. Depois de exibir suas explosões coloridas numa individual na galeria James Cohan, no Chelsea nova-iorquino (que rendeu a ela loas do jornal The New York Times), ter instalação exposta no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio e ter feito obras em espaços públicos (como uma estação de metrô em Londres e uma interferência na fachada de uma loja de departamento em Manchester), a última grande exposição por aqui foi na Pinacoteca do Estado, em São Paulo. Beatriz exibiu uma intervenção nas 10 janelas do espaço, que variam ao longo do dia conforme a luminosidade externa, além de pinturas e colagens realizadas desde 1990."

....e vai além quando diz:

"Beatriz foi quem mais brilhou. Ela encabeça, disparada, minha lista – diz o presidente da Bolsa de Arte do Rio, Jones Bergamin.
Bergamin destaca ainda outra vedete das artes plásticas nacionais. Adriana Varejão inaugurou no Centro de Arte Contemporânea Inhotim a Galeria Adriana Varejão, em março, um espaço concebido para receber as obras da artista, que participou do projeto arquitetônico. Aberto ao público em 2006, em Brumadinho, (MG), Inhotim é um dos museus mais visitados do país.
– Adriana ajudou a construir uma obra suntuosa, um investimento de muitos milhões de dólares – enaltece Bergamin.
Outro nome que está na ponta da língua de Bergamin, da marchand Soraia Cals (dona do Soraia Cals Escritório de Arte) e da crítica de arte e ex-diretora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Luiza Interlenghi, é Cildo Meireles, laureado com o Prêmio Velázquez de Artes Plásticas, um dos mais prestigiosos do mundo, concedido em fevereiro pelo governo espanhol.
Cildo é unanimidade
A sétima edição do prêmio foi dado a Meireles – por um júri unânime – em reconhecimento à sua trajetória artística, anunciou à época o ministro espanhol da Cultura, César Antonio Molina. A premiação de 90, 4 mil euros (R$ 300,6 mil) contempla também a apresentação de uma exposição do brasileiro no Museu Nacional Centro de Artes Rainha Sofia de Madri, em 2010."


Segundo Matéria que se encontra na integra no site abaixo:

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/12/28/e281216950.html


Um MERCADO DE ARTE COMPLICADO,digo eu:


Um Mercado de Arte Surrealista para muitos poucos,derrepente uma Modernidade passa a ser nada,abafada,diminuida,renegada,esquecida,nomes e obras de Artistas Plásticos Brasileiros Modernos,tais como Segall,Ismael,Portinari,Tarsila,Anita,Volpi,Pancetti,e tantos outros passaram a ser arte de baixo valor e com baixo teor de qualidade,frente as cifras pagas pelos Mercados Internacionais a estes Artistas Contemporâneos da Atualidade.

Não digo que estes artistas,não sejam bons,mas são artistas produtivos,com carreiras artística aberta,"Sabe se lá aonde,de verdade onde e como vão chegar,ou ficar,será que irão despencar em um momento ou movimento futuro"...ou estes são diferentes???Não despencarão jamais????Por que se são,devem ter sido feitos,formados,constituídos de um outro elemento carnal que desconheço....Acredito que são bons artistas,mas não creio muito,nestes endeusamentos de certas tendenciosas facções comerciais do Mercado de Arte Brasileiro,confesso que já vi estes filmes,em outras épocas.....de "Madonas" de U$ 60.000,00.

Vejo sim um Mercado de Arte,com grandes oportunidades de vendas,um ano onde grandes coleções por força de antecipação de inventários que poderiam ser complicados,herança,dívidas e divisões,e incertezas mundiais e internacionais,patrimônias e tributárias,convidaram a uma parcela grande de importantes Coleções de Arte,Cultura,e Antiguidades, a serem comercializadas a bom tempo,dilapidadas brevemente,antes que os problemas surgissem........Vejo sim,alguns importantes trabalhos de nossa história plástica nacional,brasileira,certas obras icones,atravessarem fronteiras conhecidas e desconhecidas,e fazerem parte de Coleções Particulares Internacionais.Sem qualquer parcialidade ou cerimônia do nosso patronal poder estatal.

Não quero de forma alguma,nem peço a volta de Ditadura ,mas gostaria sim,que algumas destas obras icones de nossa recente historia cultural deveriam ser tuteladas,institucionalizadas,amparadas ,e cuidadas e zeladas pelo Estado (Emanado pelo Povo) Brasileiro.Pois são verdadeiramente mais que reservas culturais,é a nossa própria história que passa a fazer parte,dos caprichos manipulatórios de colecionadores internacionais,muitas das vêzes pré-orinetados por comerciantes brasileiros,e detrimento ineficiente de nossas Políticas Culturais,sejam emanadas por nossas estatais,e ou nossas instituições privadas de grande monta,que não tem consultorias,e não querem se cercarem de profissionais competentes para isto.....

Estas obras que me refiro são os tantos "ABAPURUS BRASILEIROS".... que saem o tempo todo dos mais variados limites nacionais,saem das esferas e dos limites territoriais do povo brasileiro,favorecem a evasão de parte importante do que deveria ser nosso,mas infelizmente deixa de ser,para enriquecimento de alguns inescrupulosos que residem de bom grado em nosso país.Mas a História,ainda não há de ser contada.....

O Brasil,ainda sobrevive,pelos seus "FAZ DE CONTA."

Sugiro sempre uma severa reflexão sobre estes Mercados de Artes que alguns teóricos ilusionistas pregam,quando interpelados pelos modernos e diversos centros de mídias.

Que Mercado é este ????

Que passa por cima,pisoteia,desmerece o que já existe,e supervaloriza artistas de Geração de vinte anos,e fim????

Que país é este.?????

Que supevaloriza "enxertados icones" em seu presente,e os tornam real,na mesma medida que aniquilam,e tornam pequenas as histórias dos importantes que nos trouxeram até aqui????

Além de um crítica polica-social,é uma crítica fundamental e intitucional.É a supervalorização,do papel timbrado,frente a desvalorização burra do trabalho braçal.É um mercado especulativo,tomando força de blefe dentro do mercado de arte.
Uma ação que desvaloriza por vez,qualquer capacidade de qualidade e coloca a margem do erro,todos os conceitos e competências acadêmicas.É a compreensão única e exclusiva erudita do analfabeto,é os ditames efetivos do errado,norteando um Mercado de Aparências,e falsas vivências....

Perdoem me os navegantes mas muitas vêzes eu que penso errado....eu que penso,ou melhor chego a pensar,que por força das crises internacionais,e da fatalidade do grande efeito dominó comercial financeiro,que assola os mercados internacionais,vamos encontrar renovados profissionais,no mais variados mercados,profissionais mais capacitados,com novas e efetivas soluções,frente a grande fila de desempregadosque existem em todos os cantos do planeta,querendo cada um deles o seu lugar,o nosso lugar,e papel perante a sociedade de consumo,todos cobiçando cada lugar existente,nos mercados....Mas na prática não acontece assim.Desde os palestrantes internacionais,presentes em alguns congressos que tenho participado,até algumas e variadas argumentações e declarações de alguns profissionais do Mercado de Arte Brasileiro e de Produtores de Projetos Culturais,todos assumem uma única posição pequena e finita,tudo fica bem claro,em uma posição alienada e alienante.A mediocridade está cada vez mais em alta, é Ela a força primordial natural,motriz do novo milênio....

Vivemos em um IMPÉRIO DE IDIOTAS.

Felizes os que fazem parte dos emburrecimentos...felizes dos que não percebem qualquer diferença entre a ficção e a realidade.Cada vez mais forte o Besteirol,impregna se nas sociedades contemporâneas,a burrice está em alta.....Infelizes são aqueles idiotas,tidos e ditos pseudo-intelectuais, que por uma razão ou por outra,sobreviveram ao crescente analfabetismo cultural mundial.

A estes idiotas,como Eu,personagens caricatos muito infelizes,compadeço com minha abominável solidariedade.

A cada nova ação cultural em seus primeiros passos,já me pego perplexo,
com a falta de colaboração necessária,para qualquer continuidade,percebo a falta de mão de obra especilaizada,e a mão e a mente portadora de alguma compreensão para o desenvolvimento padrão,inicial de cada ação.Me pergunto,se precisamos no Brasil de hoje,mais de ações ou centros de formações profissionais especializadas,principalmente nas areas no que diz respeito as Culturas,as Artes Plásticas e ou as Artes Visuais no Brasil.

Acreditando em tudo isto....que desejo um Criativo e Produtivo ano de 2009,para todos nós.....Sem tantas loucuras especulativas...Loge das cifras milionárias,e dos devaneios mercadológicos engraçados.

domingo, dezembro 14, 2008