Crônicas no Mercado de Arte.Idéias.Comentários, Pensamentos, Interpretações.Opiniões Pessoais. Políticas Culturais.Provocações.Conceitos Pessoais.Direito do Autor.Patriotismo Cultural. Identidade.Memória.Registros.Projetos.Exposições.Artistas.Eventos.Multiculturalismos. Diversidades.Perícias.Acontece. Convites.Eventos.Festas.Artesanato.Cultura Digital.História. Globalização.Ecologia Humana.Sustentabilidades. Igualdade Racial.Cidadania.Educação.Arte e Cultura.Belas Artes.
domingo, maio 14, 2023
A Era de Hermes.
sexta-feira, abril 14, 2023
ELISEU VISCONTI - Morro de Santo Antônio RJ
terça-feira, abril 11, 2023
Escultura na Semana de Arte Moderna de 1922 Hildegardo Leão Veloso - Victor Brecheret - W. Haerberg
quinta-feira, março 30, 2023
JOIAS DE CRIOULA por Ricardo V. Barradas
JOIAS DE CRIOULA
As jóias de crioula, adornos confeccionados em ouro e prata, presentes na comunidade afro descendente escrava e liberta brasileira dos séculos XVIII e XIX, se subdividem em três ramos. O primeiro das jóias, confeccionadas pelos senhores escravocratas que adornavam as escravas que serviam como empregadas domesticas a residência colonial, como símbolo de opulência e poder. O segundo, das jóias de axé, confeccionadas por razoes devocionais as matriarcas das casas de santo, da cultura das religiosidades afro brasileiras. O terceiro, as jóias confeccionadas pelos escravos de ganho, auxiliares dos oficiais de ourives, para adorno das ex - escravas alforriadas como símbolo de afirmação de liberdade na sociedade, por prestigio e poder. Usadas abundantemente durante as festas dentro da comunidade da época.
Entre os círculos de confecção das famosas jóias de crioulas, muito romantizados existem alguns hiatos pouco abordados pelos historiadores. O primeiro é quanto ao material, pois a prata por não ter extração no Brasil Colonial era mais nobre que o ouro. Outro seria sobre a confecção delas pelos escravos de ganho pois não eram feitas pelos oficiais ourives portugueses, pois os mesmo produziam os utensílios religiosos católicos e estavam impedidos a confeccionar adornos para animais. Por mais dramático que pareça, era está a posição oficial religiosa católica da época, seres sem alma, inventariados e comercializados como tal. A humanização aparece por alguns autores com o estudo posterior deste período nefasto escravocrata brasileiro.
As jóias de crioula produzidas no período escravocrata brasileiro dos séculos XVIII e XIX, tem por confecção e acabamento quase formas de artesanato e de forjaria de ferreiros, já que eram produzidas pelos escravos de ganho. Isto explica a simplicidade das formas e a repetição dos elementos, que não resultavam das técnicas da joalheria européia da época, aprimoradas dos prateiros e oficiais ourives portugueses. Em sua grande parte são de pratas, algumas com vermeil combinadas a elementos naturais de adorno, como o coral baiano, a casca do coco, o jacarandá, o marfim de diversos tipos de animais e o casco de tartaruga. O ouro quando aparece costuma ser de baixo teor e sobretudo em pequena quantidade, como detalhe.
Ainda sobre o capitulo das " jóias de crioula" é importante ressaltar e esclarecer que a Igreja Católica no Brasil dos séculos XVIII e XIX, não era uma religião somente, ela se chamava de Clero e fazia parte do estado. A exemplo disto temos o artigo primeiro do Código Comercial Brasileiro, que proíbe a mercancia, o ato de praticar comercio entre outros os clérigos que fazem parte do estado e as mulheres casadas sem a permissão do marido. Isto bem recente, nos primeiros anos da republica no inicio do século XX. Sendo assim, mesmo que veladamente coube ao clero, imputar a idéia que o povo negro escravizado, não tinha alma e fortalecendo o poder produtivo das Fazendas Coloniais, a um custo baixo para que os Barões do Café, da Borracha e da Cana de Açúcar, pudessem ter muito lucro, afinal eram eles que bancavam literalmente o Império. Mesmo que o Estado Brasileiro, tenha assumido pelo fim da escravidão e o nefasto comercio de pessoas, após a independência em 1822, perante varias nações européias, foi a partir deste período até 1850, que foram feitos os maiores e perversos contrabandos de escravos no Brasil, a sua maior parte no Estado do Rio de Janeiro, inclusive realizados por negros libertos, também, que traiam e vendiam os melhores e mais fortes trabalhadores de seu próprio povo. A exemplo disto, temos a figura folclórica de Dom Obá, um negro que possuía diversos escravos e estava ligado ao comercio imoral de escravos junto aos coronéis.
Texto original de Ricardo Vianna Barradas.
quinta-feira, março 16, 2023
OSWALDO GOELDI
OSWALDO GOELDI
Oswaldo Goeldi
desenho original a nanquim sobre cartão para o
famoso livro "Cobra Norato" de Raul Bopp - amd -25 x 37 cm
Coleção Ricardo V. Barradas
domingo, março 12, 2023
sábado, fevereiro 04, 2023
Arqueologia MAIA - item autentico ex coleção do Museu Simões da Silva no RJ.
terça-feira, janeiro 31, 2023
MANOEL SANTIAGO (1897 - 1987) "Assumpção brincando" de 1945, esta obra pertence a Coleção Ricardo V. Barradas no RJ.
MANOEL SANTIAGO
quinta-feira, janeiro 26, 2023
HELIOS SEELINGER..."Eternas Sereias" na arte simbolista do artista HELIOS SEELINGER. obras primas da arte brasileira.
" S E R E I A S "
HELIOS SEELINGER
1878 - 1965
Netuno Tritões e Sereias. OST 60 x 47 cm. Assinado e datado Rio 1940
Coleção Ricardo V. Barradas.
domingo, janeiro 22, 2023
José Ferraz De Almeida Júnior
Jose Ferraz de Almeida Junior
domingo, janeiro 15, 2023
sexta-feira, janeiro 13, 2023
Paul Klee a inspiração do artista brasileiro Alfredo VOLPI.
segunda-feira, janeiro 02, 2023
MANOEL SANTIAGO (1897 - 1987)
MANOEL SANTIAGO
Manoel Santiago - "Antiga Alfandega",
óleo s madeira, 26x34cm. Assinado e datado, Rio 1944.
Estudo para o quadro da Coleção Roberto Marinho
Coleção Ricardo V. Barradas
quarta-feira, novembro 30, 2022
HAYDEA SANTIAGO. "O Fauno e a Ninfa" , da famosa serie Lendas Amazônicas
HAYDEA SANTIAGO
quarta-feira, novembro 09, 2022
sexta-feira, novembro 04, 2022
FALANDO UM POUCO SOBRE O OURO por Ricardo V. Barradas.
Brasil século XVIII - 6 X 4 cm - . 27,6 gramas
Coleção Particular
Para se saber qual a percentagem de ouro que está contida em uma determinada liga, os americanos convencionaram determiná-la através da Kilatagem do metal (kilate), simbolizada pela letra K ou Kt , que não deve ser confundido, de forma alguma com o termo de karat ou Carat, simbolizada pelas letras Ct , que é uma medida de peso utilizada nas gemas preciosas, comumente utilizada na pesagem da gema do diamante, entre outras como no Rubi, Safira, Esmeralda, Topázio, Água-marinha, etc.
Sendo assim desta maneira, convencionou-se que o ouro 24Kt, considerado 100% puro, equivale a 999 pontos de ouro (usado na escala européia).
O ouro puro 1000 tem 24Kt, 100 % do metal nobre mas na pratica da joalheria não se consegue confeccionar jóias com este tipo de Kilatagem.
Sendo assim o mais usual dentro da joalheria internacional é o uso do ouro a 75% de 100, ou 24 Kt que é igual a 18 Kt, comumente marcado na obra como 750. Assim, uma joia que possui 75% de ouro puro é uma jóia de 18Kt (750/1000). Os outros 25% do ouro utilizado, correspondem ao metal ou aos metais que farão parte da liga para dar o efeito desejado.
Abaixo exemplificando colocamos algumas equivalências entre milésimos e Kilates, muito utilizadas em determinados lugares do mundo :
Quando marcado 333 milésimos equivalem a 8Kt;
Quando marcado 375 milésimos equivalem a 9Kt;
Quando marcado 585 milésimos equivalem a 14Kt (muito utilizado nos EUA e na Inglaterra);
Quando marcado 750 milésimos equivalem a 18Kt (muito utilizado no Brasil e na Itália);
Quando marcado 800 milésimos equivalem a 19,2Kt (muito utilizado em Portugal);
Quando marcado 999 ou 1000 milésimos equivalem a 24Kt (que seria o ouro puro, denominado “ouro mil” ou “ouro fino”, comumente utilizado e comercializado na forma de lingotes sejam eles grandes ou pequenos).
Em suma muito importante não confundir Kilates, o Kt do metal que atesta a pureza do termo com o Carats, o Ct que é uma medida exclusiva de peso das gemas preciosas. Digo isto por que, muitos corretores ortográficos e infelizes tradutores, referem se as duas medidas tão diferentes, erroneamente de uma forma só, como quilates.
Ricardo V. Barradas
Escritor, Artista Plástico Joalheiro, Lapidário, criador e confeccionador de jóias contemporâneas, amigo e discípulo do renomado Lapidário Zyr Cussatis, amigo e discípulo do grande e renomado artista joalheiro brasileiro Caio Mourão, do RJ, Brasil. Precursor do conceito da Arte-Jóia no Brasil. Consultor e Pesquisador de joalheria e gemologia.
terça-feira, setembro 27, 2022
MANOEL SANTIAGO
MANOEL SANTIAGO
Manoel Santiago, ost 1930 Canterets Franca 24x28 cm
Manoel Santiago - Vista de Teresópolis - dec 1960 - ost - 48x60
Manoel Santiago - A passagem do Cargueiro - ost - dec 1960 - 38X61.
Manoel Santiago - Frutas sobre a mesa, o.s.t. - dec 1960 - 62 x 50 cm
ass. inferior direito e verso, dat. 1927
segunda-feira, setembro 26, 2022
MANOEL SANTIAGO
MANOEL SANTIAGO
Manoel Santiago
"Assumpção brincando"
óleo sobre tela. - 46 x 38 cm
Assinado e datado 1945.
Reproduzido no livro Manoel Santigo Vida, obra e crítica por Flavio de Aquino
em pagina inteira de numero 133
Um dos mais renomados trabalhos deste grande artista
Reproduzido diversas vezes como gravuras
Como podemos ver nas imagens anteriores.
Pertencente a
Coleção de Arte Ricardo V. Barradas.
Rio de Janeiro - RJ - Brasil.
sábado, setembro 10, 2022
JOHN NICHOLSON "Os Guardiães"
JOHN NICHOLSON
"Guardiães"
Acrílica e óleo s tela.
60 x 1.20.
Díptico.
Assinado e datado no verso.
Apresenta cachet da Galeria de Arte Ipanema.
Coleção Ricardo V. Barradas
MANOEL SANTIAGO (1897 - 1987)
Obras Primas da Arte Brasileira
sexta-feira, setembro 09, 2022
MANOEL SANTIAGO
Manoel Santiago (1897 - 1987)
"Assumpção brincando", o.s.t. - 46 x 38 cm
. Assinado e datado 1945 no cid.
Reproduzido no Livro
Manoel Santigo: Vida, obra e crítica por Flavio de Aquino
na pagina inteira de numero 133.
Coleção Ricardo V. Barradas RJ.












.jpg)




























