Caminhem pela Arte e Cultura.

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sexta-feira, novembro 04, 2022

FALANDO UM POUCO SOBRE O OURO por Ricardo V. Barradas.


                                              Castanha Relicário Baiano em ouro 18 Kt 

Brasil século XVIII  - 6 X 4 cm - . 27,6 gramas

Coleção Particular 



Para se saber qual a percentagem de ouro que está contida em uma determinada liga, os americanos convencionaram determiná-la através da Kilatagem do metal (kilate), simbolizada pela letra K ou Kt , que não deve ser confundido, de forma alguma com o termo de karat ou Carat, simbolizada pelas letras Ct , que é uma medida de peso utilizada nas gemas preciosas, comumente utilizada na pesagem da gema do diamante, entre outras como no Rubi, Safira, Esmeralda, Topázio, Água-marinha, etc.

Sendo assim desta maneira, convencionou-se que o ouro 24Kt, considerado 100% puro, equivale a 999 pontos de ouro (usado na escala européia).

O ouro puro 1000 tem 24Kt, 100 % do metal nobre mas na pratica da joalheria não se consegue confeccionar jóias com este tipo de Kilatagem.

Sendo assim o mais usual dentro da joalheria internacional é o uso do ouro a 75% de 100, ou 24 Kt que é igual a 18 Kt, comumente marcado na obra como 750. Assim, uma joia que possui 75% de ouro puro é uma jóia de 18Kt (750/1000). Os outros 25% do ouro utilizado, correspondem ao metal ou aos metais que farão parte da liga para dar o efeito desejado.

Abaixo exemplificando colocamos algumas equivalências entre milésimos e Kilates, muito utilizadas em determinados lugares do mundo :


Quando marcado 333 milésimos equivalem a 8Kt;
Quando marcado 375 milésimos equivalem a 9Kt;
Quando marcado 585 milésimos equivalem a 14Kt  (muito utilizado nos EUA e na Inglaterra);
Quando marcado 750 milésimos equivalem a 18Kt (muito utilizado no Brasil e na Itália);
Quando marcado 800 milésimos equivalem a 19,2Kt (muito utilizado em Portugal);


Quando marcado 999 ou 1000 milésimos equivalem a 24Kt (que seria o ouro puro, denominado “ouro mil” ou “ouro fino”, comumente utilizado e comercializado na forma de lingotes sejam eles grandes ou pequenos).


Em suma muito importante não confundir Kilates, o Kt do metal que atesta a pureza do termo com o Carats, o Ct que é uma medida exclusiva de peso das gemas preciosas. Digo isto por que, muitos corretores ortográficos e infelizes tradutores, referem se as duas medidas tão diferentes, erroneamente de uma forma só, como quilates.


Ricardo V. Barradas

Escritor, Artista Plástico Joalheiro, Lapidário, criador e confeccionador de jóias contemporâneas, amigo e discípulo do renomado Lapidário Zyr Cussatis, amigo e discípulo do grande e renomado artista joalheiro brasileiro Caio Mourão, do RJ, Brasil. Precursor do conceito da Arte-Jóia no Brasil. Consultor e Pesquisador de joalheria e gemologia.




quarta-feira, outubro 04, 2017

ARTE E CULTURA LIVRE RJ





ARTE e CULTURA em união e resposta, hoje.
Participem....exerça sua cidadania artística, educacional e cultural.

RIO DE JANEIRO







segunda-feira, agosto 13, 2012

Na luta pelo PATRIOTISMO CULTURAL BRASILEIRO.

Samba de Di Cavalcanti.

É UMA TRAGÉDIA PARA ARTE BRASILEIRA.
A Coleção do marchand Jean Boghici é uma das mais importantes de todo o país.Mais uma vez a sociedade e a cultura brasileira levam um grande golpe.Não existe cultura que sobreviva a tantos golpes e perdas.

Quando a alguns anos tomei a defesa em nome da cultura nacional brasileira da obra prima do modernismo, o ícone e célebre trabalho 'Abaporu', da artista plástica brasileira Tarsila do Amaral (1886- 1973),que foi vendido, em 1995, por US$ 1,43 milhão em leilão em Nova York, alguns renomados colegas marchands e profissionais me apontaram como exagerado.

Agora com a perda de trabalhos como "SAMBA" de E. di Cavalcanti de 1925 neste infeliz acidente é outro golpe fatal em nossa memória cultural.Por mais que muitos podem justificar como uma triste e lamentável fatalidade eu ainda declaro que faltam sim politicas publicas de governo para preservação do patrimônio material educacional, artístico e cultural brasileiro.

Muitos colecionadores adotam uma politica de savalguardarem estas preciosidades a seu modo pela falta de política públicas que orientem, ajudem, promovam, facilitem a proteção compartilhada
destes acervos e itens de importância cultural incalculáveis.

Da mesma forma que não tem nenhum programa governamental
de apoio aos artistas vivos nem ao legado recebido pelos herdeiros dos grandes artistas falecidos.Cada família dá seu jeito para honrar e dar
preservação em nome da cultura de nosso país.

A falta de visões ministeriais quanto ao patrimônio material é vergonhosa.

Diante de uma fatalidade como esta sofrida pelo amigo Jean, devemos mais do que nunca pedir ações de responsabilidade ao Estado cultural nacional que muito pouco tem feito neste sentido.Nossa arte "Made in Brasil" não
pode perder tanto de uma forma nem de outra.

Não quero, e nem posso concordar com opiniões contrárias as minhas quando alguns marchands brasileiros afirmam que o mais prudente é vender o que é nosso de grande valor para que outros governos internacionais mais conscientes salvaguardem nossa cultura brasileira e a eternizem a
para nós, para nossas futuras gerações.

É chegada a hora de exigir proteção de
nosso patrimônio artístico e cultural nacional.




domingo, janeiro 08, 2012

Exportação de Obras de Arte brasileiras e o Direito de Sequência

Cresce a exportação de obras de arte de artistas contemporâneos brasileiros, ora por um interesse internacional da arte produzida pelos Brics (Brasil,Russia,China e India) e também por ações como da Fundação Bienal de São Paulo e o próprio Ministério da Cultura e das Relações Exteriores.Por mais que o país siga um "boom" já ocorrido na China e no México em anos recentes eu acredito que o investimento em obras de arte pode e deve ser comparado a um bom papel do mercado financeiro, deve ter sempre um bom lastro.Particularmente tenho grande preocupação com o mercado interno brasileiro pois faltam políticas culturais específicas para o setor.Da mesma forma que sou de opinião contrária a alguns outros especialistas que pregam a idéia de mercado livre para tudo em qualquer lugar do mundo defendo a criação de uma política protecionista por parte do estado brasileiro para todas as obras de arte de grande importância para nossa história cultural, social e politica.Não só pelo desenvolvimento do renovado conceito de patriotismo cultural que faço desde que fui convidado a fazer parte da diretoria da tradicional entidade brasileira a Liga da Defesa Nacional do Estado do Rio de Janeiro, mas por acreditar que toda obra produzida no país em domínio público seja livre com direito a uso mas pertença patrimonialmente a todo povo brasileiro.É chegada a hora de acabarmos com os pensamentos menores que o público pertence ao governo, isto é um erro herdado das alucinações entre colônia e metropole.Hoje somos livres, ricos e perpetuamente soberanos.
Hoje já existe até fundo de investimentos especializado em artes plásticas e visuais do Brasil, como o Brazil Golden Art.
Acredito na valorização da arte " made in Brazil", mas condeno ao mesmo tempo os que classificam esta valorização como pura especulação.Afinal tanto a arte moderna, figurativa, abstrata, concreta e a nova safra dita contemporânea de novos artistas dos ultimos anos é de extrema qualidade, ainda alerto que o que faltam são instrumentos legais que promovam a produção sobre tudo no que diz respeito a materiais importados que é cada vez mais difícil ser adquirido para o artista que não viaja com frequencia para o exterior.
Outra questão polêmica que ganha corpo entre o mercado de arte brasileiro é o Direito de Sequência exercido pelo artista ou seu herdeiro que garante uma fatia sobre a valorização da obra a cada revenda.Por mais que esta lei seja uma heranca do "droit de suite" francês, e que na década de 1970 chegava a estabelecer o percentual de 20% , hoje se renovou desde 1998 pela lei 9.610 que prevê que o autor ou seu herdeiro legal tem o direito de receber no mínimo 5% sobre o aumento do preço eventualmente verificável a cada revenda da obra.Para a maioria dos marchands, galeristas, leiloeiros, organizadores de leilões e colecionadores é um absurdo, que esta cobrança sobre a mais-valia é absurda.Mas por outro lado reafirmo que não existe nenhum programa governamental para apoio ao desenvolvimento de projetos de arte e de artistas brasileiros sobretudo mortos o que acarreta um esforço inestimável por parte dos herdeiros para perpetuar a obra de um grande artista em nossa cultura e que nem sempre conseguem.Eu falo por experiência própria, já que a alguns anos luto para desenvolver importantes projetos de grandes artistas brasileiros junto com os herdeiros legais proprietários constitucionais e inalienáveis da obra.De certa forma o direito de sequência serve para isto, para dar aos herdeiros legais fundos ocasionais para manter os projetos administrados de forma precária e familiar, já acho uma grande cortesia por parte da maioria dos herdeiros a não tributação das imagens, por direito de imagem nas principais publicações de arte no país mas de certa forma pensando em cultura muito mais do que em mercado de arte acho que os herdeiros devem sim ter elementos financeiros para tutelarem a obra de seus ente queridos culturais.
As novas discussões em torno do assunto devem se tornar acaloradas no Congresso Nacional nos próximos mêses quando parlamentares votarão a nova lei de direito autoral, que o novo texto propõe que o direito de sequência seja uma porcentagem de 3% a 5% sobre o valor absoluto de uma revenda e não mais sobre a valorização da obra.Mesmo assim teremos uma grande dificuldade quanto a devida cobrança, de certa forma o que já acontece com o Ecad na música, só beneficia o grande artista deixando por diversas vezes em esquecimento o de menor exposição na grande mídia.A nova lei só funcionará realmente com a criação de um orgão fiscalizador composto por especialistas do setor.Infelizmente no Brasil, é cada vez mais necessário criar um juizado especial para direitos autorais na Arte e na Cultura, com juízes e promotores mais preparados para lidar com o assunto.Tudo por aqui é muito novo e com o avanço do uso das novas mídias digitais os problemas se agravam aceleradamente.Na Inglaterra que é um dos países onde a cobrança e recolhimento é bem organizado pela DACS - Valuing Visual Arts a partir de um registro a empresa os artistas recebem de 1% a 5% de acordo com o valor de revenda de suas obras.
O setor no Brasil deve encontrar suas soluções e seus próprios caminhos não sou favorável a implementação de modelos estrangeiros simplesmente é importante que ganhe maturidade e que a cultura e as politicas culturais públicas e privadas não sejam só políticas de partidos e sim políticas de governo, e mais ainda que a Educação, a Arte e a Cultura sejam encaradas como plataformas de fortalecimento de nossa nova identidade que nos garantirá para sempre nossa liberdade e soberania.
Hoje vivemos um momento impar na história política e social brasileira, a mão das políticas públicas mudaram aparecem de baixo para cima não mais de cima para baixo como acreditavam e faziam as principais correntes de juristas brasileiros.
Na verdade hoje via PT , e o governo da presidenta Dilma o que mais importa não é só mudar a lei e sim o comportamento social cidadão.Neste mesmo pensamento de uma genuína revolução popular de governo equiparo nosso momento na educação, na arte e na cultura com o movimento conhecido como "vasconcelismo" , o corrido no México pelo minsistro José Vasconcelos na década de 1920.Onde a pintura muralista foi adotada para educação e cultura para o povo no exercício de um novo comportamento e mesmo na construção de uma nova identidade cultural.Na época foram convidados os artistas Orozco,Rivera e Siqueiros para a partir do desenvolvimento de obras da expressão muralista pudessem dar didática, informar, educar e mesmo propagar a idéia central do governo.Hoje no Brasil ocorre o fenômeno do Grafitte e da Street Art, que a meu ver deveria sim caminhar em maturidade para o muralismo brasileiro.Uma arte educativa e indicativa da melhor direção a ser tomada no exercício da cidadania.Infelizmente os principais artistas grafiteiros brasileiros estão equivocadamente abandonando as suas artes originais das paredes dos lugares públicos e estão migrando para as telas em pequenos formatos e caindo no viciado mercado de arte das grandes galerias internacionais.Mas mesmo assim acredito no grafitte brasileiro e acho que é a verdadeira vanguarda nacional a ocupar brevemento os grandes espaços urbanos das periferias principalmente das areas pacificadas ou em processos de pacificação.Não pensem que o movimento muralista mexicano é uma coisa do passado dentro da história da arte latino americana.Ela permanece viva,pois até hoje existem expressões artísticas zapatistas que promovem esta linguagem artística muralista em um diálogo constante com a política, a cultura e a contemporânea sociedade mexicana.

sexta-feira, junho 10, 2011

RICARDO NEWTON - Dia dos Namorados 2011

O artista plástico


RICARDO NEWTON,


é um eterno enamorado

pelo Rio de Janeiro.




sábado, dezembro 04, 2010

Perícia Judicial e Extrajudicial - Avaliações e Consultorias.



CONPEJ
Dr. Ricardo Barradas é filiado ao Conselho Nacional de Peritos Judiciais.





Perícias Judiciais e Extrajudiciais - Assistência Técnica - Consultorias.
Avaliação para efeito de Seguro, Inventários e Garantias.
Artes Plásticas - Pinturas e Esculturas.
Joalheria - Ourivesaria e Prataria.
Antiguidades - Históricas, de Estilo e de Época.

periciajus@gmail.com



quinta-feira, novembro 18, 2010

ESPAÇO DA ARTE - Brasil 2010

ESPAÇO DA ARTE


Foi o lançamento ontem a noite da nova revista de arte

ESPAÇO DA ARTE,no Rio de Janeiro,que apresenta já na capa um forte trabalho em "litho" produzido pelo renomado artísta brasileiro Darel.

A primorosa edição assinada por Nettzy de Carvajal vem de encontro ao espaço vago no mercado editorial brasileiro de publicação de qualidade que abranja com maestria o que acontece no diversificado mercado da Arte e da Cultura no Brasil.Nesta primeira edição,encontra se diversas matérias em Especial de Fotografias,Jóias e Designers,Pintores e Escultores,e Ateliês.Entre tantas,detacamos algumas como o perfil de Vera Figueredo,pintora e curadora dos Salões de Arte; o perfil de Roberto de Souza,artista plástico renomado e professor de pintura com seu atelier em Ipanema;a artista plástica Heidir Viana, e da artista plástica joalheira Adriana MDQ.No mais é só conferir.Para maiores informações,entrem em contato com a editora

pelo e-mail.




sexta-feira, novembro 05, 2010

NOVOS ARTISTAS PLÁSTICOS E VISUAIS

Estamos sempre buscando novos artistas plásticos e visuais,nas várias categorias para acomapnhamentos frente ao Mercado de Arte nacional.Pela convivência de muitos anos no Mercado e Arte e da Cultura, temos contatos com inúmeras Galerias, Instituições e Colecionadores.No entanto,é sempre bom lembrar que a observância de alguns predicativos, sempre contribuem para um melhor entendimento entre às partes.
São eles :
- Estar aberto para possíveis novidades e novos conceitos.
- Ter uma boa produção (Quantitativa e Qualitativa).Caso não as tenha pelo menos ter tempo hábil para desenvolver.Não procuramos artístas eventuais e de fim de semana.
- Conhecer alguma técnica e querer estudar outras, pelo menos tentar e experimenta novas variações.
- Querer ser profissional e não ter ligações emocionais impeditivas exageradamente no que faz.Deixar as ligações pessoais de fora de sua arte ou pelo menos tentar ter autonomia para isto.
- Uma carreira artística nunca produz resultados tão rápidos.Logo precisa se ter um mínimo de serenidade e menos ansiedade possível.O começo de qualquer parceria,ocasionará aceite de um termo de exclusividade.
- Em nosso caso,a nossa busca é preferencialmente para artístas que residam na cidade ou próximo da cidade do Rio de Janeiro - RJ - Brasil.Mas não descartamos,lugares mais distantes no Brasil e no Exterior desde que tenham boas comunicações e transportes.
- Já no primeiro contato, é importante o envio de um pequeno texto biográfico, com idade, meio vivente, alguns hábitos, escolaridade, religiosidade, dados pessoais e profissionais, telefones, e duas fotos em jpg de dois trabalhos recentes, como também uma foto pessoal recém tirada.
- Em nenhuma hipótese trabalhamos com menores de idade,ou pessoas incapazes de qualquer tipo.
- A nossa comissão analisará cada caso separadamente,e não emitirá opiniões caso não haja predicativos para os trabalhos.Todos os nossos serviços são geralmente realizados mediante honorários acordados,mas neste caso aqui,a seleção de novos artistas,a seleção será feita,gratuitamente,por que temos muito interesse no encontro de novos valores.
O endereço para tal correpondência é :
assunto : novo(a) artista.
Responderemos a todos os e-mail na medida do possível.Obrigado.

domingo, outubro 31, 2010

ANITA MALFATTI - A exposição fêz 100 anos.

"A Boba" de Anita Malfatti



"O Japonês" de Anita Malfatti




Este ano fêz 100 anos (1910 –2010) que a pintora com bases provincianas, incentivada por intelectuais como Mario de Andrade despontou para o lugar de “musa ousada” da arte de vanguarda modernista brasileira.Foi em 1910 que Anita apresentou a sociedade paulista por uma exposição trabalhos como um retrato de uma boba deformada e um homem comum de terno amarelo,e foi atacada por uma crítica sem reservas pelo escritor Monteiro Lobato e por outros intelectuais conservadores da época.



A obra da artista,ainda é muito pouco conhecida. Existem alguns trabalhos que são repetidamente publicados, tais como “A Boba”, “ Homem Amarelo”, “A Chinesa”, “O Farol”, e o “ O Japonês”, mas existem outras obras de grande importância vanguardista, modernista e expressionista da arte brasileira que são totalmente

desconhecidas do grande público.





Este ano de 2010 foi realizada e inaugurada uma exposição retrospectiva

com curadoria da sobrinha do artista Cândido Portinari,

de parte significativa da obra da artista com alguns trabalhos,

mas muito mais vindos de colecionadores públicos do que de importantes coleções privadas espalhadas pelo país.

Ainda é muito frágil a interação entre o mercado de arte, colecionadores e os produtos culturais desenvolvidos nos meios acadêmicos, razão pela qual muitas das boas oportunidades não alcançam o desejado objetivo pleno e a cultura nacional fica incompleta, aguardando uma próxima oportunidade.