Caminhem pela Arte e Cultura.

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quinta-feira, março 22, 2012

Aloysio Zaluar “CARNAVAL 2012”




Exposição de 23 de março a 5 de abril
segunda a sexta-feira das 10:30 às 18 horas

sábados e domingos das 13 às 18 horas
Espaço Ernani Arte e Cultura
Rua São Clemente 385 – Botafogo – Rio de Janeiro



sexta-feira, fevereiro 26, 2010

A Cara do Rio - Edição 2010 - curadoria de Marcelo Frazão.

Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro-Brasil.



Exposição - "A CARA DO RIO " - Edição 2010.

De 27 de Fevereiro a 11 de Abril.

Curadoria de Marcelo Frazão.

No Centro Cultural dos Correios,no Centro da Cidade do Rio de Janeiro.


Segundo o curador da exposição, Marcelo Frazão, em entrevista dada para um conhecido canal de televisão,falou:


o objetivo é fazer com que os visitantes parem e reflitam sobre o Rio. A pessoa que vier visitar a mostra vai encontrar o bom humor do carioca nos trabalhos de vários artistas cariocas e não cariocas. Tem trabalhos para todos os gostos. É a alma do carioca”.
O importante é que cada um que vive na Cidade do Rio de Janeiro,em
pouco tempo adota a cidade como sua,e começa a discutir,e opinar,
com uma "tulipa de chopinno super gelado", na mão,
sobre,a melhor forma que ficaria se seguisse seu jeito de ver.
Isto é,próprio para qualquer um,
quando em pouco tempo,pega o jeito "carioquez",
de ser.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

CARNAVAL 2010....É pura poesia na Mocidade de Padre Miguel.

C A R N A V A L
2010





A famosa Academia Brasileira de Letras,a nossa ABL será reverenciada no desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel,com a regência do
Presidente Paulo Vianna.
Vem com o enredo intitulado :


“Clube Literário: Machado de Assis e Guimarães Rosa… Estrelas em Poesia!




é o magnífico trabalho do gande carnavalesco:


Cláudio Cavalcante (o Cebola),


e pesquisas e textos de Marcos Roza.









sábado, novembro 21, 2009

ROBERTO DE SOUZA







ROBERTO DE SOUZA,
artista plástico,desenhista e professor de arte brasileiro.

Roberto de Souza nasceu,em 24 de Fevereiro de 1948,na cidade do Rio de Janeiro,Brasil e mora desde sua infância no bairro em Ipanema, bairro que viu crescer e se transformar no centro da boemia intelectualizada e da melhor produção artística carioca e brasileira. Descendente de uma linguagem artística clássica,de renomados nomes como os irmãos Aurélio e João D'Allincourt,seus tios,e por parte materna,da grande ceramista Lalu,a ela desde muito cêdo,também aderiu. Começou a estudar desenho de perspectiva e aquarela aos 16 anos com o renomado Professor Lacombe, passando a conviver com importantes pintores e professores da Escola Nacional de Belas Artes e no Museu Nacional de Belas Artes,no Rio de Janeiro,sendo fortemente influenciado por artistas renomados como Manoel Constantino,e pelo maior artista simbolista brasileiro Helios Seelinger,entre tantos outros. Em 1963 torna-se discípulo do artista e profesor Oswaldo Teixeira. Trabalhou alguns anos com o artista Jaime Hora,em Salvador,Bahia. De volta ao Rio, estudou paisagem com Edgar Walter. A partir daí, freqüentou e acompanhou todos os importantes movimentos de Arte no Brasil,e no Exterior.Em 1969 foi um dos fundadores da Feirarte de Ipanema. Fundou a Casa de Cultura de Vargem Grande, O Centro Cultural da Faculdade Nuno Lisboa e o Atelier Ipanema de Artes. Fez o painel "Vista da Bahia de Guanabara" para a Faculdade da Cidade. Em 1970, já como auxiliar de aula do Prof. Oswaldo Teixeira, freqüentou o IBA, quando passou a participar ativamente do mercado de arte nacional e internacional.É titular da Academia Brasileira de Belas Artes,e possui,inúmeras condecorações,prêmios,títulos,nas Belas Artes,no Brasil,e no mundo inteiro.É jurado em vários importantes salões de Arte,sendo um dos poucos artistas "hour-concour" do Salão Nacional de Belas Artes.Roberto de Souza pintou retratos de Jorge Amado, Gisella Amaral, Roberto Campos, Roberto Requião,Anthero Barradas,e do Marchand Ricardo Barradas,e também de inúmeras outras personalidades do jet-set nacional e internacional.O artista,já realizou 7 grandes individuais e participou de mais de 30 coletivas no Brasil e exterior,inclusive em Paris,Portugal,e na América do Norte.Atualmente possui obras nas seguintes galerias: Galeria Contorno, Galeria TNT, Galeria Rembrandt, e com o marchand Ricardo Barradas, no Rio de Janeiro; A Galeria, em São Paulo; Época, em Goiás; Alencastro Guimarães, no Rio Grande do Sul; Beatriz Telles Ferreira, em Florianópolis; Ana Terra, no Espírito Santo e Arte House, em Portugal.Nos últimos anos sua pintura passou por algumas mudanças,efocando mais seu lado paisagista, tendo como estilo o impressionismo rápido e vibrante,e como tema as belas praias de IPANEMA,URCA,e COPACABANA,assim como outros tantos lugares pitorecos e bonitos da Cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro,e do Estado,com sua exuberante Mata Atlãntica. No momento, sua inspiração se detem na extensão particular e peculiar de sua visão para com o urbano,bucólico e romantico,tão característico do Rio de Janeiro,e alternadamente mantem aulas de pintura em seu atelier,conhecido como Atelier Roberto de Souza.Foi professor de pintura do famoso multiartista e humorista cearense Chico Anysio,
entre outros famosos.






quarta-feira, outubro 21, 2009

A HISTÓRIA QUE EU CONTO

A História Que Eu Conto‏







A História Que Eu Conto (CCHC), é uma organização não governamental sem finalidades lucrativas, criada a partir do “Encontro de Sonhos” de três moradores da Comunidade de Vila Aliança: Samuel Muniz (Samuca), George Cleber (Binho) e Jeferson Cora (Jê).

terça-feira, agosto 11, 2009

Papo de artista

PAPO DE ARTISTA

Prefeitura de São Paulo
Secretaria de Cultura
Centro Cultural São Paulo
convidam para:

Papo de artista
dias 13 e 27
Papo de artista - acompanhamento de processos em artes visuais com:
Débora Bolsoni (artista plástica) .
No dia 27, participação de
Fernanda Albuquerque (curadora de Artes Visuais do Centro Cultural).
Encontros quinzenais para análise e discussão de trabalhos e processos artísticos em desenvolvimento. Destina-se a artistas em formação ou profissionais que procuram interlocução para exercer suas
pesquisas em artes visuais.

Público: artistas e interessados em arte contemporânea.

Dias 13 e 27 - quintas, das 19h às 21hSala Zero - Piso Flávio de Carvalho
Informações: Divisão de Ação Cultural e Educativa.
São Paulo - SP.

quarta-feira, agosto 05, 2009

ABRACOR 2009 Palestra com Antonio Mirabile‏

Identificação e Rastreamento de Obras de Arte
Antonio Mirabile
ABRACOR




quinta-feira, março 05, 2009

Multiculturalismos



Multiculturalismos (ou pluralismo cultural) é um termo que descreve a existência de muitas culturas numa localidade,cidade ou país.

Os multiculturalismos implica em reivindicações e conquistas das chamadas minorias
(negros, índios, mulheres, homossexuais,deficientes,crianças vitimas da violência, entre outras).

A doutrina multiculturalista da ênfase a idéia de que as culturas minoritárias são discriminadas, sendo vistas como movimentos particulares, mas elas devem merecer reconhecimento público. Para se consolidarem, essas culturas singulares devem ser amparadas e protegidas pela lei.

O multiculturalismo opõe-se ao que ele julga ser uma forma de etnocentrismo (visão de mundo da sociedade branca dominante que se toma por mais importante que as demais).

A política multiculturalista visa resistir à homogeneidade cultural, principalmente quando esta homogeneidade é considerada única e legítima, submetendo outras culturas a particularismos e dependência. Sociedades pluriculturais coexistiram em todas as épocas, e hoje, estima-se que apenas 10 a 15% dos países sejam etnicamente homogêneos.

Atualmente, a questão multicultural preocupa muitas sociedades pelo mundo. O debate multicultural é intenso na América e também na Europa. No entanto, na América Latina a questão multicultural tem uma especificidade.

Nosso continente é um continente construído com uma base multiculturalistas muito forte, onde as relações inter-étnicas têm sido uma constante através de toda sua história trágica principalmente no que diz respeito aos indígenas e aos afro-descendentes.

A nossa história está marcada pela eliminação do “outro” ou por sua escravização, que também é uma forma de negação de sua altoridade.

Esses outros que são “eus” na construção da identidade latino-americana. Neste sentido, o debate multicultural na América Latina nos coloca diante dessa questão, desses sujeitos, sujeitos históricos que foram massacrados mas que souberam resistir e hoje continuam afirmando suas identidades fortemente nas nossas sociedades, mas numa situação de relações de poder assimétricas, de subordinação e exclusão ainda muito acentuadas.

É importante assinalar como fato de especial importância neste momento histórico que a UNESCO em uma de suas Conferências Gerais, realizada em Paris,evidencia o termo.

Mas também pode ser vista como fator de enriquecimento e abertura de novas e diversas possibilidades, como confirmam o sociólogo Michel Wieviorka e o historiador Serge Gruzinski, ao demonstrarem que o hibridismo e a maleabilidade das culturas são fatores positivos de inovação.

Charles Taylor, autor de Multiculturalismo, Diferença e Democracia acredita que toda a política identitária não deveria ultrapassar a liberdade individual. Indivíduos, no seu entender, são únicos e não poderiam ser categorizados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CHAUÍ, M. Cidadania Cultural, Novamerica, n.82, junho, 1999
GUIMARÃES, A . S. A . Racismo e Anti-racismo no Brasil S. Paulo, Edit. 34, 1999

MARCOS (sub-comandante) La Marcha del color de la tierra. (comunicados, cartas y mensajes del Ejército Zapatista de la Liberación Nacional del 2000 al 2 de abril del 2001) México, rizoma, 2001

ONU / UNESCO Declaración de México sobre Educación en Derechos Humanos en América Latina y el Caribe, Ciudad de México, diciembre 2001

UNESCO Universal Declaration on Cultural Diversity Paris, 2 de novembro de 2001.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Moacir Andrade - O Mágico das côres da Floresta.

Moacir Andrade - Paisagem da Amazônia-o.s.t.
Ex-Coleção ArteFato RJ.
Coleção Ricardo Barradas - avaliadordearte,RJ.


Moacir Andrade - "Romaria no rio" - ost - 1978.


Ex- Coleção Artefato.RJ.


Coleção Ricardo Barradas - avaliadordearte,RJ.















Moacir Andrade


Nasceu em Manaus (AMAZONAS - BRASIL) em 1927. Pintor, desenhista, professor,intelectual e escritor; na arte da pintura iniciou-se como autodidata e no desenho profissionalizou-se estudando na antiga Escola Técnica Federal do Amazonas - ETFAM,em Manaus.
Expôs seus primeiros desenhos e pinturas no Liceu Industrial (1941); posteriormente, no Ideal Clube, sob os auspícios do Clube da Madrugada o qual ajudou a fundar (Manaus, 1954). Clube que desenvolveu ações,com outros artistas,e iniciou e formou vários profissionais nas Belas Artes no Brasil,inclusive o marchand carioca Ricardo Barradas,no periodo que este,residiu no Estado do Amazonas,em sua temporada pela
Amazônia,à Grande e Mágica Floresta.

Moacir Andrade,expôs também na Biblioteca Pública do Amazonas (Manaus, 1956); no Museu de Arte Moderna (São Paulo, 1958); na Galeria Montmartre (Rio de Janeiro, 1959); na Galeria do Hotel Nacional (Brasília, 1965), no I Salão de Artes Plástica da Universidade Federal do Pará (1965); no I Salão de Arte Moderna de Manaus (década de 60); nas universidades americanas de Knoxville, Nashville, Union City, Jackson, Menphis e na Sala dos Representantes do Tenessee, no Congresso Nacional, em Washington (Estados Unidos da América, 1968); a convite da Fundação Cultural Brasil-Japão expôs em Tóquio, Osaka, Nara e Hiroshima (Japão, 1974); na Galeria do Hotel Meridian (Rio de Janeiro, 1991) e na Galeria Candido Portinari, na Embaixada do Brasil em Roma (1995).
Atuou em iniciativas culturais importantes como a organização e criação da Pinacoteca do Estado do Amazonas (1965), da qual tornou-se seu primeiro diretor; e a criação do Museu Moacir Andrade, sob responsabilidade da ETFAM para onde doou seus acervos particulares. Figurativo, expressionista ou surrealista, Moacir Andrade retrata os temas amazônicos com paixão, buscando inspiração em suas vivências e em sua origem amazônica.

Sem qualquer dúvida,Moacir de Andrade,é a maior expressão cultural das Belas Artes da Amazônia,do século XX.Seus trabalhos são muito apreciados,pela crítica e pesquisadores,figuram em importantes Coleções Particulares ,como em vários Museus públicos e privados,tanto no Brasil como no Exterior.


" O coração de Moacir Andrade,não é vermelho (...), é, sobretudo verde. Porque é banhado por todos os verdes, os verdes de todas as cores, que os seus olhos de grande artista sabem ver na floresta que ele ama (...)". diz Thiago de Mello.